Ban Ki-moon conclama Netanyahu a trabalhar pela criação de um Estado palestino

Secretario Geral da ONU

Secretario Geral da ONU

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, conclamou o novo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a trabalhar pela criação de um Estado palestino, declarou nesta quarta-feira sua assessoria em comunicado.

“O secretário-geral saúda a formação de um novo governo em Israel, e está ansioso para trabalhar com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sobre a totalidade das questões ligadas à paz e à segurança na região”, diz o comunicado.

“Isso inclui a retomada do processo de paz no Oriente Médio, com como principal objetivo a criação de um Estado palestino independente e viável vivendo lado a lado e em paz com um Estado de Israel seguro”, destaca o texto.

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Mais uma da Igreja Católica

A Firs (Federação Israelita do Rio Grande do Sul) criticou o arcebispo de Porto Alegre, d. Dadeus Grings, por suas declarações sobre holocausto.

Em entrevista a uma revista especializada em publicidade, Dadeus Grings teria dito que “morreram mais católicos do que judeus no holocausto, mas isso não aparece porque os judeus têm a propaganda do mundo”.

Ao tomar conhecimento da entrevista, a Firs emitiu um comunicado oficial repudiando a manifestação do arcebispo.

“Não é a primeira vez que o religioso se refere ao holocausto de forma distorcida. Nós, brasileiros de todas as origens, construímos através de décadas uma tradição de convivência pacífica e harmoniosa. Afirmações como as de d. Dadeus não contribuem em nada para este modelo que serve de inspiração a outros países”, afirmou a comunidade judaica.

A federação afirmou ainda que “reduzir ou relativizar o holocausto agride a memória de milhões de mortos numa guerra iniciada pelo fanatismo e pela intolerância”.

Dadeus Grings, 72, de origem alemã, é considerado um representante da ala moderada da Igreja Católica.

“A única forma de impedir que a barbárie perpetrada pelos nazistas se repita –contra os judeus ou contra outras etnias ou segmentos religiosos– é respeitar sempre a memória, com seriedade, fraternidade e honestidade. É isto o que esperamos de d. Dadeus Grings e dos homens e mulheres comprometidos com a verdade e com a justiça”, diz o presidente da Firs, Henry S. Chmelnitsky, no comunicado.

O CINISMO E A FALTA DE VERGONHA AO ALCANCE DE TODOS – MATE DOIS COM UM TIRO

Reebi por email este artigo e compartilo com vcs. Um grande abraço.

Laerte Braga

Por maior que seja o poder da mídia no processo de alienação há um componente de cinismo ora explícito, ora disfarçado no cidadão comum que se extasia com toda essa parafernália tecnológica de nada – existe aquela que é de tudo e no caso não é parafernália -. Quando se reclamava da má qualidade dos programas de televisão, isso na década de 60, Sérgio Porto dizia que era simples – “basta apertar o botão de desligar”.

O cidadão que vai até o candidato, época de eleição, pede um saco de cimento, uma quantidade xis de tijolos, etc, sabe que está tirando proveito de uma situação – o período eleitoral – e conta com aquilo para um puxadinho, ou o que seja. Um emprego para o filho ou a filha.

Isso por baixo, no mais simples, no mais corriqueiro, comum, deixando de lado as grandes trapaças entre grandes coronéis da política e eleitores que se submetem em função de interesses pessoais ou de grupos, sem qualquer preocupação com a coisa pública, o futuro, o que seja, até pelo contrário, exibindo aquele ar triunfal de quem chegou, conseguiu. Todos os eleitores de Edmar Moreira sabiam do tal castelo, mas todos se sentiam parte do dito cujo, nem que se lhes coubesse, como se lhes cabe, o papel de servos, os que vivem ao redor em torno das migalhas.

João Ubaldo Ribeiro andou escrevendo sobre isso quando tratou do tema corrupção. É difícil exigir que um bandido montado em bilhões, caso de Daniel Dantas, fique preso, se o distinto aqui embaixo tenta subornar o guarda porque a data da carteira de habilitação está vencida. Ou passa por baixo dos panos uns quinhentos para o Pastinha sossegar uns dias e só voltar na semana que vem e ignorar a sonegação.

Uma cultura cínica que o feio é perder e vale tudo para chegar lá. Não importa o que, vale tudo. O BBB é o exemplo mais claro disso e agora o concurso que escolhe as garotas que vão ao programa dito humorístico Casseta e Planeta. Segundo o portal GLOBO elas “fazem de tudo para conseguir chegar ao Casseta”.

