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Ocupação do Alemão deve tornar tráfico menos violento para manter lucro, diz especialista

Com a ocupação policial do Complexo do Alemão – esconderijo de grande quantidade da maconha e cocaína vendidas no Rio e de armas contrabandeadas ou roubadas –, o governo espera reduzir a violência na capital fluminense. As apreensões de drogas e de parte do arsenal representaram um duro golpe na organização criminosa que controlava o crime no conjunto de favelas da zona norte da cidade. Diante dos enormes prejuízos financeiros e da diminuição do seu poder sobre a comunidade, a quadrilha deve buscar um novo modo de agir, segundo especialistas. Nessa reconfiguração, assinalam, o tráfico dará menos tiros, mas pode até lucrar mais.
Com a presença dos policiais, o tráfico funciona de maneira mais tímida, com menos gente e sem armas, como já ocorre em favelas com unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Nessas locais, observam alguns pesquisadores, as quadrilhas reduzem a sua estrutura, porque não precisam pagar informantes nem corromper policiais. Além disso, acrescentam os especialistas, elas voltam a atrair os clientes às comunidades. Antes, os consumidores evitavam esses locais por causa dos frequentes tiroteios. Assim, os traficantes economizam no custeio da atividade e, ao mesmo tempo, obtêm mais lucros.
"O tráfico passará a ser mais rentável. Toda aquela fração de recurso disponibilizada para compra de arma e para corrupção é que vai cair. O consumo vai continuar, o número de usuários ainda é o mesmo. Então, a rentabilidade, de forma pulverizada, vai aumentar", afirma Paulo Storani, pesquisador de ciências policiais da Universidade Candido Mendes e ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar.
A economia das quadrilhas com armas e soldados pode variar entre R$ 121 milhões e R$ 218 milhões por ano, segundo estimativas da Secretaria Estadual de Fazenda, baseadas na pesquisa A Economia do Tráfico na Cidade do Rio de Janeiro: Uma Tentativa de Calcular o Valor do Negócio. O documento, publicado em 2008 e revisado no ano passado, estima que as quadrilhas chegam a gastar somente com armamentos R$ 25 milhões por ano.
Somados, o percentual gasto com armas e com a folha de pagamento dos soldados consome boa parte do que é arrecadado com a venda de maconha, cocaína e crack, algo entre R$ 316 milhões e R$ 630 milhões por ano – o equivalente a até 0,2% do Produto Interno Bruto do estado (PIB), mas que pode estar subestimado. Segundo a pesquisa, cada boca de fumo pode arrecadar em média R$ 15 mil por dia na cidade. No caso do Complexo do Alemão, com dez bocas em cada um de suas 17 favelas, o lucro pode chegar a R$ 900 milhões por ano, calculam os pesquisadores.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) considera prematuro falar sobre como o tráfico vai se comportar em áreas pacificadas. "O projeto das UPPs tem apenas dois anos", afirmou, em nota, a SSP. Em entrevistas, o secretário José Mariano Beltrame repete que o tráfico só acabará em qualquer lugar do mundo se as pessoas pararem de usar drogas. "O objetivo das UPPS é trazer o Rio para níveis de violência comparáveis a maiores metrópoles", completa a pesquisa.
Diante das incertezas, o Movimento a Marcha da Maconha aproveita para defender a legalização do uso de drogas ilícitas. "A procura sempre vai existir", diz Renato Cinco, um dos fundadores do movimento. Segundo ele, sem a regularização, a venda no morro, se suprimida, será substituída por outra forma de tráfico, "que continuará sem pagar impostos e nenhum tipo de regra."

Fonte: Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil

Estatuto da Juventude vai a Plenário após mudanças em texto

Segundo relatório aprovado em comissão especial, estudantes terão direito a transporte público gratuito, e jovens de 15 a 29 anos pagarão meia-passagem nos transportes interestadual e intermunicipal. Benefícios serão subsidiados pelo governo para evitar reajuste de tarifa.

Manuela D’Ávila (E) defende transporte gratuito para estudantes com subsídio do governo.

