‘Novo vírus´ do YouTube passa por anti-spams

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“Um(a) amigo(a) lhe enviou um vídeo do YouTube”. Este velho prenúncio com o logotipo do site de vídeos tem passado em alguns anti-spams e pode iludir alguns usuários.

Tudo porque a mensagem é convincente, ao primeiro olhar. O remetente “YouTube” possui o endereço mais comum em e-mails de compartilhamento de arquivos por serviços de mensagem: noreply@youtube.com.

 

Abaixo, a suposta indicação personalizada diz: ‘Ola… tudo bom? achei esse video no youtube decidi te mandar, tenho certeza que voce vai gostar!’. Pelo texto genérico, já daria para desconfiar da integridade do e-mail, principalmente, por não conter uma assinatura. Quando se passa o cursor sobre o endereço do vídeo, tem-se a certeza do direcionamento malicioso.

 

Um verdadeiro compartilhamento de vídeos por e-mail utilizando o YouTube acontece pelo remetente “Serviço YouTube”, com o título “Você recebeu um vídeo de (nome do usuário): (nome do vídeo)".

 

No corpo da mensagem deve aparecer a imagem da prévia do vídeo e ícones próprios do YouTube, como a assinatura "‘© 2009 YouTube’, LLC" no rodapé e o final “&feature=email” na URL do vídeo.

 

De qualquer maneira, o usuário deve ficar atento ao endereço que o link direciona. Caso tenha caracteres suspeitos, não se deve clicar em nenhuma hipótese, pois deve ser uma fonte de contaminação.

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Primeiro de Abril. Vírus Conficker ganhou força, mas não foi ativado.

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O dia 1º de abril passou sem o registro de grandes danos causados pelo vírus informático Conficker, também conhecido como Downadup, mas ainda assim ele ganhou força.

No primeiro dia de abril, o potente vírus sofreu uma mutação e fortaleceu sua resistência, o que dificulta ainda mais a localização dos criadores.

"Apesar dos hackers na origem do Conficker não terem anunciado ordens específicas, milhões de PCs correm risco de ser controladas no futuro por pessoas desconhecidas", advertiu Paul Ferguson, da empresa de segurança em informática Trend Micro.

"A ameaça continua assim. Estes caras são espertos: não vão fazer truques muito evidentes no momento em que todos os olhos estão voltados para o problema", destacou.

"O vírus é muito sofisticado e parece que seus criadores estão no leste da Europa."

O Conficker pode infectar computadores pela internet ou se esconder entre os dados armazenados em um pendrive, passando assim de um computador para outro. Uma vez alojado, ele instala defesas que tornam muito difícil a eliminação.

Os intrusos podem roubar dados ou assumir o controle dos computadores infectados, transformando os mesmos em máquinas "zumbis" membros de um "botnet", uma rede de computadores a serviço dos hackers.

O vírus, que estava programado para infectar 250 site de internet por dia, se fortaleceu na quarta-feira (1º), alcançando 500 sites diários.