Aécio e Itamar lideram corrida para o Senado em Minas Gerais

Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PPS) lideram a corrida para o Senado em Minas Gerais, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira.

Segundo o levantamento, Aécio tem 62% e Itamar, 41%. O candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Pimentel (PT), aparece com 23% e está em terceiro lugar.

A oposição, no entanto, corre risco de redução do número de senadores nos oito principais colégios eleitorais do país, revela o Datafolha. Segundo pesquisa realizada em sete Estados (SP, MG, RJ, PE, BA, RS e PR) e no Distrito Federal, a bancada de PSDB e DEM cairia à metade (de seis para três) se a eleição fosse hoje.

Segundo a pesquisa, realizada em parceria com a TV Globo, de 20 a 23 deste mês, a bancada do PT dobraria, de dois para quatro senadores.

Excluído o PMDB, que perderá dois governistas e elegeria ao menos dois independentes, a base governista subiria de oito para dez nesses colégios eleitorais. A oposição cairia de seis para quatro.

Entre essas 16 vagas em disputa (duas para cada colégio), haverá renovação de, no mínimo, 62% e a eleição de ao menos nove novatos.

Realizada a 71 dias da eleição, a pesquisa ainda não registra o esforço dos principais cabos eleitorais em apoio a seus candidatos.

Aliado do presidenciável José Serra (PSDB) e potencial beneficiário da divulgação do 45 em São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira aparece em sétimo lugar –com apenas 4%, e tecnicamente empatado com Ana Luiza, do PSTU.

Na Bahia, o petista Walter Pinheiro –candidato do governador Jaques Wagner (PT)– é o terceiro, com 20%.

Como a margem de erros é três pontos, para mais ou para menos, Pinheiro está encostado em Lídice da Mata (PSB), 26%. O senador Cesar Borges (PR) lidera, com 34%.

No Rio, Marcelo Crivella (PRB) tem 42%, e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), 31%.

 

Nova pesquisa mostra diferença de 5% entre as torcidas de Fla e Timão

Uma nova pesquisa sobre torcidas de futebol aponta mais uma vez a do Flamengo como a maior do Brasil. De acordo com o Instituto Análise/Insight Comunicação, 22% dos adultos brasileiros são rubro-negros, contra 17% de corintianos e 11% de são-paulinos. A diferença de 5% entre Fla e Timão é 2% a mais do que a da pesquisa do Datafolha do mês passado, que mostrou a torcida rubro-negra com 17% e a alvinegra com 14% – a do São Paulo teve 8%.

A pesquisa foi realizada entre abril e dezembro de 2009, em 70 cidades, abrangendo todas as regiões metropolitanas e o interior do país. Foram 9 mil entrevistas pessoais e domiciliares. A amostra representa a população adulta brasileira, a partir dos 16 anos, e inclui as classes A, B, C, D e E.

A torcida do Atlético-MG aparece em 14º lugar na pesquisa, com apenas 1%, mas só foram considerados os torcedores que identificaram o time pelo nome completo; ou seja, quem chamou o Galo de “Atlético” não foi considerado, o que pode ter prejudicado sua colocação na pesquisa. O Palmeiras ficou em quarto lugar, com 9%, e o Vasco tem a quinta maior torcida, com 6%, mesmo percentual que declarou torcer apenas pela seleção brasileira.

No quesito renda familiar, o São Paulo lidera entre os três mais populares. A torcida tricolor tem média de R$ 1.517,45, contra R$ 1.336,37 dos corintianos e R$ 1.149,09 dos rubro-negros. Entretanto, a torcida com maior renda média familiar é a do Internacional, com R$ 1.657,69, à frente de Santos (R$ 1.654,72) e Fluminense (R$ 1.647,52).

A torcida do Flamengo volta a ficar na frente quando o assunto é poder de compra. O potencial de consumo dos rubro-negros, medido através da multiplicação da renda familiar pelo tamanho da torcida, é de 20,8%. Os corintianos somam 19,1%, e os são-paulinos, 13,7%.