Em Israel jovens andam pelas ruas com camisetas conclamando a matar uma palestina grávida por dia, pois assim, com um só tiro, estarão sendo mortos dois “inimigos”. Só comprova que na questão do holocausto, uma realidade, ele só aconteceu porque Hitler venceu. Fosse o contrário, como agora na Palestina, haveria como existe o mesmo holocausto e a mesma barbárie, com os mesmos métodos, porque sionistas e nazistas são iguais.

O grande triunfo do modelo político e econômico foi o de fazer o cidadão acreditar nos tais quinze minutos de glória e sucesso previstos por Andy Wahrol. A ditadura da imagem, do sucesso, o fetiche do consumo desvairado, nem que seja necessário andar pela rua como se fosse uma vitrine de cores e berloques, mas dentro dos padrões determinados pelo sucesso.

O cidadão, por exemplo, que vai ao Rio contrata uma dançarina de determinado programa de televisão a tempo certo e altos salários e leva para sua cidade, distribui fotos aos colunistas sociais – fotos de book – e proclama que estão vivendo um “tórrido amor”.

Somem os parâmetros de normal e anormal, de real e irreal. Misturam-se. A expressão felicidade ganha a dimensão de hoje e agora o resto depois eu vejo sem perceber o lixo que vai ficando pela estrada e vai ter que ser catado, até porque o modelo é impiedoso e vai exigir a limpeza. Há uma data de validade para esse tipo de gente.

E nesse caso nem personal trainner dá jeito. Esse é só um adereço para eventuais casos românticos, nada mais que isso.

Importante é que quando o pastor gritar que as casas no céu estão à venda o distinto ou a distinta mexa no bolso e doe o que pode e não pode, mas saia absolvido e com garantias da moradia futura. E de um futuro que ninguém pensa, daqueles que a gente acha que só acontece com o outro. Que o digam os bancos norte-americanos que financiaram imobiliárias.

Aí, um fascista com passado pela juventude hitlerista, vai a África, falo de Bento XVI, diz um monte de asneiras a milhões de pessoas sofridas e marcadas historicamente pela escravidão, pela fome, pela miséria, doenças, pelas ditaduras, vender a idéia da modernidade nesse monte de máquinas que os bancos usam para dispensar bancários e transformar o mundo em agências bancárias onde você enfrenta filas que nos cartazes não deveriam existir, mas existem e como existem. É compreensível que os franceses, boa parte dos católicos naquele país, queiram a renúncia do papa. Não é um papa, é um homem de negócios a serviço dos mais sórdidos interesses do capitalismo.

Só um Edir, falo do Macedo – gosto de explicar para que não haja confusão com o quinhentinho – com paramentos e mais história, nada além disso.

Mais pompa.

As hordas de assassinos sionistas de Israel continuam demolindo casas, matando homens, mulheres e crianças – agora com direito a camiseta – tudo com o aval de Barak Obama, representante da vaselina Johnson and Johnson – Lula já provou dela – encantando o mundo como aquele cara que levanta serpente dormindo no fundo do jarro com sua flauta. A flauta de Obama é o parecer ser negro e de origem pobre, enquanto é branco e grudado no sionismo através da senhora Hilary Clinton. O Irã não mordeu a isca, aquele negócio de maçã maravilhosa que bruxa (ao papa aí) oferece a Branca de Neve.

É isso que explica um Berlusconi primeiro-ministro da Itália e isso que explica todo esse aparato para demitir o delegado Protógenes Queiroz dos quadros da Polícia Federal. Pô o cara foi mexer com um banqueiro amigo de FHC que o considera “brilhante” e ainda por cima não levou em conta que a quadrilha tem Gilmar Mendes na presidência da STF DANTAS INCORPORATION LTD.

E é o que explica as pesquisas IBOPE/DATA FOLHA mostrando figuras como José Serra liderando a corrida presidencial. Hélio Costa liderando em Minas. A empresa PSDB (tucano é marca de fantasia) liderando em vários estados inclusive São Paulo e faz com que figuras como José Sarney e Michel Temer presidam as duas casas do Congresso, promovam censura para não desagradar ao capo Gilmar Mendes e aqui embaixo todo mundo se desespere entrando na fila às cinco da manhã para pegar a liquidação das Casas Bahia. Cinco da manhã na véspera.

