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Estudante cobra investimento nos profissionais da educação

 

Nesta entrevista,  o Observador da Escola Filipe Monteiro conversa com a estudante Graziele Castro, da Escola Estadual José Bonifácio, em Contagem (MG). Para a jovem, a escola dela merece a nota seis e precisa de mais recursos, inclusive, para os professores

EMdiálogo – Como você avalia a educação no Brasil? E na sua escola?
Graziele Castro – No Brasil é uma educação muito fraca em termos de conteúdo. E na escola que estudo, considero que os meios educacionais também deixam a desejar.

EMdiálogo – Quais os princípios básicos para uma educação de qualidade?
Graziele Castro – Investimentos e reconhecimentos dos profissionais da área.

EMdiálogo – Você acredita que possa existir educação de qualidade na sua cidade?
Graziele Castro – Sim, desde que haja uma infra-estrutura adequada para um melhor rendimento dos serviços dos profissionais, o que acarretará no melhor aproveitamento do conteúdo pelos alunos.

EMdiálogo – Quais os principais problemas que você enfrenta no seu cotidiano, no que diz respeito a educação?
Graziele Castro – O conteúdo. Às vezes o que é passado para nós é um conteúdo deficiente, então, ao fazermos provas e concursos, somos prejudicados por esse déficit do ensino público.

EMdiálogo – Na relação aluno e  professor qual a principal  dificuldade? Como é a sua relação com seus professores?
Graziele Castro – A principal dificuldade é a relação propriamente dita. É a aceitação de opiniões diferentes. Considero minha relação com alunos e professores como boa, consigo conviver bem com as pessoas, nunca deixando de lado o mais importante de uma relação, que é o respeito.

EMdiálogo – Você se considera um bom aluno (a)?
Graziele Castro – Sim. Respeito os professores e alunos e procuro desempenhar um bom papel, apesar de nos últimos meses não estar obtendo bons resultados por falta de interesse da minha parte.

EMdiálogo – Como é a infra-estrutura?
Graziele Castro – Ruim. A escola está toda velha, não há espaço para atividades esportivas e nem para uma apresentação decente de projetos culturais. E isso limita a realização de nossas ideias e projetos.

EMdiálogo – Como é a disciplina dos alunos?
Graziele Castro – Boa, no entanto não concordam comigo os diretores e alguns professores.

EMdiálogo – Como é a relação entre a diretoria e alunos?
Graziele Castro – Boa. O que precisa melhorar é a forma com que vêem a opinião dos alunos. Algumas vezes pensam que nossas idéias são prejudiciais á escola, no entanto só estamos tentando torna-la mais agradável para ambas as partes.

EMdiálogo – Há liberdade de expressão?
Graziele Castro – Não. Só o colegiado fala e sempre falam sem consultar o resto dos alunos, sendo assim, o colegiado funciona como “diretores mirins”. Nunca tomam conhecimento do querem os alunos e assim tem as mesmas atitudes da diretoria.

EMdiálogo – Se tivesse a oportunidade de mudar de escola, como por exemplo, um    convite  de um outro diretor você iria para a outra escola ou ficaria na sua escola atual?
Graziele Castro – Iria para outra escola caso ela fosse melhor. E se tivesse condições iria para um colégio particular.

EMdiálogo – O que tem de bom na sua escola e que tem de ruim?
Graziele Castro – De bom, as amizades que fazemos com as pessoas tanto professores quanto alunos. De ruim, o fraco e deficiente ensino que é oferecido não só nesta escola como em praticamente todas da rede pública.

EMdiálogo – Há assistência do governo para a escola?
Graziele Castro – Sim, mais ainda precisa investir muito mais, e também fiscalizar a administração desses recursos.

EMdiálogo – De modo geral dê uma nota para a escola onde estuda de 1 à 10.
Graziele Castro – Nota 6.

* É Observador pelo EMdiálogo e estudante da Escola Estadual José Bonifácio, em Contagem (MG)

2009/11/23 Publicado por edsonjrodrigues | Artigos, Juventude | , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Defina o que vc acha da Foto

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2009/11/23 Publicado por edsonjrodrigues | Geral | | Sem comentários ainda

2 + 2 São…..