As mentiras da Folha de S.Paulo e a nova pesquisa

A Folha mente, mente, mente, desesperadamente. Mentirá no fim de semana com nova pesquisa, em que tratará de rebater, com cifras manipuladas – por exemplo, como sempre faz, dando um peso desproporcional a São Paulo em relação aos outros estados –, a irresistível ascensão de Dilma, que tratará de esconder até onde possa e demonstrar que o pífio lançamento de Serra o teria catapultado às alturas.

As elites de um país, por definição, consideram que representam os interesses gerais do mesmo. A imprensa, com muito mais razão, porque está selecionando o que considera essencial para fazer passar aos leitores, porque opina diariamente em editoriais – e em matérias editorializadas, que não separam informação de opinião, cada vez mais constantes – sobre temas do país e do mundo.

A FSP, como exemplo típico da elite paulistana, é um jornal que passou a MENTIR abertamente, em particular desde o começo do governo Lula. Tendo se casado com o governo FHC – expressão mais acabada da elite paulistana -, a empresa viveu mal o seu fracasso e a vitória de Lula. Jogou-se inteiramente na operação “mensalão”, desatada por uma entrevista de uma jornalista tucana do jornal, que eles consideravam a causa mortis do governo Lula, da mesma forma que Carlos Lacerda,na Tribuna da Imprensa, se considerava o responsável pela queda do Getúlio.

Só que a história se repetiria como farsa. Conta-se que, numa reunião do comitê de redação da empresa, Otavio Frias Filho – herdeiro da empresa dirigida pelo pai -, assim que Lula ganhou de novo em 2006, dava voltas, histérico, em torno da mesa, gritando “Onde é que nós erramos, onde é que nós erramos”, quando o candidato apoiado pela empresa, Alckmin, foi derrotado.

O jornal entrou, ao longo da década atual, numa profunda crise de identidade, forjada na década anterior, quando FHC apareceu como o representante mor da direita brasileira, foi se isolando e terminou penosamente como o político mais rejeitado do país, substituído pelo sucesso de Lula. Um presidente nordestino, proveniente dos imigrantes, discriminados em São Paulo, apesar de construir grande parte da riqueza do estado de que se apropria a burguesia. Derrotou àquele que, junto com FHC, é o político mais ligado à empresa – Serra -, que sempre que está sem mandato reassume sua coluna no jornal, fala regularmente com a direção da empresa, aponta jornalistas para cargos de direção – como a bem cheirosa jornalista brasiliense, entre outros – e exige que mandem embora outros, que ele considera que não atuam com todo o empenho a seu favor.

O desespero se apoderou da direção do jornal quando constatou não apenas que Lula sobrevivia à crise manipulada pelo jornal, como saía mais forte e se consolidava como o mais importante estadista brasileiro das últimas décadas, relegando a FHC a um lugar de mandatário fracassado. O jornal perdeu o rumo e passou a atuar de forma cada vez mais partidária, perdendo credibilidade e tiragem ano a ano, até chegar à assunção, por parte de uma executiva da empresa, de que são um partido, confissão que não requer comprovações posteriores. Os empregados do jornal, incluídos todos os jornalistas, ficam assim catalogados como militantes de um partido (tucano, óbvio) político, perdendo a eventual inocência que podiam ainda ter. Cada edição do jornal, cada coluna, cada notícia, cada pesquisa cada editorial, ganharam um sentido novo: orientação política para a (debilitada, conforme confissão da executiva) oposição.

Assim, o jornal menos ainda poderia dizer a verdade. Já nunca confessou a verdade sobre a conclamação aberta à ditadura e o apoio ao golpe militar em 1964 – o regime mais antidemocrático que o país já teve -, do que nunca fez uma autocrítica. Menos ainda da empresa ter emprestado seus carros para operações dos órgãos repressivos do regime de terror que a ditadura tinha imposto, para atuar contra opositores. Foi assim acumulando um passado nebuloso, a que acrescentou um presente vergonhoso.