A reação de povos como os da Venezuela, da Bolívia, do Paraguai (José Serra pagou a ABRIL para fazer um mapa da América do Sul e o Paraguai sumiu), do Equador, da Nicarágua, de El Salvador, o sentimento de respeito que parcelas da população começam a exigir na luta contra o modelo de empresas/quadrilhas , sociedade de espetáculo, de imagem, de fetiches, de fome, miséria, corrupção, tudo isso sinaliza em duas direções. No Brasil o mundo institucional faliu, acabou, está podre, não tem recuperação. Morreu e continua respirando de teimoso de cínico. A segunda, que a saída não está no jogo democrático montado e desenhado pelos donos. Mas na luta popular não importa de que forma.

Do contrário daqui a pouco Lula chama o advogado geral da União e manda convocar Brilhante Ulstra para a ativa novamente e enquadra todo mundo. Ou o próprio Gilmar Mendes faz isso, manda o torturador entrar pela porta dos fundos.

Um cidadão, no antigo estado do Espírito Santa, hoje latifúndio ARACRUZ/VALE/ SAMARCO/CST foi escravo durante anos a fio de um desses defensores de Deus, pátria, liberdade e família, mas a dele.

E está tranqüilo tem uma bancada no Congresso para defender os seus interesses. Em último caso é só fazer como o prefeito tucano de Unaí, manda matar os fiscais. Fica do mesmo tamanho, não acontece nada. Mas não mexa com Daniel Dantas. Dá galho.

No meio disso tudo Lula, cada vez mais banana, sem perceber a dimensão de sua responsabilidade o real significado do desastre sem volta que seria a eleição de Serra para a presidência. Ou que será. Ele e o seu PTSDB.

Ou acorda ou vai virar a Bela Adormecida nessa história.

A camiseta que soldados e jovens terroristas de Israel vestem conclama o cidadão a matar mulheres grávidas. Deve ser indicação do “deus” do povo eleito, o que mora em Wall Street.

ONU exige cessar-fogo, mas Israel e Hamas rejeitam resolução

 

Israel novamente desafia o mundo

Israel novamente desafia o mundo

 

 

Apesar de o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter aprovado, na madrugada de hoje (9), uma resolução exigindo o cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza, Israel continuou a bombardear a região, segundo informações da BBC Brasil.

A resolução, primeiro posicionamento oficial do conselho desde o início do conflito, foi apresentada pelo Reino Unido e aprovada por 14 dos 15 membros do órgão. Ela pede, além do cessar-fogo, o livre acesso de agências de ajuda humanitária a Gaza e que os países-membros da ONU intensifiquem os esforços para fazer com que se alcance uma trégua duradoura.

Tradicional aliado de Israel, o governo dos Estados Unidos se absteve da votação, apesar de a secretária de Estado, Condoleezza Rice, ter classificado a resolução como “um passo à frente”. Ontem (8), Rice e os ministros das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, e do Reino Unido, David Miliband, passaram o dia em negociações com representantes dos países árabes. Os três países defendiam uma resolução mais “amena” do que a aprovada.

O documento contempla uma das demandas de Israel, que exige o fim do contrabando de armamento pelo Hamas na fronteira de Gaza com o Egito. Já o grupo islâmico quer que seja incluído no acordo o fim do bloqueio à Faixa de Gaza.

Depois da aprovação do documento, a ministra do Exterior de Israel, Tzipi Livni, disse que seu país vai continuar a agir pensando na segurança de seus cidadãos. Durante a madrugada, foram feitos pelo menos 50 ataques. De acordo com a Força Aérea israelense, foram atingidos depósitos de armas e locais usados para o lançamento de foguetes. Segundo médicos palestinos, pelo menos cinco membros de uma família morreram em um ataque contra uma casa. Um outro bombardeio teria destruído um prédio de cinco andares.

Tanto Israel quanto o Hamas rejeitaram o apelo para o cessar-fogo, de acordo com a agência Lusa. Para os israelenses, a resolução aprovada legitima o movimento islâmico e o equipara ao nível de Estado. Já o Hamas considerou que a resolução não levou o grupo nem o interesse palestino em conta, ainda que a considere uma prova do fracasso da ofensiva militar de Israel.