MUITO BOA MESMO…

ACASALAMENTO……….

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2009/11/23 Publicado por edsonjrodrigues | Geral | | Sem comentários ainda

Os 10 Mandamentos de uma BOa RelaÇão

 

Respeito
Deve estar em primeiro lugar em qualquer relação. Nunca deve ser posto em causa e os seus limites não devem ser ultrapassados. Ao contrário de outros sentimentos, que, mais ou menos demonstrados ou esquecidos, não põem em causa uma relação, a quebra de qualquer limite de respeito é um caso sério. Assim, antes de soltar uma palavra mais agressiva em direcção ao outro, pense duas vezes e controle-se. Uma vez dita, até pode ser perdoada, mas não será esquecida. Gritar, refilar, barafustar, tudo bem – mas insultar, calma. Não vá por aí…

Cumplicidade
Só ao fim de alguns anos de vida em comum se consegue chegar àquele ponto em que as palavras são substituídas pelo silêncio e há, à mesma, entendimento. É quando nos silêncios existe conforto e nos olhares se percebe aquilo que o outro está a sentir e a pensar. É sinal de que se tem empatia pelo outro e que é tão natural pensarmos naquilo que sentimos como no que o outro está a pensar.

Fidelidade
Não só física, mas também mental e emocional. De que lhe adianta nunca ter relações sexuais com outro homem além do seu companheiro, se depois partilha segredos íntimos com outra pessoa em vez de o fazer com aquele com quem está? A fidelidade está também nos pensamentos e nos sentimentos, não apenas nos actos. Ninguém lhe diz que se penitencie quando pensa que o vizinho do lado é um naco. Mas quando faz tudo para esbarrar com ele no elevador só para flirtar e lançar-lhe sorrisos derretidos, já está a pisar o risco.

Sexo
Não estamos a falar de quantidade, até porque neste campo não há números normais. Cada casal tem o seu próprio ritmo, equilíbrio e gosto. Não se compare com a sua melhor amiga, nem se sinta culpada se, por exemplo, ficar satisfeita apenas com duas ou três relações sexuais por semana. Mais importante do que os números é a satisfação pessoal. É importante que cada um respeita aquilo de que o outro gosta, e sobretudo que não tenha medo de pedir, experimentar e dizer que não está satisfeito. Ao contrário do que muitos pensam, falar sobre sexo é ainda a melhor forma de se mostrar ao outro do que se gosta.

Amizade
O homem que está ao seu lado deve ser o seu melhor amigo. Mesmo que ele não consiga ajudá-la a resolver alguns dos seus problemas, é com ele que deve confiar as suas emoções, boas e más, e é ele que tem a obrigação de aturar o seu mau feitio quando está em baixo. A mesma regra se aplica a si. Se ele quer passar horas a jogar no computador ou a fazer maratonas de séries de televisão porque não consegue dormir e está de mau humor, deixe-o. Ser amigo é estar disponível, mas é também dar espaço.

Partilha
Do mau, do bom, do mais ou menos e do excelente. Aquela frase do casamento "na saúde e na doença, na alegria e na tristeza" é mesmo para levar a sério. Não deve haver temas tabu dentro de casa ou num relacionamento. Talvez uma excepção para o futebol ou algo do género… E deve sentir-se à vontade para falar com ele sobre tudo, até mesmo aquelas coisas meio tontas das mulheres. Também os sentimentos são para partilhar. E esqueça a técnica do "não tenho nada" quando ele lhe pergunta se tem alguma coisa porque está aborrecida. Eles não adivinham! E não conseguem ver nada a não ser que esteja à frente deles. Acredite que não vai conseguir mudae esta faceta masculina, por isso mais vale falar quando está triste e explicar-lhe porquê. Da mesma forma, deve dizer-lhe se ele fez alguma coisa bem.

