CASO AFROREGGAE

Caso AfroReggae: Justiça decreta prisão preventiva de policiais acusados

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Líder do grupo chama policiais de ‘bandidos fardados’ e comandante da PM exige retratação

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Governador do Rio exonera relações-públicas da PM que defendeu policiais

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Cabral diz que major agiu como advogado de defesa dos policiais

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Comandante da PM diz que policiais podem ser expulsos da corporação

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Polícia divulga retrato falado de suspeito de assassinar coordenador do AfroReggae

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Brasileiros são presos por utilizar ilegalmente satélite americano

 

Sites de notícias internacionais, como o Boing Boing estão falando a respeito do Brasil. Em 8 de Março, o satélite FLTSAT-8 da marinha americana irrompeu em transmissões ilegais. Brasileiros comemoravam o primeiro gol do jogador Ronaldo pelo Corinthians.

Para utilizar o satélite, caminhoneiros, madeireiros ilegais e outros utilizavam um transmissor de rádio que opera na frequência de 144 a 148MHz, um duplicador de frequência, bobinas e um diodo, permitindo que o rádio operasse à frequiencia de 292 a 317MHz, a mesma dos satélites FLTSATCOM.

Todos os itens necessários podia ser adquiridos por menos de R$ 1.100 em qualquer parada de caminhões. “Eu já vi mais de um desses em lojas de reparo de caminhões. Homens quase analfabetos montavam um em menos de um minuto, enrolando fio em uma bobina”, disse o radioamador Adinei Brochi, que publicou na internet um PDF extenso detalhando o assunto, disponível pelo atalho tinyurl.com/cmagmp.

A utilização do sinal desse satélite, chamado de “Bolinha” já vem sendo feita desde os anos 90, e permitia a comunicação a distâncias muito maiores do que as comumente utilizadas pelos rádioamadores. Criminosos como madeireiros ilegais e traficantes utilizavam o “gato” para trocar informações a respeito de fiscalizações e batidas policiais.

Uma dessas conversas foi interceptada em um vídeo, publicado no YouTube (link: tinyurl.com/dfshld. Na conversa, um homem alerta um amigo para que este tome cuidado, porque as coisas estão ficando “complicadas”, e que “vendavais” se aproximam. “Algumas vezes, os usuários se referem à aproximação das autoridades dizendo que ‘Papai Noel está chegando’”, disse Brochi, mostrando que muitas das conversas registradas são feitas por criminosos.

“Isso vem acontecendo há cinco anos”, declarou Celso Campos, da Polícia Federal, que já prendeu 20 pessoas acusadas da pirataria do sinal, que não é muito utilizado pelo exército americano, mas ainda assim é oficial e seu uso é ilegal. “É impossível não encontrar equipamentos como esse quando prendemos qualquer quadrilha de crime organizado”, disse outro policial.

A operação policial, que está sendo chamada de “Operação Satélite”, é a primeira no país a lidar com esse problema. A Polícia Federal seguiu coordenadas cedidas pelo Departamento de Defesa americano com consultoria da Anatel, agência brasileira que regula as redes de telecomunicações. Como resultado, foram presos professores universitários, eletricistas, caminhoneiros e farmacêuticos, que podem pegar até quatro anos de prisão.

Além do componente criminoso, o uso dos satélites por pessoas não autorizadas pode prejudicar seus usuários oficiais. “Se um soldado é ferido em uma emboscada, a primeira coisa na qual ele vai pensar será em mandar uma mensagem de socorrro, requisitando isso pelo rádio. E se ele estiver tentando pedir ajuda e dois caminhoneiros estão discutindo sobre futebol? Em uma emergência, aquele soldado não conseguirá lembrar rapidamente como mudar a programação do rádio para procurar uma frequência que não esteja ocupada”, lembrou Brochi.

Os casos de pirataria, entretanto, não se resumem apenas ao Brasil. No ano passado, americanos seguiram um sinal que ia até Nova Jersey, destinados a um imigrante brasileiro que residia no local. Joaquim Barbosa, que utilizava um transceiver programado para um FLTSAT, foi multado em US$ 20.000, o equivalente a quase R$ 45.000.

De acordo com o blog de segurança política do site Wired, quatro satélites FLTSATCOM foram colocados em órbita nos anos 70, uma época de grandes avanços nas comunicações militares. Seus 23 canais eram utilizados pelo exército americano e até pela Casa Branca, para conversas e arquivos criptografados em equipamentos portáteis de fácil utilização em campo de guerra. Hoje, existem apenas dois desses satélites em órbita, e sua tecnologia foi substituída por oito satélites UFO (Ultra High Frequency Follow-On)

fonte. www,geek.com.br

Obama conquista jovens na França ao admitir arrogância dos EUA

Barack Obama Capitol

Estrasburgo (França), 3 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conquistou hoje um público de três mil pessoas que o aplaudiu com entusiasmo especial quando admitiu, com pesar, que, "às vezes, a América se mostrou arrogante e diminuiu, e até mesmo ridicularizou", seus aliados europeus.
Em uma reunião na qual se submeteu a perguntas dos cidadãos, Obama também reagiu com entusiasmo quando falou sobre o fechamento de Guantánamo, a prisão americana em território cubano para detentos suspeitos de terrorismo internacional.