A Comissão Especial temporária criada para examinar e dar parecer sobre projetos que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito. Em vez de tramitar pelas comissões temáticas, o projeto é analisado apenas pela comissão especial. Se aprovado nessa comissão, segue para o Senado, para o Plenário ou para sanção presidencial, dependendo da tramitação do projeto. do Estatuto da Juventude (PL 4529/04) aprovou, nesta terça-feira, o substitutivo da deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), que agora segue para análise do Plenário. Para conseguir consenso, a relatora retirou do parecer trechos considerados polêmicos pelos parlamentares.

Um deles permitia às entidades juvenis participar de órgãos da administração pública e de escolas públicas e privadas. Essa participação se daria, por exemplo, com a eleição de representantes para integrar órgãos diretivos e conselhos universitários.

Também foi retirado do parecer o direito das entidades de realizar manifestações, assembleias e outras reuniões em escolas, empresas, partidos políticos e sindicatos, entre outros.

Transporte gratuito
Outro ponto controverso do substitutivoEspécie de emenda que altera a proposta em seu conjunto, substancial ou formalmente. Recebe esse nome porque substitui o projeto. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação, mas pode ser rejeitado em favor do projeto original.   era a previsão de transporte público gratuito para estudantes e meia-passagem nos transportes interestadual e intermunicipal para os jovens de 15 a 29 anos. Havia o temor de que esses benefícios tornassem a passagem mais cara para os demais usuários.

Para evitar o problema, a deputada acrescentou ao parecer a determinação de que essas medidas sejam subsidiadas com recursos do Orçamento, e não com reajuste tarifário. ?Em nosso sistema equivocado não há subsídio para os transportes. Toda vez que criamos um benefício, os custos acabam sendo repassados aos demais passageiros?, justificou a relatora.

Manuela D?Ávila ressaltou também que o estatuto ainda será discutido e votado pelo Plenário, onde poderá sofrer modificações. ?Haverá espaço para os demais deputados, que não participaram da comissão especial, opinarem sobre o texto.?

Financiamento estudantil
Além dos benefícios na área de transportes, o estatuto assegura uma série de direitos, como meia-entrada para estudantes em eventos culturais e de lazer e financiamento estudantil em faculdades privadas reconhecidas pelo Ministério da Educação. O texto também prevê ações afirmativas para garantir o acesso ao ensino superior a jovens negros, indígenas, com deficiência e oriundos de escola pública.

A proposta prevê ainda a destinação gratuita de 50% das vagas dos cursos oferecidos pelo sistema SConjunto de órgãos e entidades (a maioria privados) que recebem contribuição de interesse de categorias profissionais ou econômicas, prevista na Constituição. As contribuições são recolhidas pelas empresas e incidem sobre as folhas de pagamento.
As entidades são: Senar, Senac, Sesc, Sescoop, Senai, Sesi, Sest, Senat, Diretoria de Portos e Costas do Ministério da Marinha (DPC), Incra, Sebrae e Fundo Aeroviário, vinculado ao Ministério da Aeronáutica. a ?jovens não aprendizes com dificuldades financeiras?. De acordo com Manuela D’Ávila, nos debates do estatuto, a educação com qualificação para o trabalho representou ?a maior angústia dos jovens?.

Parlamento Jovem
O presidente da comissão especial, deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), salientou que a aprovação do estatuto ocorreu no momento em que ocorre a sétima edição do Parlamento Jovem, cujo tema é ?O Jovem e o Mercado de Trabalho?. Durante esta semana, 77 estudantes de 16 a 22 anos participarão de atividades parlamentares simuladas, com apresentação de projetos, debates e votações nas comissões e no plenário.

Eleito presidente desta edição, Thiago Martins, do Rio de Janeiro, acredita que o estatuto irá contribuir para ?a transformação da vida da juventude brasileira?. Ele considera importantes medidas como a previsão de ações afirmativas e de transporte gratuito para estudantes. ?A integração da identidade nacional depende desse tipo de política pública?, disse.

Fonte: e-democracia

Para OsGemeos, falta o básico nas metrópoles: "grafite é superficial"

Dupla de grafiteiros fala ao iG Jovem sobre problemas sociais, início de carreira e o universo paralelo que criaram em muros e telas

Nas paisagens de Tritrez, o universo paralelo criado pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (conhecidos como a dupla de grafiteiros OsGemeos), a crítica ao poder sempre esteve presente. Mesmo que de forma indireta, irônica. E, em época de eleições, essa crítica fica mais aguçada do que nunca – como dá para ver na galeria de fotos ao lado. “O mínimo que a população deveria ter [nas cidades] é segurança, educação, saneamento”, afirmam. “Grafite é superficial nesse cenário”.

