Estação da Musica Jovem. Hoje tem vencedor na praça.

Com o apoio da Prefeitura Municipal, a Vale trouxe a Governador Valadares uma oportunidade para que os jovens talentos musicais mostrem o seu valor. Realizado pela primeira vez na região, o “Estação da Música Jovem” dará R$ 3,5 mil ao melhor músico ou banda de cada cidade que o projeto está sendo realizado. Além de Governador Valadares, aconteceram edições em Ipatinga, Aimorés e Baixo Guandu (ES).

Durante os últimos três meses, os jovens inscritos no projeto participaram de oficinas e palestras sobre música, juventude e cultura em geral. Hoje (02/12), é o dia da edição em Governador Valadares, com shows na Praça dos Pioneiros, a partir das 19h30.

Os finalistas da cidade que concorrem ao prêmio são: Dalmi, Dom Gaspar e Viola D´Minas. No encerramento do evento terá a atração especial “Tambolelê”, de Belo Horizonte

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Em dia Centenario do Corinthians quem que ganha o topo e o Centenário do Noroeste Paulista

A comemoração do centenário do Corinthians fez com que os torcedores rivais homenageassem outro clube paulista que completa 100 anos neste 1º de setembro: o Esporte Clube Noroeste.

 

Esporte Clube Noroeste

Esporte Clube Noroeste

E foi justamente o nome do clube de Bauru que ganhou o topo dos assuntos mais comentados no Twitter na tarde desta quarta-feira. Primeiramente, ficou no ‘Trending Topics’ (TT) Brasil. Mas, no início da tarde atingiu o ‘TT’ mundial. O que gerou ainda mais gozações dos rivais com os corintianos, que mantiveram a comemoração de seu centenário entre os assuntos mais comentados também com expressões como ‘Nação Corinthiana’ e ‘Corinthians Paulista’.

‘Porque o Esporte Clube Noroeste ganha do Corinthians no Trending Topics?? Porque é no TT ‘MUNDIAL’, titulo internacional não é com eles!!!!’, retuitavam os internautas. ‘Parabéns pelos 100 anos do Esporte Clube Noroeste, de Bauru. Não ganhou nenhuma Libertadores, mas tem estádio desde 1935’, provocavam os rivais corintianos no Twitter.

Assim como o Corinthians fez na noite de terça-feira em São Paulo, o Noroeste preparou sua festa para esta quarta-feira, a partir das 17h, no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru.

O clube do interior paulista volta à Série A1 no próximo ano, após conseguir o acesso em 2010. Entre as maiores conquistas do Noroeste estão o de campeão do Interior, em 1943, e Paulista da Segunda Divisão, em 1953, 1970 e 1984. Em 2005, o clube conquistou a Copa Federação Paulista, que lhe deu vaga na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro da Série C.

BBC Esportes homepage Os dez personagens da Copa

Listo abaixo os dez personagens que fizeram a história da primeira Copa do Mundo africana. Eles estão listados do menos para o mais importante.

Desde já, é preciso fazer três ressalvas. Primeiro, já vou avisando que cometi uma trapaça. Em alguns itens, há mais de um personagem listado. Façam como o árbitro de Inglaterra x Alemanha fez com o gol de Lampard; desconsiderem.

O segundo aviso é que esta lista, como qualquer eleição do tipo, é completamente arbitrária. O terceiro é: sintam-se à vontade para fazer suas listas e opinar!

10. Anelka, Domenech e Evra. Conseguir ser banido para sempre de uma seleção é um feito raro. Está no topo da lista das piores coisas que podem acontecer a alguém em uma Copa do Mundo, logo acima de “ler uma carta de greve dos seus jogadores”, como Domenech, ou “fazer seu preparador físico querer sair no tapa” (parabéns, Evra). E a França continua com o desempenho “montanha-russa” em Copas. Eliminação para Israel nas Eliminatórias em 1994, título e goleada em 1998, fiasco em 2002, final em 2006 e colapso total em 2010. Isso é sinal da revanche Brasil x França em 2014?

9. Sul-americanos. Quantas análises completamente equivocadas foram feitas sobre a Copa do Mundo da América do Sul, depois que Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai avançaram para as quartas de final? O fiasco sul-americano foi imenso. O Brasil perdeu completamente o equilíbrio diante da Holanda, o Paraguai “amarelou” diante da Espanha quando tinha o jogo nas mãos, a Argentina, bem, a Argentina dispensa comentários, e o Uruguai só foi longe porque contou com alguns golpes de sorte e de mão.

