Gabeira avisa: Marina será linha auxiliar dos tucanos

gabeira Muita gente comemora a entrada de Marina Silva na campanha presidencial. Ela seria uma alternativa para “arejar a disputa”, dizem uns amigos a quem respeito. Eu mesmo acho uma lástima termos de escolher entre um tucano autoritário e uma candidata do PT que não parece lá muito comprometida com bandeiras históricas da esquerda.

A candidatura ideal pra mim seria aquela que reconhecesse os avanços do governo Lula (e são vários), sem abrir mão de fazer a crítica pela esquerda.

Marina seria essa alternativa? O perfil dela indica que sim. Acontece que política não se faz com perfil do candidato apenas…

Um velho barbudo, no século XIX já dizia: as pessoas não são aquilo que dizem ser, mas aquilo que são na prática. A frase não é bem essa, a citação é mambembe, mas a idéia é essa. Não adianta o PT dizer que ainda é socialista. O partido virou uma máquina eleitoral social-democrata – e olhe lá. Não adianta o Serra dizer que ele é social-democrata; porque o partido dele foi responsável por um governo ultraliberal e privatista.

Sobre a candidatura de Marina, é preciso fazer duas perguntinhas simples:
– a quem interessa?
– quem estará com ela?

A resposta para a primeira pergunta é subjetiva. Há quem diga que interessa ao Serra, por tirar votos de Dilma, pela esquerda. Marina seria a Soninha em nível nacional. Mas há quem diga que a candidatura dela interessa ao eleitor que se sente órfão diante de um governo Lula que se abraça ao Sarney e ao Renan para sobreviver.

A resposta para a segunda pergunta é mais simples. Marina, se sair candidata, estará no PV. Ela foi recebida nesta quarta-feira pelo Gabeira. Ele trabalha há alguns anos como linha auxiliar dos tucanos, todo mundo sabe. Mais que isso: Gabeira é uma espécie de UDN verde. Moralista da boca pra fora, berrava contra Severino, de dedo em riste. Ao mesmo tempo, se lambuzava em dinheiro público.

Pois bem. Se alguém tinha alguma dúvida sobre as intenções do PV em relação a Marina Silva, isso se dissipou depois do encontro com Gabeira.

Leiam o que Gabeira disse ao site G1, que é uma espécie de porta-voz da UDN do Leblon.

G1
“Gabeira afirmou ainda que o “fator Marina” pode interferir no seu planejamento eleitoral. Ele é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e diz contar com o apoio de PSDB, DEM e PPS para a empreitada. O problema é que toda a negociação da aliança foi feita em cima da possibilidade de o deputado fazer campanha para o candidato à Presidência do PSDB, José Serra (SP) ou Aécio Neves (MG), apontados como potenciais nomes para encabeçar a chapa tucana.
Na visão de Gabeira, sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro só seria possível com um acordo entre os partidos para que ele defenda dois candidatos à Presidência, o do PV e o do PSDB.

Ele descartou ser candidato apenas pelo PV, sem alianças. “Não vou disputar só com um minuto na televisão.”
=

Volto eu. Gabeira, como se vê, terá dois candidatos a presidente: Serra e Marina. Nessa ordem. Ou seja: a senadora do Acre, para o PV, é sublegenda dos tucanos.

O povo não é besta. Vai perceber isso.
Espero que Marina também perceba. Antes que jogue sua biografia no lixo…

A boa notícia é que a candidatura Marina pode acabar com essa polarização Dilma x Serra. Se há espaço para uma sub-leganda dos tucanos, por que não apostar numa outra candidatura lulista?

O Ciro já avisou que está no jogo.
E disse, ao “Estadão”, qual seria o mote de sua campanha: “manter e institucionalizar tudo de bom do Lula. E consertar o que de contradição existe”.

Ciro seria um pós-Lula. Um candidato que reconheceria os avanços de Lula, sem preconceito anti-nordestino, sem elitismo, e principalmente sem tucanos à sua volta.

