A Política em Vídeos

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Nova pesquisa mostra diferença de 5% entre as torcidas de Fla e Timão

Uma nova pesquisa sobre torcidas de futebol aponta mais uma vez a do Flamengo como a maior do Brasil. De acordo com o Instituto Análise/Insight Comunicação, 22% dos adultos brasileiros são rubro-negros, contra 17% de corintianos e 11% de são-paulinos. A diferença de 5% entre Fla e Timão é 2% a mais do que a da pesquisa do Datafolha do mês passado, que mostrou a torcida rubro-negra com 17% e a alvinegra com 14% – a do São Paulo teve 8%.

A pesquisa foi realizada entre abril e dezembro de 2009, em 70 cidades, abrangendo todas as regiões metropolitanas e o interior do país. Foram 9 mil entrevistas pessoais e domiciliares. A amostra representa a população adulta brasileira, a partir dos 16 anos, e inclui as classes A, B, C, D e E.

A torcida do Atlético-MG aparece em 14º lugar na pesquisa, com apenas 1%, mas só foram considerados os torcedores que identificaram o time pelo nome completo; ou seja, quem chamou o Galo de “Atlético” não foi considerado, o que pode ter prejudicado sua colocação na pesquisa. O Palmeiras ficou em quarto lugar, com 9%, e o Vasco tem a quinta maior torcida, com 6%, mesmo percentual que declarou torcer apenas pela seleção brasileira.

No quesito renda familiar, o São Paulo lidera entre os três mais populares. A torcida tricolor tem média de R$ 1.517,45, contra R$ 1.336,37 dos corintianos e R$ 1.149,09 dos rubro-negros. Entretanto, a torcida com maior renda média familiar é a do Internacional, com R$ 1.657,69, à frente de Santos (R$ 1.654,72) e Fluminense (R$ 1.647,52).

A torcida do Flamengo volta a ficar na frente quando o assunto é poder de compra. O potencial de consumo dos rubro-negros, medido através da multiplicação da renda familiar pelo tamanho da torcida, é de 20,8%. Os corintianos somam 19,1%, e os são-paulinos, 13,7%.

Encontro na BA redige documento que será apresentado às nações na Converência Mundial #Juventude

 

Entre os dias 24 e 26 de maio a cidade de Salvador na Bahia sediou a Pré-Conferência de Juventude das Américas. O evento reuniu 259 pessoas (jovens e adultas), representando governos, parlamentos e membros da sociedade civil do Brasil e de outros 29 países. A pré-conferência antecede a Conferência Mundial de Juventude (CMJ), agendada para o período de 23 a 27 de agosto, na cidade de Léon, Estado de Guanajuato, no México.

A CMJ faz parte das comemorações da Organização das Nações Unidas (ONU), que elegeu 2010 como o Ano Internacional da Juventude. O objetivo da entidade é estimular jovens de todo o mundo a se engajarem na conquista dos Objetivos do Milênio (ODMs), que buscam reduzir uma série de males sociais até 2015, entre eles, o combate à fome, à extrema pobreza, à mortalidade infantil e à falta de acesso à educação.

A pré-conferência de Salvador foi organizada pelo Brasil a pedido do governo mexicano, em reconhecimento ao esforço que o país vem empreendendo nos últimos anos. Um empenho que visa consolidar uma política de juventude que seja capaz de assegurar plenamente os direitos dos jovens, para que estes exerçam, na prática, o papel de protagonistas nos projetos prioritários do país.

O evento esteve sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o governo da Bahia e com apoio da ONU, por meio de várias agências como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/ AIDS (UNAIDS), entre outras; contou também como apoio de outros organismos internacionais, como a Organização Ibero-Americana da Juventude (OIJ).  

Brasil como importante protagonista para as políticas públicas de juventude

Para Eugênio Ravinet, secretário Geral da OIJ, o Brasil tem se mostrado um importante colaborador para a efetivação das políticas públicas de juventude. “A partir do ano de 2005 o Brasil se tornou eficiente ao implementar a sua secretaria de Estado da juventude, com uma série de boas práticas e programas. Programas de vanguarda para inclusão social dos jovens, onde nesses cinco anos se produziu muito”, afirma Ravinet.

O protagonismo brasileiro também foi ressaltado por Marcela Suazo, coordenadora do grupo de Trabalho do ONU para a Conferência da Juventude e diretora Regional para a América Latina e Caribe do UNFPA. “A liderança demonstrada pelo Brasil indica a importância dos jovens para essa região. Pois esta conferência, organizada aqui, representa o maior evento intergovernamental em termos mundiais, pois há doze anos o mundo não se reúne para discutir a agenda de juventude e as metas do Desenvolvimento do Milênio”, argumenta Marcela.  