No ateliê da dupla: "Não focamos nosso trabalho só no grafite", contam
O iG Jovem bateu um papo exclusivo com a dupla, que hoje transcendeu o grafite e é um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira. Eles falaram sobre pedir latas de tinta no começo da carreira, sobre a exposição íntima que é fazer arte em muros e sobre uma recente batida de cabeça entre arte e eleições. Confira.
iG Jovem: Vocês viram que a organização da Bienal de São Paulo teve de cobrir uma obra do argentino Roberto Jacoby que retrata Dilma e Serra? (O TSE considerou que ela fazia política em espaço público, o que é proibido. A obra ficará coberta até o final da mostra, em 12 de dezembro)
OsGêmeos: É que aqui (o Brasil) é muito careta. Imagina, numa Bienal de Arte, você ter que tirar a arte de lá?! Tirar o ca*****.
iG Jovem: Se pudessem escolher um monumento ou lugar para grafitar, qual seria?
OsGemeos: A toda hora e em todo lugar a gente enxerga um mundo diferente. Achamos que a cidade inteira deveria respirar arte. Tudo deveria ser diferente. Mas há muitas outras coisas importantes para mudar nas metrópoles, além da necessidade de fazer um grafite num lugar marcante. Você sabe como são as cidades grandes. O mínimo que a população deveria ter é segurança, educação, saneamento. O básico. Grafite é superficial nesse cenário. Estamos decorando a cidade. É pouco. O legal é não ficar quieto, não estar conformado.
iG Jovem: Comparado com a época em que vocês estavam começando, dá para dizer que hoje é mais fácil conquistar notoriedade na street art?
OsGemeos: Hoje é super rápido e global. A internet facilita. A gente demorou 10, 15 anos para começar a vingar. Claro, tem um lado bom nisso, mas vemos que é preciso tomar um pouco de cuidado com essa facilidade. E não é uma questão de banalizar a arte. É de você não se enganar. Não se iludir. Porque a arte é séria em todos os gêneros. Você está se comunicando, se expondo. É você ali. Sua alma. E as pessoas estão vendo o que você está fazendo. Observando a sua essência materializada. E isso tem certo poder. O poder de influenciar outras pessoas. Fazer alguém se divertir, se emocionar.
iG Jovem: Mas a exposição através da internet está criando essa certa ilusão?
OsGemeos: Não, não achamos que seja assim. É pessoal mesmo. Você com você mesmo. É muito fácil você criar um personagem e fazer dele algo famoso. Vai do que você quer. Mas, se o objetivo é se encontrar através da arte, nós vemos que requer muito tempo de estudo e dedicação. No nosso caso, nós não fomos atrás da satisfação do ego, e sim da satisfação através do desenho.