Sou mais o Ciro do que a Marina capturada pelo PV serrista.

fonte http://rodrigovianna.com.br/

Fortalecer a UNE, a juventude e o povo. Manivesto da JPT ao 51º Congresso da UNE

A HORA É AGORA!

logo jpt

O 51º Congresso da UNE tem a tarefa de preparar a UNE e o movimento estudantil (ME) para a luta por uma universidade popular e democrática, o enfretamento à crise mundial do capitalismo e a disputa política e ideológica das eleições 2010.

Vivemos um momento decisivo para impedir qualquer possibilidade de retorno desastroso dos Demo-Tucanos, representantes dos setores conservadores e monopolistas responsáveis pelo sucateamento da universidade pública brasileira e por abrir as portas para exploração da educação no mercado. É preciso lutar por um terceiro mandato para o PT e o campo democrático popular buscando aprofundar as transformações em curso rumo à superação do neoliberalismo e do capitalismo para construir uma sociedade socialista.
Se há dez anos atrás, durante o Governo FHC, fazíamos um movimento de resistência, hoje o Governo Lula proporciona um cenário de possibilidades à Universidade Brasileira. Nos quatro primeiros anos do Governo Lula, a população universitária brasileira saltou de 3,5 para 4,5 milhões, um aumento de 28%. O ProUni, o Reuni, as cotas raciais e para estudantes oriundos de escolas públicas, o PDE, o plano nacional de assistência estudantil e a Conferencia Nacional de Educação, mostram uma nova perspectiva de acesso a educação.
Portanto, além da expansão, interiorização e aumento dos recursos para as universidades federais, é preciso reforçar a contenção do avanço do setor privado, que precisa ser fortemente regulado pelo Estado, fortalecendo as iniciativas que, no Congresso Nacional e no Conselho Nacional de Educação, seguem neste sentido.
Apesar de importantes avanços no ensino superior podemos dizer que muito ainda precisa ser transformado. Precisamos entender a educação de forma sistêmica. Por isso a Conferência Nacional de Educação será um espaço importante para pautarmos a necessidade de um sistema nacional de educação articulado e voltado aos interesses populares.
Neste sentido, ainda que existam mudanças que podem alterar o perfil e as oportunidades de formação de jovens, precisamos enfrentar a hegemonia do setor privado e da concepção mercantil de educação, voltada à formação de mão de obra e à produção de conhecimento orientada às demandas de mercado.
Em um cenário em que o neoliberalismo é duramente questionado e encontra-se enfraquecido, é fundamental concentrar esforços para desfazer o movimento que protagonizou ao longo da década de 1990 no Brasil. Ou seja, o atual período exige transferir os setores que passaram a ser alvo da exploração visando a acumulação de capital para espaços públicos que não obedeçam à lógica do mercado, sob a orientação e gestão do Estado.
Para isso precisaremos de uma UNE e um movimento estudantil fortes e mobilizados. Porém, embora ainda seja o movimento juvenil mais organizado do país o ME está longe de ser a única expressão organizada da diversidade da juventude brasileira. Os anseios e aspirações dos próprios estudantes extrapolam cada vez mais o meio universitário e a pauta educacional.