Já para Beto Cury, secretário Nacional de Juventude e anfitrião do evento baiano, a importância do encontro se dá por aprofundar os problemas que afligem os jovens. “Como superar os problemas de emprego, de violência que constituem a América Latina e a América do Norte, tendo os jovens como protagonistas dessas mudanças?”. Ainda para Beto, os tempos atuais são mais propícios e abertos a tais alterações, pois, felizmente, os países estão mudando. “Há mais de trinta anos atrás muitos países conviviam com ditaduras. Agora, a democracia não será completa se todos os países envolvidos não derem acesso às juventudes, como verdadeiros protagonistas deste processo”, declara Beto.

A importância do documento formatado na Bahia

A Carta da Bahia, documento final da pré-conferência, é uma análise da situação da juventude na região das Américas. Postula um chamado à ação e apresenta proposições com vistas a mudar paradigmas e a ampliar os enfoques de juventude na consecução dos Objetivos do Milênio (ODMs), consagrados por todos os países membros das Nações Unidas, cujo alcance só será possível com a redução das desigualdades e da pobreza, e com a promoção de um desenvolvimento equitativo, socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente sustentável.

São signatários deste documento todos os 29 países participantes da pré-conferência e o mesmo será apresentado em agosto, no México, na CMJ, juntamente com os outros documentos produzidos nas outras pré- conferências pelo mundo.

Jovem que fuma uma vez ao mês pode ficar viciado

Adolescentes que fumam uma vez ao mês podem estar no caminho para a dependência, principalmente se apresentarem sintomas precoces, como ânsia de fumar ou irritação quando não podem fazê-lo.

SXC

O  risco é maior quando o adolescente apresenta sintomas precoces, como  desejo de fumar

Risco é maior quando adolescente apresenta sintomas precoces, como desejo de fumar

Essa é a conclusão de um estudo publicado no periódico científico “Pediatrics”, que acompanhou 370 voluntários durante quatro anos.

Os adolescentes foram submetidos a 11 entrevistas individuais, de 2002 a 2006, sobre a presença de sintomas da dependência. Neste período, 62% deles fumavam ao menos uma vez por mês, 52% tinham sintomas de dependência e 40% tornaram-se fumantes diários.

Os pesquisadores observaram que a frequência com que os jovens fumavam era um indicativo de sintomas de dependência na entrevista seguinte.

Por sua vez, o número de sintomas estava relacionado a um aumento da frequência de consumo. Fumar no mínimo uma vez ao mês -ou por semana, como ocorreu em alguns casos- foi um fator de risco forte para o aparecimento de sintomas, como grande desejo de fumar, seguido por sintomas de abstinência da nicotina, aumento da frequência de consumo para diária e relatos de sensação de dependência e de dificuldade para se controlar.

Os sintomas de dependência de nicotina são desejo persistente de fumar (que leva à troca de outros prazeres pelo cigarro), necessidade de fumar mais para ter o mesmo benefício (como redução da ansiedade) e vontade compulsiva de fumar (síndrome de abstinência).

Segundo o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, coordenador do PrevFumo (ambulatório de controle do tabagismo da Unifesp), durante a fase de iniciação -em que o consumo está vinculado ao convívio com amigos e a baladas- surgem sintomas mais tênues, que sugerem a dependência ou o caminho para sua instalação.

“É o interesse de estar próximo a pessoas que fumam, carregar isqueiro, selecionar amizades com base no fato de as pessoas serem fumantes ou não. E o desejo -não a compulsão- de fumar em situações especiais, como na balada”, diz.

Investigação

O tabagismo na adolescência ainda é pouco investigado, afirma o pneumologista. No Brasil, a idade média de iniciação vai de 13 a 15 anos.

“O esforço, para essa geração de crianças e adolescentes, está em descobrir como prevenir que eles se tornem fumantes. Estamos aprendendo que ter pais ou melhor amigo que fumam, frequentar ambientes onde é permitido fumar e sentir prazer nisso são fatores de risco para que experimentem cigarros, iniciem-se no consumo regular e, enfim, tornem-se dependentes”, diz.

Para Ciro Kirchenchtejn, coordenador do Centro de Tratamento de Tabagismo do hospital Oswaldo Cruz, o uso recreativo da nicotina tem muito mais chance de levar à dependência do que o de outras drogas. “Para criar dependência, não requer mais do que poucas semanas ou meses”, diz.

Para Alegrar o DIa

A vizinha da poltrona ao lado

O homem está sentado no avião, ao lado de uma menininha. O cara olha a criança e lhe diz:
Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida. O que você acha?

A menina, que acabara de abrir um livro para ler, o fecha lentamente e responde com voz suave:

– Sobre o que gostaria de conversar?
– Bom, não sei… – disse o homem. – Que tal física nuclear? – e mostra um grande sorriso.
– Bom.- diz a pequena – Esse parece ser um tema interessante. Mas, antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas esverdeadas. Por que o senhor acha que isto acontece?
O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensa durante uns momentos e responde:

– Hmmm, não faço a menor idéia.

E então, a menininha diz:

– Sinceramente, como o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear, se não entende de bosta nenhuma?