Fama não motiva: "A arte é um alimento espiritual, uma necessidade"
iG Jovem: Depois de todo o reconhecimento internacional, dá para dizer que vocês são os expoentes da arte contemporânea no Brasil? Vocês se enxergam assim?
OsGemeos: Longe disso. A gente encontrou na arte um jeito de poder se sentir bem, realizar o que sempre imaginou. Desde criança a gente pensa o que a gente pinta. As coisas aconteceram naturalmente. Não visualizávamos ser grafiteiros para poder fazer uma exposição e viajar.
iG Jovem: Como era no começo?
OsGemeos: A gente colecionava a arte. Íamos às bibliotecas, achávamos um livro, uma figura, um grafite, aí a gente arrancava a página e levava para casa para admirar. Era tudo meio difícil. Aconteciam uns encontros de hip hop na Praça São Bento (em São Paulo) e nós frenquentávamos para dançar break, cantar rap. Na época quem grafitava era a geração ‘Tupinãodá’, com o Rui Amaral, o Zé Carratu e outros. Só que buscávamos outro estilo de grafite. Aos fins de semana, saíamos pela cidade fazendo murais junto com o Speto, Vitché, Binho e Tinho. E ao contrário da maioria, que pintava de noite porque tinha uma discriminação, a gente se aventurou e foi pintar de dia. Aí a polícia parava e perguntava: ‘Tem permissão?’ E a gente: ‘Claro’. Pô! Tínhamos nada. E foi legal porque criou uma autenticidade.
iG Jovem: Mas e as tintas? De onde vinham?
OsGemeos: Saíamos pedindo. Pedíamos para os funileiros. Também sempre moramos num bairro que possui muitas gráficas e os caras davam o que podiam para a gente. Resto de tinta, lata de spray. Aí passávamos no supermercado para pegar bico de desodorante e colocar no spray para poder ter um traço diferente. Era tudo na improvisação. Não é que nem hoje. Você vai numa loja de pintura e encontra uma variedade de produtos para poder fazer o seu grafite.
iG Jovem: Nesse contexto, qual a dica que vocês dão para quem está começando na arte?
OsGemeos: Poxa, é muito pessoal. Vai de cada um. Acreditamos que a arte é um instrumento que pode ser uma fuga, um alimento espiritual, uma necessidade. E não importa se é grafite, música, circo, dança, teatro. Ou se é contemporâneo, ou afro. O lance é você ter um motivo de estar fazendo isso. Não é uma coisa ‘Pô, se ele deu certo, eu também quero dar’. No nosso caso, precisamos da arte para poder falar com as pessoas. Ter dado certo foi uma consequência. Se tivermos que falar algo é para as pessoas correrem atrás dos seus sonhos.

"Sempre criamos, desde criança, em caixas de papelão, madeira da feira…"
iG Jovem: Como é o desafio de sair dos muros para as obras e as telas?
OsGemeos: É simples. Não focamos nosso trabalho só no grafite. Viemos daí, mas nunca fomos só grafite. Sempre tivemos um leque e canalizamos. Sempre criamos, desde criança, em caixas de papelão, caixas de madeira da feira, com papel machê. Sempre quisemos experimentar outras formas de expressão. Vídeo e animação também. O tridimensional completa o que a gente quer transmitir no nosso trabalho. Facilita um pouco mais para quem aprecia e quer entender esse hiato que passa na nossa cabeça. Nossa percepção de tudo.
iG Jovem: Depois de Tritrez [o universo paralelo criado pelos irmãos], ainda há espaço para outro mundo da cabeça OsGemeos?
OsGemeos: Não, é esse. É uma coisa mais espiritual nossa. Existe, claro, outros universos que a gente quer conhecer, quer explorar. Mas esse é a nossa base, nossa essência, de onde vêm as nossas criações. Esse é o nosso universo paralelo.

Fonte: IG

EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO

Manifesto de Reitores das Universidades Federais, à Nação Brasileira

Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.

Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.
Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.

Alan Barbiero – Universidade Federal do Tocantins (UFT)
José Weber Freire Macedo – Univ. Fed. do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Aloisio Teixeira – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Josivan Barbosa Menezes – Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman – Univ. Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea – Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Maria Beatriz Luce – Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges – Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alexandre Netto – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho – Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli – Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR)
Miriam da Costa Oliveira – Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA (UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira – Univ. Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Damião Duque de Farias – Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller – Universidade Federal da Santa Maria (UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu – Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade – Univ. Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
Ricardo Motta Miranda – Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Hélio Waldman – Universidade Federal do ABC (UFABC)
Roberto de Souza Salles – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho – Univ. Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Romulo Soares Polari – Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias – Universidade Federal do Ceará – UFC
Sueo Numazawa – Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
João Carlos Brahm Cousin – Universidade Federal do Rio Grande – (FURG)
Targino de Araújo Filho – Univ. Federal de São Carlos (UFSCar)
José Carlos Tavares Carvalho – Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Thompson F. Mariz – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
José Geraldo de Sousa Júnior – Universidade Federal de Brasília (UNB)
Valmar C. de Andrade – Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
José Seixas Lourenço – Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Virmondes Rodrigues Júnior – Univ. Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Walter Manna Albertoni – Universidade Federal de São Paulo ( UNIFESP)

(Fonte: http://diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/14599-manifesto-de-reitores-das-federais-educacao-brasil-esta-no-rumo-certo)