Temas como emprego e trabalho ganham mais centralidade em um ambiente de altos índices de precarização e difícil entrada no mundo de trabalho. A parcela da população jovem que trabalha ao mesmo tempo em que estuda seria muito superior aos atuais 17,7% dos jovens com 15 a 24, não fosse o alto índice de evasão escolar devido à necessidade dos jovens de trabalhar para contribuir com a renda familiar.
Ademais, a tese equivocada de que o alto índice de desemprego entre os jovens é decorrente da falta de qualificação e não da baixa oferta de postos de trabalho formal tem como conseqüência o aumento da corrida por diplomas e a procura dos bancos acadêmicos em busca de profissionalização – expectativa que geralmente é frustrada, uma vez que a graduação não é sinônimo lugar cativo no mercado de trabalho, muito menos de estabilidade financeira, realização profissional ou ascensão social.
Somado à centralidade do trabalho no imaginário e na realidade dos jovens estudantes, é preciso notar que a composição da base social do movimento estudantil tem sofrido alterações. Fatores como (a) a reserva de vagas para estudantes negros, oriundos das escolas públicas e de baixa renda, (b) o Programa Universidade para Todos (ProUni), (c) a expansão dos setores público e privado em municípios e regiões distantes dos centros urbanos, (d) o surgimento de nichos de mercado educacional voltados à população de baixa renda e (f) o aumento da oferta de cursos noturnos transformaram a cara do estudante universitário, tornando-o mais popular e menos elitista e, portanto, mais impactado por fatores objetivos do lado de fora dos muros universitários.
Contribuindo para que UNE cumpra seu papel histórico de acordo com a realidade atual da juventude brasileira e para o aprofundamento das mudanças que acontecem em nosso país, o Partido dos Trabalhadores acredita ser necessário um salto organizativo e mudanças profundas no conjunto movimento estudantil e na UNE, em especial, tornando-a uma entidade cada vez mais democrática, transparente, combativa e de lutas.
O PT no movimento estudantil se orienta pela construção de uma universidade popular e democrática, pela defesa da UNE como entidade máxima de representação dos estudantes, motivo pelo qual reprovamos o divisionismo e defendemos sua revitalização, pela democratização e aproximação da UNE das salas de aulas, pelo fortalecimento das entidades e da rede do movimento estudantil, pela articulação dos movimentos sociais com as entidades e organizações estudantis, pelo aprofundamento das transformações em curso e pelo combate à crise internacional apresentando uma alternativa de esquerda visando superar o neoliberalismo e o capitalismo.
Sabemos que se aproxima um momento decisivo para os rumos do país que exige forte pressão pelas reivindicações históricas e atuais da classe trabalhadora e do povo brasileiro. Cumprir com esta tarefa exige atuação coesa do campo democrático e popular, o fortalecimento e a combatividade dos movimentos sociais e o enraizamento do petismo em amplas parcelas da população, sobretudo entre os jovens.
Portanto, o PT e sua juventude irão incidir com intensidade na pauta política que orientará a ação dos estudantes no próximo período, visando sair deste fórum mais fortalecidos e coesos do que nunca. Convocamos os estudantes petistas, delegados e observadores ao 51º CONUNE, a construírem uma intervenção qualificada e com unidade programática, fortalecendo a UNE, o movimento estudantil e o Partido dos Trabalhadores!