Episódios como o da “ditabranda”, da ficha falsa da Dilma, da acusação de que o governo teria “matado” (sic) os passageiros do avião da TAM, o vergonhoso artigo de mais um ex-esquerdista que o jornal se utiliza contra a esquerda, com baixezas típicas de um renegado, contra o Lula, a manipulação de pesquisas, o silêncio sobre pesquisas que contrariam as suas (os leitores não conhecem até hoje, a pesquisa da Vox Populi, que contraria a da FSP que, como disse um colunista da própria empresa, era o oxigênio que o candidato do jornal precisava, caso contrário o lançamento da sua candidatura seria “um funeral” (sic). Tudo mostra o rabo preso do jornal com as elites decadentes do país, com o epicentro em São Paulo, que lutam desesperadamente para tentar reaver a apropriação do governo e do Estado brasileiros.

Esse desespero e as mentiras do jornal são tanto maiores, quanto mais se aprofunda a diminuição de tiragem e a crise econômica do jornal, que precisa de um presidente que tenha laços carnais com a empresa e teria dificuldades para obter apoios de um governo cuja candidata é a atacada frontalmente todos os dias pelo jornal.

Por isso a FOLHA MENTE, MENTE, MENTE, DESESPERADAMENTE. Mentirá no fim de semana com nova pesquisa, em que tratará de rebater, com cifras manipuladas – por exemplo, como sempre faz, dando um peso desproporcional a São Paulo em relação aos outros estados -, a irresistível ascensão de Dilma, que tratará de esconder até onde possa e demonstrar que o pífio lançamento de Serra o teria catapultado às alturas. Ou bastaria manter a seu candidato na frente, para fortalecer as posições do partido que dirigem.

Mas quem acredita na isenção de uma pesquisa da Databranda, depois de tudo o que jornal fez, faz e fará, disse, diz e dirá, como partido assumido de oposição? Ninguem mais crê na empresa da família Frias, só mesmo os jornalistas-militantes que vivem dos seus salários e os membros da oposição, com a água pelo pescoço, tentando passar a idéia de que ainda poderiam ganhar a eleição.

Alertemos a todos, sobre essa próxima e as próximas mentiras da Folha, partido da oposição, partido das elites paulistas, partido da reação conservadora que quer voltar ao poder no Brasil, para mantê-lo como um país injusto, desigual, que exclui à maioria da sua população e foi governado para um terço e não para os 190 milhoes de habitante.

Por isso a FOLHA MENTE, MENTE, MENTE, DESESPERADAMENTE.

Fonte: Blog do Emir

Datafolha: Dilma dispara e encosta em Serra;diferença é de apenas 4 pontos

Pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo (28) do jornal Folha de S.Paulo, mostra que a pré-candidata do PT à Presidência, ministra Dilma Rousseff, cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para janeiro, atingindo 28%. No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%. Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.

De acordo com a nova sondagem do Datafolha, o deputado federal Ciro Gomes, pré-candidato do PSB, tem 12% das intenções de voto; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, tem 8%. Na pesquisa anterior, Ciro aparecia com 13% e Marina já possuía 8%.

A margem de erro da pesquisa, que foi divulgada neste sábado (27), é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ela foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com idades maiores de 16 anos. Destas, 9% disseram que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos e 10% informaram que estão indecisos.

A sondagem confirma resultados de pesquisas de outros institutos, que já refletiam uma tendência de crescimento rápido da candidatura Dilma Rousseff e a queda do pré-candidato tucano.

Outros cenários

A pesquisa também apresentou um cenário sem a presença de Ciro Gomes. Nessa simulação, as intenções de voto em Serra ficam em 38% (ante 40% na pesquisa realizada entre 14 e 18 de dezembro); Dilma atinge 31% (ante 26% da pesquisa anterior); e Marina Silva fica com 10% (11% no levantamento de dezembro).