Em um clima relaxado, os presentes, em sua maioria estudantes alemães e franceses, explodiram em gritos e aplausos quando Obama e sua mulher, Michelle apareceram no pavilhão esportivo.
A primeira-dama cumprimentou os jovens no palco e depois passou a ouvir atentamente seu marido na primeira fila.
O presidente primeiro fez um discurso de meia hora no qual estabeleceu como meta um mundo sem armas nucleares, e assegurou que os Estados Unidos e a Europa enfrentarão, com sucesso, os desafios do século XXI sempre que estiverem juntos.

Depois, dedicou 30 minutos a responder a perguntas do público sobre o legado que sua Presidência quer deixar, o que espera dos europeus na "guerra contra o terror", se alguma vez se arrependeu de concorrer à Presidência e, em um tom mais pessoal e leve, o processo de escolha de um cachorro para a Casa Blanca.
Sobre seu legado, insistiu na esperança de um panorama mais pacífico e ecológico; aos europeus, pediu mais esforço no Afeganistão; admitiu que sente saudades da privacidade que tinha antes e, por último, assegurou que, "em breve", se resolverá a dúvida sobre o animal de estimação que prometeu às filhas.

A guerra na mídia e na realidade

Reinaldo Azevedo, que não faço a menor idéia de quem seja, usou o genocídio contra o povo palestino para criticar o ministro das Relações Exteriores, defender o governo do narcotraficante Álvaro Uribe na Colômbia e falar da “dor e do sofrimento” do povo de Israel.

 

Por Laerte Braga

Os rótulos de sempre quando se trata dos adversários de norte-americanos e nazi/sionistas, na prática, empresas que financiam a grande mídia. “Terroristas”, “criminosos”, vai por aí afora. A sensação que se tem é que os mais de 500 mortos são cidadãos de Israel.Que os mais de dois mil feridos são israelenses e que as terras invadidas e ocupadas são as de Israel.

 

A edição das 19 horas desta segunda-feira (5) do Em Cima da Hora  da Globo News só fez corroborar o amontoado de sandices de Reinaldo Azevedo. Quem assistiu deve ter imaginado que Israel está debaixo de um fogo cerrado de palestinos.

 

O alvo de Reinaldo Azevedo foi o ministro Celso Amorim e a nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a monstruosidade nazi/sionista contra palestinos. A expressão “monstruosidade” é do secretário geral dá ONU. O articulista misturou Evo Morales, fez um sanduíche desses que entra tudo e depois sai da pior maneira possível.

 

Padrão McDonalds

 

O grande azar dessa gente toda é que hoje a comunicação é instantânea. Fica difícil esconder as imagens da barbárie nazi/sionista da nova suástica, a estrela de Davi. Não dá para esconder o genocídio.

 

Dá para tentar esconder e confundir a opinião pública com mentiras, como aconteceu com as armas químicas e biológicas do Iraque. Nunca existiram, mas se prestaram como desculpa para Bush invadir, ocupar e saquear o petróleo iraquiano.

 

É o que israelenses fazem desde a resolução da ONU que criou, em 1947, a Palestina e Israel. O mapa divulgado pelo jornalista Luís Carlos Azenha é preciso sobre isso. A Palestina quer existir.

 

O acordo de paz firmado entre Yasser Arafat e o primeiro-ministro Rabin terminou com o assassinato de Rabin. Por quem? Um “terrorista” palestino? Não, por um fundamentalista judeu.

 

Palestinos foram aos locais sagrados dos judeus provocá-los? Não. O general Ariel Sharon, logo após a morte de Rabin, de quem era adversário e crítico do acordo de paz, foi ao bairro palestino de Jerusalém provocar muçulmanos. Os fatos são públicos, notórios.

 

O acordo que resultou em eleições na Palestina acabou dando a vitória ao Hamas em Gaza e maioria no Parlamento. Com isso não contavam nem norte-americanos e nem israelenses. O cerco a Gaza começou quando o Hamas em comunicado oficial anunciou que aceitava a existência de Israel e estava pronto para negociar a paz.

 

Não interessa a Israel a paz

 

O holocausto é usado como forma de colocar israelenses como vítimas eternas da maldade nazista, a mesma que pratica contra palestinos, sem diferença alguma. Ora, morreram negros, ciganos, prostitutas, homossexuais, lésbicas, tudo o que Hitler não considerava “superior”, nos campos de concentração nazistas. Não foram só judeus.