A criação do inimigo: o caso Taleban

por
Francisco Villela

Bin Laden e Teleban. Invenções americanas

Bin Laden e Teleban. Invenções americanas

O texto II da série “EUA: Rumo ao Estado Fascista” leva o nome “A invenção do inimigo e o terror”, uma referência às políticas e projetos dos neocons de hegemonia mundial pelos EUA e a conseqüente necessidade de precisar contar com inimigos a combater que justificassem o acionamento das suas poderosas forças armadas. O regime Cheney-Bush inventou o conceito de “Guerra ao Terror”, que apresenta a vantagem de ser vago e indefinido, o que permite então muito mais ações contra um inimigo insidioso e oculto. A criação do aparato fascista do Departamento de Segurança Interna (Homeland Security) apóia-se nesse conceito para exercer controle e repressão sobre a população e seus ativistas e pacifistas.

O caso do Iraque é conhecido e comentado: apoiado em mentiras (armas de destruição em massa, aliança Saddam – Bin Laden etc.), o império invadiu e destruiu um país fraco que nunca representou ameaça à segurança dos EUA. Após (números atualizados) cerca de 2 milhões 300 mil mortes por violência ou em conseqüência da invasão, mais de 2 milhões de refugiados no exterior e mais de 4 milhões de deslocados internos, o resultado é aterrorizante: a indústria iraquiana desapareceu, o país não dispõe de suficientes energia e água potável e tem o ambiente contaminado por tóxicos e materiais radiativos, e sua única fonte sólida de riquezas, a extração e exportação de petróleo, caiu nas garras de grandes corporações euamericanas. Antes disso, o Iraque era o país mais progressista da região, e as mulheres, por exemplo, que compunham boa parte da população universitária, viviam em liberdade e sem bloqueios, como em qualquer país ocidental.

A par de torrar recursos dos quais não dispõe, e viver em razão disso à mercê de empréstimos e poupanças internacionais (essa situação desabou com a crise, e promete novos capítulos piores para o país), o regime Cheney-Bush conseguiu um feito memorável que merece registro na história das grandes estratégias que não deram certo: o Irã, principal inimigo dos EUA na região, sai fortalecido, com ligações profundas com o atual governo e as principais forças que se digladiam no país, empurradas por ações terroristas sob responsabilidade de organizações secretas euamericanas e britânicas como a Força Delta. Saddam, sunita, promoveu uma guerra contra o Irã, financiada e armada por EUA e Reino Unido, entre 1980 e 1988, com saldo de 1 milhão de mortos. O regime Cheney-Bush depôs e enforcou Saddam, após entregar o governo à maioria xiita. O supremo aiatolá iraniano xiita Ali Khamenei e o presidente iraniano xiita Mahmoud Ahmadinejad agradecem comovidos.

Mas a maior façanha do regime Cheney-Bush-neocons, que BHObama promete ampliar, esconde-se no Paquistão. A história também é conhecida, e parte vem sendo contada nesta NovaE. Após milhares de anos, instalou-se no Afeganistão um governo socialista, pró-russo, que passou a empreender reformas em áreas estagnadas há séculos, como a posse das terras, a educação, a participação política das mulheres etc. Muitas das tribos se rebelaram contra o governo central, que, acuado, pediu proteção e auxílio em tropas à Russia. Alguns meses antes do pedido, o presidente Bill Clinton havia autorizado a CIA a financiar grupos de combatentes islâmicos para lutar contra o governo afegão. Com a chegada das tropas russas, representantes de um país formalmente ateu, os recursos em dinheiro e armas aumentaram.

A movimentação era patrocinada pelo Inter-Services Intelligence – ISI, serviço de inteligência paquistanês de um governo aliado dos EUA, que organizava o treinamento dos combatentes e administrava os recursos à sua maneira. O saudita Osama Bin Laden foi, consta que sem o saber, financiado dessa forma pela CIA e o MI6 britânico. O maior grupo de combatentes, o Taleban, foi organizado com tropas da etnia pashtun, cujos 30 milhões de membros distribuem-se entre o Afeganistão e o Paquistão. O ISI sempre foi simpático aos grupos islâmicos de combatentes, e até hoje encontra-se envolvido no treinamento, armamento e operação de vários desses grupos, dois dos quais enfrentam há anos as forças indianas na região conflagrada da Caxemira. Entre os grupos apoiados pelo ISI desponta o Taleban.

Aliado da China, inimigo da Índia e adversário da Rússia, o Paquistão recebeu bilhões de dólares durante décadas de governos euamericanos. O resultado da estratégia dos sábios conselheiros militares do finado regime Cheney-Bush pode ser visto na situação atual, verdadeira sinuca de bico para o governo BHObama. Os EUA injetam sistematicamente recursos financeiros num governo cujo serviço de inteligência organiza, arma e treina combatentes islâmicos que lutam contra as tropas dos EUA e da Otan, e freqüentemente abriga suas lideranças. A opção de BHObama é a extensão dos ataques ao território do nuclear Paquistão para além da região de fronteira, numa ampliação da frente da guerra ao norte e sua expansão para a região oeste do país.