Carinho
Um toque no rosto, um beijo, uma festa no cabelo, um olhar. Quando foi a última vez que teve um destes gestos para com o seu companheiro? Se, apesar de estarem juntos há muito tempo, continua a fazê-lo, pode passar para a casa seguinte, senão o melhor é começar de novo. Não chega sentir, é preciso demonstrar. A pessoa que está ao nosso lado, ainda que seja temporariamente, merece a nossa atenção e a nossa demonstração de afecto.

Confiança
Anda de mão dada com a fidelidade e a amizade. Se não confia no seu parceiro, confia em quem? Antes de duvidar, confie. Se não consegue construir uma relação com base na confiança, vai ser difícil para ele conseguir conviver consigo. Qualquer telefonema, qualquer conversa mais "enigmática" vai levantar suspeitas que podem não ter algum fundamento. Se alguma amiga lhe diz que o viu a almoçar com outra mulher, antes de explodir, acredite que pode não ser nada. Lembre-se sempre de que não é o facto de desconfiar de tudo e de todos que vai evitar que o seu parceiro faça alguma coisa. Quando confia, pelo menos garante um melhor ambiente na relação. E dá.lhe a ele menos motivos para pensar noutras mulheres, uma vez que se sente muito bem ao seu lado.

Honestidade
A verdade dói, mesmo aquela que parece tão fácil de dizer e de aceitar. Mas a mentira dói mais. E duplamente: porque se mentiu e porque se revela a verdade. É preferível sofrer apenas uma vez. Não é preciso dizer tudo o que pensa, principalmente quando é qualquer coisa sobre o seu vizinho, mas os seus sentimentos são para ser lidos como um livro aberto e o que faz e pode prejudicar a sua relação também é para ser dito. Mesmo o que parece não ter importância. Se vai almoçar com um colega de trabalho e "omite" o facto, alguma coisa está errada. Não deveria antes pensar que se não há mal nenhum, não há razão para esconder?

Compreensão
A maior parte das discussões surge porque antes de pararmos para pensar, partimos para a gritaria. O primeiro passo a dar é, perante a tristeza ou o aborrecimento do outro, perceber o que ele sente e se tem ou não razão. Não adianta continuar a ver a situação com os seus olhos. Assim, se fizer o simples exercício " e se eu estivesse no lugar dele?", vai ver que o caso muda ligeiramente de figura.

2009/11/23 Publicado por edsonjrodrigues | Geral | , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Fernando Haddad: os oito avanços do governo Lula na Educação

 

Uma boa maneira de julgar a atuação de um governante numa área específica é avaliar as mudanças constitucionais avalizadas por sua base de sustentação, sem a qual é impossível aprovar uma emenda constitucional, com ou sem o apoio da oposição.
Por Fernando Haddad, na Folha de S.Paulo

O governo Lula aprovou, com o apoio da oposição, duas emendas constitucionais (nº 53 e nº 59) que alteraram significativamente oito dispositivos da maior relevância para a educação.

1) Obrigatoriedade do ensino dos quatro aos 17 anos. Nesse particular, nossa Constituição está entre as mais avançadas do mundo. Em editorial, esta Folha defendeu a seguinte tese: "Falta uma medida ousada, como estender a obrigatoriedade para todo o ensino básico, até a terceira série do nível médio". Cinco meses depois, a emenda constitucional promulgada vai além, ao garantir a universalização da pré-escola, sem o que a obrigatoriedade do ensino médio se tornaria pouco factível.

2) Fim da DRU da educação. A Desvinculação de Receitas da União retirava do orçamento do MEC, desde 1995, cerca de R$ 10 bilhões ao ano. Depois da tentativa frustrada de enterrá-la por ocasião da prorrogação da CPMF, em 2007, o Congresso finalmente pôs fim à DRU, valendo-se dos últimos três orçamentos de responsabilidade do governo Lula.