Ainda segundo a Lusa, a ONU informou hoje que cerca de 30 civis foram mortos em um bombardeio israelense que atingiu uma casa onde estavam 110 palestinos, em Gaza. De acordo com testemunhas citadas pela organização em um comunicado do Serviço da ONU para a Coordenação Humanitária (Ocha), no dia 4 de janeiro, soldados israelenses colocaram 110 palestinos numa casa em Zeitoun, metade dos quais eram crianças. Nas 24 horas seguintes, as forças israelenses teriam bombardeado a casa várias vezes, matando cerca de 30 pessoas.

De acordo com as estimativas, pelo menos 763 palestinos já morreram no confronto iniciado no dia 27 de dezembro. Cerca de 3,1 mil ficaram feridos. Entre os israelenses, 15 perderam a vida e dezenas ficaram feridos. 

Fonte: Agencia Brasil

A guerra na mídia e na realidade

Reinaldo Azevedo, que não faço a menor idéia de quem seja, usou o genocídio contra o povo palestino para criticar o ministro das Relações Exteriores, defender o governo do narcotraficante Álvaro Uribe na Colômbia e falar da “dor e do sofrimento” do povo de Israel.

 

Por Laerte Braga

Os rótulos de sempre quando se trata dos adversários de norte-americanos e nazi/sionistas, na prática, empresas que financiam a grande mídia. “Terroristas”, “criminosos”, vai por aí afora. A sensação que se tem é que os mais de 500 mortos são cidadãos de Israel.Que os mais de dois mil feridos são israelenses e que as terras invadidas e ocupadas são as de Israel.

 

A edição das 19 horas desta segunda-feira (5) do Em Cima da Hora  da Globo News só fez corroborar o amontoado de sandices de Reinaldo Azevedo. Quem assistiu deve ter imaginado que Israel está debaixo de um fogo cerrado de palestinos.

 

O alvo de Reinaldo Azevedo foi o ministro Celso Amorim e a nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a monstruosidade nazi/sionista contra palestinos. A expressão “monstruosidade” é do secretário geral dá ONU. O articulista misturou Evo Morales, fez um sanduíche desses que entra tudo e depois sai da pior maneira possível.

 

Padrão McDonalds

 

O grande azar dessa gente toda é que hoje a comunicação é instantânea. Fica difícil esconder as imagens da barbárie nazi/sionista da nova suástica, a estrela de Davi. Não dá para esconder o genocídio.

 

Dá para tentar esconder e confundir a opinião pública com mentiras, como aconteceu com as armas químicas e biológicas do Iraque. Nunca existiram, mas se prestaram como desculpa para Bush invadir, ocupar e saquear o petróleo iraquiano.

 

É o que israelenses fazem desde a resolução da ONU que criou, em 1947, a Palestina e Israel. O mapa divulgado pelo jornalista Luís Carlos Azenha é preciso sobre isso. A Palestina quer existir.

 

O acordo de paz firmado entre Yasser Arafat e o primeiro-ministro Rabin terminou com o assassinato de Rabin. Por quem? Um “terrorista” palestino? Não, por um fundamentalista judeu.

 

Palestinos foram aos locais sagrados dos judeus provocá-los? Não. O general Ariel Sharon, logo após a morte de Rabin, de quem era adversário e crítico do acordo de paz, foi ao bairro palestino de Jerusalém provocar muçulmanos. Os fatos são públicos, notórios.

 

O acordo que resultou em eleições na Palestina acabou dando a vitória ao Hamas em Gaza e maioria no Parlamento. Com isso não contavam nem norte-americanos e nem israelenses. O cerco a Gaza começou quando o Hamas em comunicado oficial anunciou que aceitava a existência de Israel e estava pronto para negociar a paz.

 

Não interessa a Israel a paz

 

O holocausto é usado como forma de colocar israelenses como vítimas eternas da maldade nazista, a mesma que pratica contra palestinos, sem diferença alguma. Ora, morreram negros, ciganos, prostitutas, homossexuais, lésbicas, tudo o que Hitler não considerava “superior”, nos campos de concentração nazistas. Não foram só judeus.

 

Os países que formavam a antiga União Soviética destroçaram o exército nazista ao custo de milhões de mortos. Dor e sofrimento na 2ª Grande Guerra não foram privilégio dos judeus. O que se está discutindo hoje não é o holocausto e nem o direito de Israel existir. Mas o direito da Palestina existir. Foi o que decidiu a ONU.