 

Os países que formavam a antiga União Soviética destroçaram o exército nazista ao custo de milhões de mortos. Dor e sofrimento na 2ª Grande Guerra não foram privilégio dos judeus. O que se está discutindo hoje não é o holocausto e nem o direito de Israel existir. Mas o direito da Palestina existir. Foi o que decidiu a ONU.

 

Há uma inversão dos fatos e é deliberada. Não se trata de “povo superior”. Se trata de interesses econômicos de grupos nazi/sionistas (que controlam governo e boa parte da opinião pública dos EUA) e norte-americanos. São banqueiros, grandes empresários e essa barbárie que envenena os povos chamada de agro negócio.

 

Todo esse conjunto de mentiras de armas químicas no Iraque e de fato usadas agora por Israel (balas de tungstênio, fósforo e urânio empobrecido). A denúncia não é de “terroristas” palestinos, mas de jornais dos EUA, da Inglaterra, da BBC, da França.

 

A Globo aqui, principal zoológico norte-americano no Brasil, fechou o tempo com o canal quatro da Inglaterra pelo simples fato desse canal ter transmitido o discurso de Natal do presidente do Irã, onde ele fala de Cristo e das “religiões abraâmicas” num tom de paz e respeito.

 

Por quê? É que o canal quatro fez faz algum tempo um documentário sobre a corrupção e a podridão da família Marinho. A mídia, a grande mídia é isso. É braço desse amontoado de mentiras sobre Hamas, sobre palestinos.

 

A existência Palestina

 

Quem quer existir são os palestinos. E em suas terras tomadas e ocupadas por nazi/sionistas de Israel. Israel é um braço do terrorismo neoliberal, capitalista no Oriente Médio. Cumpre esse papel.

 

Quando investe contra o Irã acusando-o de projetar a construção de uma bomba atômica, de armas nucleares, esquece-se que é o único país da região a dispor de armas nucleares a partir de apoio e financiamento dos EUA. É preciso entender que a mídia é paga. Remunerada. Quem financia a Globo, Veja, etc, são grupos econômicos e muitos deles nazi/sionistas.

 

É uma praga espalhada pelo mundo. Boa parte dos “comentaristas” e “especialistas” que essa gente escuta e apresenta para dizer que o Hamas é o culpado de tudo, recebe. São “consultores” de empresas nazi/sionistas. Diferentes da reação indignada dos quem não se curvaram e nem recebem para se indignar com a barbárie e a estupidez nazi/sionista.

 

Quem não aceita essa “realidade” foto montada e sorri no almoço com o algoz. Há milhões em jogo nos “negócios”. E na cabeça dessa gente o que vale é o que o livro caixa registra. Vidas palestinas? Meu caro, a General Motors/Mortos está sendo condenada nos EUA, lá mesmo, por acidentes com o modelo Vectra que já matou centenas de pessoas por defeito de fábrica.

 

A empresa quer bilhões para evitar a falência e “salvar os empregos”. O presidente da Vale, empresa brasileira doada por FHC a grupos estrangeiros a troco de propinas para tucanos, já disse que vivemos “um período de exceção e medidas de exceção se justificam para salvar a economia”.

 

Pessoas em objetos

 

Essas medidas de exceção são os direitos trabalhistas que o dito quer “flexibilizar”. A família dele, Agnelli, foi parceira de Mussolini no período fascista na Itália. Essa guerra estúpida e bárbara não diz respeito só a palestinos não. Os povos do mundo inteiro são vítimas desse genocídio. O que a mídia faz é tentar transformar, cada vez mais, pessoas em objeto.

 

Para que as mortes de palestinos, africanos, asiáticos, quem quer que seja no contexto dos “negócios” não atrapalhe os ditos “negócios”. Aí aparece um Reinaldo Azevedo e faz um tremendo dum “samba do crioulo doido”, misturando Evo Morales com o narcotraficante Álvaro Uribe, criticando Celso Amorim (restabeleceu a dignidade do Itamaraty – o último ministro de FHC um tal Láfer, até sapato tirou para ser revistado nos EUA quando ia em missão oficial).

 

É óbvio. É hora dessa turma faturar e se os fatos que escrevem ou narram são reais ou não, isso é o de menos. Importa é o dia do pagamento. Vestem roupa de bons moços, falam defendendo a “democracia”, a “liberdade” e coisa e tal, mas e daí? O Hamas ganhou a eleição. Cometeu o “crime” de ganhar as eleições.

 

As crianças palestinas mortas, as mulheres estupradas, os saques feitos por nazi/sionistas isso é bobagem para eles. É aí que entra o tal “povo superior”. A mídia é mera empregada dos donos do mundo. É proibido indignar-se com a boçalidade nazi/sionista de Israel. É permitido passar no caixa e apanhar o cachê/michê. Já vivem de quatro mesmo. “Heróis” estão chegando com o BBB 9.

Fonte: Portal Vermelho