3) Investimento público em educação como proporção do PIB. O atual Plano Nacional de Educação (PNE 2001-2010) previra a "elevação, na década, por meio de esforço conjunto da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, do percentual de gastos públicos em relação ao PIB, aplicados em educação, para atingir o mínimo de 7%". O dispositivo foi vetado, em 2001, com o seguinte argumento: "Estabelecer, nos termos propostos, uma vinculação entre despesas públicas e PIB, a vigorar durante exercícios subsequentes, contraria o disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal".
A saída para o próximo PNE foi aprovar norma de hierarquia superior. Com a emenda constitucional nº 59, torna-se obrigatório o "estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do PIB".

4) Piso salarial nacional do magistério. O Pacto pela Educação, firmado em 1994 no Palácio do Planalto, previa a fixação de um piso salarial para todos os professores do país. Renegado, o compromisso, enfim, tornou-se realidade. Em 1º de janeiro de 2010, o piso deverá ser totalmente integralizado e observado por todos os Estados e municípios.

5) Fundeb. O Fundo da Educação Básica, que substituiu o Fundef, multiplicou por dez a complementação da União que visa equalizar o investimento por aluno no país, além de incluir as matrículas da educação infantil, do ensino médio e da educação de jovens e adultos, desconsideradas pelo fundo anterior, restrito ao ensino fundamental regular.

6) Repartição e abrangência do salário-educação. Os recursos do salário-educação, mais do que duplicados, antes destinados apenas ao ensino fundamental, podem, agora, financiar toda a educação básica, da creche ao ensino médio, e sua repartição passou a ser feita entre Estados e municípios pela matrícula, diretamente aos entes federados.

7) Ensino fundamental de nove anos. As crianças das camadas pobres iniciam agora o ciclo de alfabetização na mesma idade que os filhos da classe média, aos seis anos, garantindo-se o direito de aprender a ler e escrever a todos.

8) Extensão dos programas complementares de livro didático, alimentação, transporte e saúde escolar, antes restritos ao ensino fundamental, para toda a educação básica, da creche ao ensino médio. Pode soar inacreditável, mas, até 2005, os alunos do ensino médio público não faziam jus a nada disso.

Mesmo que fosse possível deixar de lado as reformas infraconstitucionais no nível da educação básica, profissional e superior enfeixadas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), a profundidade dessas mudanças estruturais já justificaria um governo.

No tempo certo, as novas gerações se debruçarão, com o distanciamento devido, sobre um evento tão cheio de significado histórico quanto a presidência de Lula, suas semelhanças e colossais diferenças, e hão de notar o sentido progressista em que foi reescrito o capítulo consagrado à educação na nossa lei maior.

* Fernando Haddad é ministro da Educação

2009/11/22 Publicado por edsonjrodrigues | Artigos | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Chávez convoca a 5ª Internacional Socialista na Venezuela

 

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, convocou neste sábado (21) a 5ª Internacional Socialista em um encontro com representantes de mais de 50 partidos de esquerda reunidos em um evento realizado em Caracas desde quinta-feira (19). "Atrevo-me a convocar a 5ª Internacional para retomar a 1ª, a 2ª, a 3ª, a 4ª", disse Chávez, entre aplausos dos participantes.

Chávez

Chávez e Evo Morales com representantes de partidos de esquerda reunidos em Caracas

Chávez recordou que passaram 145 anos da convocação de Karl Marx da 1ª Internacional; 120 anos da 2ª Internacional convocada por Friedrich Engels; 90 anos da convocação de Lenin da 3ª Internacional e 71 anos da convocação de Trotsky da 4ª Internacional.
Na opinião do mandatário, o mundo novo, necessário e possível, nasceu só que o império estadunidense e seus aliados o querem liquidar antes de que cresça.

Manifestou que esse império velho, essa classe dominante de idéias retrógadas, racistas e fascistas anda cheio de ódio com a espada levantada tratando de cercear a esperança que nasceu.
"Acho que a 5ª Internacional é uma responsabilidade porque a crise a nível mundial se acelera", proclamou.
"Se fosse possível ao Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e outro partido deste mundo conformar o primeiro núcleo da 5ª Internacional, o faríamos", disse Chávez.