Bin-Laden

Bin-Laden

Para tratar com o assunto, o Pentágono cunhou a expressão AfPak, numa demonstração de que a questão assumiu ares de severa gravidade; a partir de agora não há Afeganistão ou Paquistão, mas o problema Afeganistão-Paquistão, um só imbroglio. Nixon fez algo semelhante quando envolveu o Cambodja em bombardeios e estendeu as fronteiras da guerra do Vietnã. A aprovação da população paquistanesa aos EUA anda em seus menores patamares, e quase ninguém apóia os bombardeios ao seu território em nome da guerra ao terror. É provável que haja resistência feroz, e a corrida se dará em torno dos arsenais e instalações nucleares. O governo BHObama teme que algum grupo de combatentes islâmicos se aposse de armas nucleares. Afirma-se que o perigo é real. Mas o único país que já atirou bombas nucleares contra pessoas chama-se Estados Unidos da América. Temer a quem?

Em tempo: os EUA pagaram a combatentes sunitas, ex-insurgentes, reunidos na organização ‘Filhos do Iraque’, para se oporem à Al Qaeda. Agora, na perspectiva de retirada de algumas tropas, o governo xiita bancado pelos EUA, temeroso do poder adquirido pelos Filhos do Iraque, voltou-se contra o grupo paramilitar sunita. Alguns de seus líderes, ou foram para o exílio, ou acham-se escondidos, e há notícias de que um deles foi surrado até a morte na prisão. Os Filhos do Iraque sentem-se ‘traídos’ por seu governo e pelos EUA. E assim consolida-se mais um inimigo.

O analista político e militar e ex-analista da CIA Ray McGovern, em recente artigo em que comenta a decisão de BHObama de ampliar as ações no AfPak, “Bem-vindo ao Vietnã, Sr. Presidente!”, revela que BHObama em seu pronunciamento falou 11 vezes em treinamento das forças afegãs. Para McGovern, é uma questão de tempo saber para quais alvos as novas forças voltarão suas armas para pôr em prática seu treinamento: basta olhar para o Paquistão, Taleban, Al Qaeda…

Ray McGovern participou como analista de Estimativas de Inteligência Nacional (NIE) durante a Guerra do Vietnã, e lamenta que o governo BHObama prefira ouvir seus conselheiros ao invés de realizar NIEs, a exemplo das atuais decisões sobre AfPak em que nenhuma estimativa foi levada à frente e BHObama ouviu pessoas como o general David Petraeus, apologista da ampliação da guerra ao Paquistão e da invasão do Irã. O recente episódio de renúncia do ex-embaixador Charles ‘Chas’ Freeman à indicação à posição de chefe do Conselho de Inteligência Nacional, órgão que organiza as NIE, por pressão do lobby judeu, constituiu uma derrota para BHObama e seu assessor de Segurança Nacional, que o indicou . Freeman é conhecido pela sua coragem em externar suas opiniões a todos, sem exceção. A decisão da ampliação da guerra ao AfPak pode ser vista como uma derrota maior de BHObama frente aos seus conselheiros e homens de armas que desprezam análises contra suas decisões e agem conforme suas intuições e desejos.

A ampliação da guerra do Vietnã ao Cambodja, similar ao que pretende BHObama com relação ao Paquistão, é um exemplo de erro estratégico que terminou na derrota dos EUA. A alegação era a mesma que a dos atuais estrategistas: que o inimigo usava o território do Cambodja (Paquistão) como abrigo e para suprir suas forças no Vietnã (Afeganistão). Após iniciar os bombardeios em 1969, a administração Nixon depôs o governo do Cambodja em 1970 e instalou no cargo um general títere. O presidente deposto, príncipe Norodom Sihanouk, ordenou a seus seguidores que se unissem à guerrilha comunista do Khmer Rouge. Fortalecido, o Khmer Rouge cresceu e terminou por assumir o poder. Qualquer semelhança com as conseqüências da ampliação da guerra ao AfPack e a situação no Iraque não é nem será mera coincidência.