No cenário de um segundo turno, numa eventual disputa entre Serra e Dilma, o tucano aparece com 45% das intenções de voto e a petista com 41%. Ou seja, também em um eventual segunda etapa do pleito, Dilma encosta no tucano, apresentando uma diferença de apenas quatro pontos novamente. O levantamento realizado em dezembro apontava que, nessa situação, Serra teria 49% das intenções de voto e Dilma, 34%. Em outro cenário de segundo turno, Dilma vence com 48%, contra 26% de Aécio.

Aprovação recorde de Lula

A pesquisa avaliou também o índice de aprovação do presidente Lula. Na mostra, a aprovação ficou em 73% (de ótimo e bom). Na pesquisa de dezembro, este índice foi de 72%, o mais alto patamar de popularidade apurado pelo Datafolha.

Com agências

Hélio Costa (PMDB) aparece como o favorito ao governo de Minas Gerais


O peemedebista lidera em todos os cenários apresentados

Há um ano e sete meses das eleições para governador de Minas Gerais, o atual ministro das Telecomunicações, Hélio Costa (PMDB) aparece como o favorito na disputa, revela pesquisa do Datafolha. O peemedebista atinge percentuais que variam de 37% a 43%.

Foram ouvidas 1073 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 16 a 19 de março de 2009, em 42 municípios no estado de Minas Gerais. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Datafolha apresentou quatro cenários aos entrevistados. No primeiro cenário, Hélio Costa está com 41% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece Patrus Ananias (PT), com 11%. Antonio Anastasia (PSDB) tem 5% e Maria da Consolação Rocha (PSOL), 4%. Votos brancos e nulos totalizam 22%, e 17% se declaram indecisos.

Numa segunda situação, com Fernando Pimentel como candidato do PT, Hélio Costa lidera com 37%,
Fernando Pimentel aparece em segundo com 24% e Antonio Anastasia e Maria da Consolação Rocha têm 4% e 3%, respectivamente. Nesse caso, votariam em branco ou anulariam o voto, 17%. Já 14% estão indecisos.

No terceiro cenário, onde se exclui a candidatura do PSDB, mais uma vez Hélio Costa está em primeiro, com 43% das intenções de voto. Patrus Ananias tem 13% e Maria da Consolação Rocha está com 5%. Votos brancos ou nulos somam 23% e 16% se declaram indecisos.

Na última situação apresentada, em que além da exclusão da candidatura do PSDB, Fernando Pimentel figura como candidato do PT, Hélio Costa está com 40%, Fernando Pimentel tem 25% e Maria da Consolação Rocha, 4%. Anulariam seu voto ou votariam em branco, 17% dos entrevistados, enquanto indecisos somam 15%.

Em todos os cenários, Hélio Costa destaca-se principalmente entre os entrevistados na faixa etária de 35 a 44 anos (percentuais variam de 47% a 54%), e em pelo menos dois cenários, tem bom desempenho também entre os que residem no interior do estado. Nesses mesmos cenários, Fernando Pimentel tem destaque entre os residentes da capital mineira (percentuais de 50% e 53%).

Na intenção de voto espontânea, aquela onde não são apresentados os nomes dos candidatos, Aécio Neves é citado por 17% da população mineira, seguido de Fernando Pimentel (5%), Hélio Costa (2%) e Antonio Anastasia (1%). Patrus Ananias e Maria da Consolação Rocha foram citados mas não atingiram 1%. Citaram outros nomes, 5%. Votos brancos e nulos totalizam 2%, e 68% não souberam dizer em quem votariam.

Aprovação ao governo Lula volta a patamar recorde e ele comemora DANÇANDO

Pesquisa Datafolha publicada neste domingo na FSP  informa que o índice de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é classificado como ótimo/bom para 69% dos entrevistados.

A avaliação positiva voltou ao patamar de novembro passado, quando a taxa de aprovação do governo chegou a 70%. Em março, devido à crise financeira, o índice caiu para 65%.