E acrescentou: "estou certo de que se poderia contar com mais levando em conta que estão aqui reunidos 52 organizações partidárias de esquerda".
O presidente venezuelano disse que as organizações partidárias presentes ao encontro devem refletir sobre a convocatória da 5ª Internacional e depois responder se é oportuna esta convocação.

Neste sábado, os representantes dos diversos partidos da izquierda internacional que assistem ao encontro que se realiza em Caracas discutem o documento final onde esperam condenar a instalação de bases militares norte-americanas em território colombiano, assim como o apoio a diversos movimentos revolucionários em várias partes do mundo.

Entre as principais propostas a serem incluídas no texto está a condenação enfática ao golpe de Estado en Honduras e à continuidade do bloqueio econômico imposto pelos EUA contra o povo cubano.
Com informações da Prensa Latina

Fonte: Imprensa Latina

2009/11/22 Publicado por edsonjrodrigues | O Mundo | , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Avante Flamengo.

http://www.youtube.com/watch?v=6zF8-ttQgj0&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=mjSwIKzdc8k&feature=related

2009/11/21 Publicado por edsonjrodrigues | Videos | , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Erro de calculo. Imagens Fortes

Alguém (Engenheiro ou Arquiteto) não previu que a conjugação dos desenhos do muro com o ângulo do sol em uma determinada hora do dia iria resultar a sombra abaixo !!!

2009/11/21 Publicado por edsonjrodrigues | Geral, Imagens | | Sem comentários ainda

Países sul-americanos discutem juventude e trabalho decente

Representantes governamentais e de órgãos da sociedade civil que trabalham com políticas inclusivas para a juventude da Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai estão reunidos em Brasília para a oficina técnica cujo tema é Trabalho Decente e Juventude. Durante os dias 19 e 20, os participantes estarão trocando experiências bem sucedidas sobre a temática da inclusão do jovem no mercado de trabalho, um problema mundial.

O assessor da Secretaria Nacional de Juventude, Carlos Odas ressaltou a importância do encontro no seu objetivo de buscar uma agenda em comum entre os países sul-americanos para tratar a questão das políticas públicas voltadas para a juventude. “É uma ótima oportunidade, dada a diversidade dos participantes, para trocarmos experiências e buscarmos apontamentos que levem a construção de um roteiro de ações que ajudem os governos a priorizarem o tema juventude”, falou.

A diretora do escritório brasileiro da Organização Internacional do Trabalho, Lais Abramo abriu os trabalhos ontem (19), com dados do relatório da Agenda do Trabalho Decente. Segundo ela, a OIT tem a meta de trabalhar por políticas que promovam uma melhor formação e inserção dos jovens no mercado de trabalho.

“É necessário que os órgãos governamentais invistam prioritariamente em políticas que reduzam a expulsão dos jovens do sistema educacional”, afirmou. Ela também acrescentou que são importantes políticas que conduzam ao incremento das oportunidades de emprego dos jovens e de sua formação profissional. “Medidas que incentivem a contratação no emprego formal e que promovam a certificação de competências profissionais são fundamentais para combater o desemprego na juventude”, afirmou.

A consultora do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Eliane Ribeiro apresentou os dados da pesquisa Juventudes Sul-americana realizada, em parceria com o Instituto Polis, em 2008 e 2009, com 14 mil pessoas da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Ela explicou que foram entrevistados jovens e adultos para saber a percepção deles sobre o tema juventude.

“Descobrimos que 60% dos jovens trabalham, mesmo que informalmente. Sendo que 40% dos pesquisados apontaram a violência como uma das maiores preocupações. A educação de baixa qualidade foi apontada por 38% dos entrevistados como uma questão preocupante”, apontou.

Segundo Eliane o curioso da pesquisa é que jovens e adultos estão muito próximos nas opiniões e anseios. “Apesar de toda diversidade todas reivindicações convergem para um ponto comum que é a mais oportunidades de trabalho e melhor educação”, afirmou. Em 2010, a pesquisa será transformada em livro para ser utilizada por todos que se interessam pela temática da juventude.