8. Maradona. Ele já foi o personagem de uma Copa por colocá-la no bolso, fazendo gols encantadores e um deles supostamente encantado. Ele já foi o personagem de uma Copa por berrar como um louco para a câmera e jogar dopado. Maradona desperta tanto interesse mundial, que basta usar terno na beira do campo para causar frisson. Na África do Sul chamou atenção por seu carinho paternal com os jogadores e a intensa vibração em todos os momentos. Teria causado ainda mais impacto se tivesse que cumprir sua promessa de andar pelado pelas ruas de Buenos Aires, mas felizmente para todos a Argentina não foi tri.

7. Felipe Melo. Há tão pouco a se falar sobre Felipe Melo, já que quase tudo foi dito, e com, ãhm, tanta eloquência. Antes da Copa, ele foi chamado de “o Dunga do Dunga”, por jogar na mesma posição, pelo estilo guerreiro em campo e por alguns atributos menos louváveis. Infelizmente Felipe foi o Dunga de 1990, um misto de culpado e bode expiatório em uma seleção que estava longe da unanimidade. Agora, Felipe Melo terá quatro anos pela frente para tentar se tornar a versão 1994 de Dunga.

6. Tshabalala e Suárez. Respectivamente o herói e o vilão africano. Quando Tshabalala fez aquele golaço contra o México, o primeiro da Copa, parecia que qualquer time africano – inclusive a África do Sul, o mais fraco de todos – seria capaz de fazer bonito no torneio. Quando o uruguaio Suárez fez o “anti-gol” contra Gana, se percebeu o quanto daquilo era euforia passageira. Camarões, Costa do Marfim, África do Sul, Argélia e Nigéria foram facilmente eliminados na primeira fase e, não fosse Gana, a África teria feito muito feio no seu Mundial.

5. Roberto Rosetti e Jorge Larrionda. Os dois juízes conseguiram o que ninguém jamais atingiu: fazer a Fifa discutir o uso de tecnologia para auxiliar arbitragem. Por que a entidade nunca considerou isso com seriedade antes é um mistério para todos. Parece tão óbvio que é um erro deixar as decisões em campo serem tomadas pela única pessoa, entre 100 milhões de espectadores, que não consegue ver direito a partida. As valiosas contribuições de Rosetti, em Argentina x México, e Larrionda, em Alemanha x Inglaterra, podem provocar a maior mudança na história do futebol desde a introdução do impedimento.

4. Mick Jagger. Poucas coisas são 100% na vida. Uma delas é a garantia de mau desempenho das seleções diante do cantor-amuleto do Rolling Stones. Não há dúvida alguma de que se não fosse a presença maligna deste simpatizante do diabo em alguns estádios, Brasil e Inglaterra estariam na final da Copa, talvez com John Terry e Felipe Melo na disputa pelo troféu de Melhor Jogador.

3. O celular de Larissa Riquelme. Beldades são tão importante para uma Copa do Mundo quanto um galã para uma novela. Não há nada de errado em se querer ver pessoas bonitas em uma Copa. Quantas mulheres assistem apenas aos jogos da Itália? Difícil é alguma das beldades conseguir se destacar na Copa, com tantas modelos em evidência. A paraguaia Larissa Riquelme conseguiu chamar a atenção do mundo mesmo não viajando para a África do Sul, graças às fotos suas em Assunção que correram o mundo. Ela contou com bastante ajuda do seu celular, colocado em uma posição estratégica para onde os olhos já naturalmente correm.

2. Jabulani e Vuvuzela. A dupla dinâmica da Copa do Mundo. A primeira irritou todos os jogadores. A segunda; jogadores, torcedores e telespectadores. Para o bem do esporte, as duas devem ser aposentadas nos eventos futuros.

1. Paul, o Polvo. Poucas coisas, além de Mick Jagger, são 100% na vida, que o diga Paul, o polvo oráculo, que acertou todos vencedores em seus palpites. Paul foi mais eficiente que Messi, mais preciso que Kaká, mais confiável que Cristiano Ronaldo. Para nós, jornalistas esportivos, Paul é indigesto, a prova final de que até um cefalópode isolado em um aquário entende mais de futebol do que a gente.

Fonte: BBC

CUFA promove Viradão Esportivo

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Com objetivo de incentivar a prática de esportes aliada ao exercício da cidadania, a Central Única das Favelas (CUFA) promoverá em 07 de novembro, das 09 às 18 horas, em diversas cidades brasileiras, o Viradão Esportivo. O evento, que tem como tema “Família”, busca ressaltar a importância dessa instituição na construção dos valores do indivíduo. Áreas carentes, geralmente excluídas dos calendários de eventos, terão destaque especial no projeto, seguindo a proposta de utilização do esporte como ferramenta de inserção e integração social.
O Viradão Esportivo apresentará uma grande variedade de atividades e eventos esportivos, dos clássicos aos atípicos. As disputas acontecerão em associações, clubes, vilas olímpicas, escolas, forças armadas, universidades, presídios, federações, confederações, dentre outras organizações parceiras do projeto. Qualquer iniciativa/modalidade esportiva, cujos representantes manifestarem interesse em participar, será incorporada à programação oficial do evento. Representantes de instituições, clubes, escolas e todos os  interessados podem se cadastrar no site www.viradaoesportivo.com.br.

A cerimônia nacional de abertura acontecerá às 10 horas do dia 7 de novembro, no Ginásio Miécimo da Silva, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, onde estarão presentes os dirigentes da CUFA, parceiros do projeto, esportistas, agentes políticos e o público em geral. O encerramento do evento ficará a cargo de cada cidade. No Rio de Janeiro, haverá a participação de nadadores no Piscinão de Ramos, localizado na Zona Norte, onde acontecerá a “Travessia do Piscinão”, seguida de um show de encerramento do Viradão Esportivo 2009.

JUCA KFOURI: Uma chance de ouro

Sediar uma Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos pode fazer do Brasil o país do século 21

PRIMEIRO é preciso dizer que a escolha do Rio para sediar a Olimpíada de 2016 foi fruto de um trabalho brilhante. Pura ficção, mas brilhante.

Quem viu o Pan-2007 não tem por que acreditar em nenhuma das promessas feitas e sabe que aquela cidade maravilhosa que os filmes mostraram não existe.
É claro, porém, que pode existir. Bastará gastar o que está previsto, de fato, nela.
Em segundo lugar, é preciso dizer com todas as letras e sem nenhuma ironia que nunca, jamais, o Brasil teve um presidente da República como Luiz Inácio Lula da Silva. Nunca, jamais e em tempo algum.

Nenhum governo antes tirou tantos milhões de brasileiros da linha de pobreza, diferença maior dele em relação a todos os seus antecessores.
Porque, de fato, um presidente preocupado com os excluídos, coisa que os outros só conheceram na teoria, enquanto Lula foi um deles, na prática.
E nenhum governo antes do dele conseguiu projetar tanto o Brasil internacionalmente, não à toa chamado de "o cara" pelo surpreendentemente derrotado poderoso presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Sim, reitere-se aqui que a vitória carioca é a maior surpresa do colunista em quase 40 anos de exercício do jornalismo.
Mas Lula simplesmente não só trouxe os dois maiores eventos mundiais para o Brasil como, ainda por cima, se não fez da crise internacional apenas uma marolinha, tratou de impedir que fosse um tsunami por aqui.

Bem ele, o único que não falava inglês na comitiva quase totalmente da elite branca que o país mandou para Copenhague.
Fenômeno, sem dúvida, fabulosamente macunaímico, cercado por inúmeras histórias mal contadas, algumas que até envolvem assassinato, como a do prefeito de Santo André, Celso Daniel.
Desnecessário dizer que haverá roubalheira. Como haveria, já foi dito, também em Tóquio, em Chicago, em Madri e está havendo em Londres, que receberá a Olimpíada de 2012. Mas nós não vivemos nem nos Estados Unidos nem na Espanha nem no Japão. Nem na Inglaterra.

E desnecessário dizer que fiscalizaremos -e descobriremos uns 10% das tramoias. Ainda mais em ano eleitoral, como 2010.
É difícil exercitar a esperança quando a experiência já ensinou o que precisava em relação aos que comandarão o projeto olímpico.
Gente que fechou as portas aos maiores empresários do Rio de Janeiro e que fez questão de acumular cargos, como faz Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB e do comitê organizador da Olimpíada.

Assim como, aliás, Ricardo Teixeira acumula os cargos de presidente da CBF e do comitê organizador da Copa do Mundo, diferentemente do que acontece e aconteceu em todas as outras partes do mundo, basta lembrar de Michel Platini, na Copa da França, ou de Franz Beckenbauer, na da Alemanha.
Lula não gostava dessa gente e a colocou no topo do mundo. Sem se preocupar em ter uma política esportiva para o país.

Se a Rio-2016 mudar tal estado de coisas, valerá a pena. A ver.

Chora Ronaldo