 

Há uma inversão dos fatos e é deliberada. Não se trata de “povo superior”. Se trata de interesses econômicos de grupos nazi/sionistas (que controlam governo e boa parte da opinião pública dos EUA) e norte-americanos. São banqueiros, grandes empresários e essa barbárie que envenena os povos chamada de agro negócio.

 

Todo esse conjunto de mentiras de armas químicas no Iraque e de fato usadas agora por Israel (balas de tungstênio, fósforo e urânio empobrecido). A denúncia não é de “terroristas” palestinos, mas de jornais dos EUA, da Inglaterra, da BBC, da França.

 

A Globo aqui, principal zoológico norte-americano no Brasil, fechou o tempo com o canal quatro da Inglaterra pelo simples fato desse canal ter transmitido o discurso de Natal do presidente do Irã, onde ele fala de Cristo e das “religiões abraâmicas” num tom de paz e respeito.

 

Por quê? É que o canal quatro fez faz algum tempo um documentário sobre a corrupção e a podridão da família Marinho. A mídia, a grande mídia é isso. É braço desse amontoado de mentiras sobre Hamas, sobre palestinos.

 

A existência Palestina

 

Quem quer existir são os palestinos. E em suas terras tomadas e ocupadas por nazi/sionistas de Israel. Israel é um braço do terrorismo neoliberal, capitalista no Oriente Médio. Cumpre esse papel.

 

Quando investe contra o Irã acusando-o de projetar a construção de uma bomba atômica, de armas nucleares, esquece-se que é o único país da região a dispor de armas nucleares a partir de apoio e financiamento dos EUA. É preciso entender que a mídia é paga. Remunerada. Quem financia a Globo, Veja, etc, são grupos econômicos e muitos deles nazi/sionistas.

 

É uma praga espalhada pelo mundo. Boa parte dos “comentaristas” e “especialistas” que essa gente escuta e apresenta para dizer que o Hamas é o culpado de tudo, recebe. São “consultores” de empresas nazi/sionistas. Diferentes da reação indignada dos quem não se curvaram e nem recebem para se indignar com a barbárie e a estupidez nazi/sionista.

 

Quem não aceita essa “realidade” foto montada e sorri no almoço com o algoz. Há milhões em jogo nos “negócios”. E na cabeça dessa gente o que vale é o que o livro caixa registra. Vidas palestinas? Meu caro, a General Motors/Mortos está sendo condenada nos EUA, lá mesmo, por acidentes com o modelo Vectra que já matou centenas de pessoas por defeito de fábrica.

 

A empresa quer bilhões para evitar a falência e “salvar os empregos”. O presidente da Vale, empresa brasileira doada por FHC a grupos estrangeiros a troco de propinas para tucanos, já disse que vivemos “um período de exceção e medidas de exceção se justificam para salvar a economia”.

 

Pessoas em objetos

 

Essas medidas de exceção são os direitos trabalhistas que o dito quer “flexibilizar”. A família dele, Agnelli, foi parceira de Mussolini no período fascista na Itália. Essa guerra estúpida e bárbara não diz respeito só a palestinos não. Os povos do mundo inteiro são vítimas desse genocídio. O que a mídia faz é tentar transformar, cada vez mais, pessoas em objeto.

 

Para que as mortes de palestinos, africanos, asiáticos, quem quer que seja no contexto dos “negócios” não atrapalhe os ditos “negócios”. Aí aparece um Reinaldo Azevedo e faz um tremendo dum “samba do crioulo doido”, misturando Evo Morales com o narcotraficante Álvaro Uribe, criticando Celso Amorim (restabeleceu a dignidade do Itamaraty – o último ministro de FHC um tal Láfer, até sapato tirou para ser revistado nos EUA quando ia em missão oficial).

 

É óbvio. É hora dessa turma faturar e se os fatos que escrevem ou narram são reais ou não, isso é o de menos. Importa é o dia do pagamento. Vestem roupa de bons moços, falam defendendo a “democracia”, a “liberdade” e coisa e tal, mas e daí? O Hamas ganhou a eleição. Cometeu o “crime” de ganhar as eleições.

 

As crianças palestinas mortas, as mulheres estupradas, os saques feitos por nazi/sionistas isso é bobagem para eles. É aí que entra o tal “povo superior”. A mídia é mera empregada dos donos do mundo. É proibido indignar-se com a boçalidade nazi/sionista de Israel. É permitido passar no caixa e apanhar o cachê/michê. Já vivem de quatro mesmo. “Heróis” estão chegando com o BBB 9.

Fonte: Portal Vermelho