Troca de experiências
Ao fim das apresentações das pesquisas, os representantes dos países apresentaram suas perspectivas e programas de inclusão voltados para a área. O argentino Pablo Reyner, secretário de juventude do Sindicato dos Trabalhadores Argentinos disse que a situação ocupacional dos jovens em seu país é preocupante. Ele criticou as medidas neoliberais que durante 30 anos prejudicaram os jovens argentinos. “Trabalhamos junto com o governo desde 2003, para criar programas que criem oportunidades laborais para os jovens de nosso país”, afirmou.

Sobre as iniciativas, ele citou o programa Padre Mugica que por meio de ações conjuntas de vários ministérios busca criar oportunidades de para a juventude. “A base do programa é investir em educação e qualificação para que o jovem possa sair da informalidade. Hoje cerca de 600 mil são beneficiados”, disse.

O secretário de juventude do Ministério do Trabalho do Chile, Luis Rusque concordou com o colega argentino que é necessário que a sociedade civil trabalhe em parceria com o governo. “Todas as ações voltadas para a inserção do jovem no mercado de trabalho devem ser feitas em conjunto com todos os ministérios”, ressaltou.

Ele informou que 35% dos jovens estão desempregados e que o problema é mais grave para o jovem que tem menos recursos. Rusque citou como exemplo de iniciativa o programa Lei de Subsídio ao Emprego, que consiste em incentivos financeiros aos empregadores que contratam jovens.

A oficina prossegue nesta sexta-feira (20), com mais debates e trocas de experiências entre os participantes. O evento é promovido pela Reunião Especializada da Juventude do Mercosul (REJ), com apoio da Unesco, do Instituto Nacional de La Juventud (INJU) e da Secretaria Nacional de Juventude.

Por assessoria de Comunicação do Conjuve

2009/11/21 Publicado por edsonjrodrigues | Educação, Geral, Juventude, O Mundo | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Projovem Trabalhador leva qualificação para jovens

Capacitar para o mercado de trabalho é a principal proposta do ProJovem Trabalhador – modalidade Juventude Cidadã, que até o fim deste ano vai atender 188.760 jovens em todo o pais. O maior número de vagas está direcionado para o Nordeste, onde 72.960 educandos serão preparados para uma ocupação. Na Região Sudeste, 40.200 jovens terão acesso a cursos profissionalizantes; no Sul; 27.800; no Centro-Oeste, 24.500 e no Norte, 23.300.

Executado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em parceria com estados e municipios, o ProJovem Trabalhador tem como finalidade preparar jovens para o mercado de trabalho e para ocupações alternativas geradoras de renda. Podem participar do programa jovens desempregados com idades entre 18 e 29 anos, que sejam membros de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e estejam freqüentando o ensino fundamental ou médio, ou cursos de educação de jovens e adultos, ou terem concluído o ensino fundamental ou médio.

O ProJovem Trabalhador já é executado em todo o país, como em Poços de Caldas (MG). Lá, as aulas foram iniciadas no começo de julho. Com 250 horas, os cursos estão previstos para terminar em 22 dezembro. Os alunos recebem treinamento nas áreas de Administração, Agroextrativismo, Arte e Cultura, Beleza e Estética, Comunicação e Marketing Social, Construção e Reparo e Turismo.

Inscrições abertas – A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) recebe até o dia 28 de julho inscrição para o programa Projovem Trabalhador. Serão selecionados 5.500 jovens interessados em participar dos cursos e ações de qualificação social e profissional em 30 municípios.

Na inscrição são exigidos original e fotocópia dos seguintes documentos: RG ou Certidão de Nascimento ou Casamento; Carteira de Trabalho; Cartão do PIS; comprovante de residência; comprovante de escolaridade; declaração ou comprovante de rendimento próprio ou familiar.

Mais informações podem ser obtidas no site da Funtrab e na página do programa, no site do MTE.

2009/11/21 Publicado por edsonjrodrigues | Geral, Juventude | , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário