Seleção de frases…

 

Seleção de frases…

1. "O amor é como capim: você planta  e ele cresce.
> Aí vem uma vaca e acaba com tudo."
>
> 5. "Tamanho não é documento e dinheiro não traz felicidade."
> (Autor desconhecido, pobre e de pinto pequeno!)
>
> 7. "Comer puta é igual a bung jumping: a emoção é grande, mas se
> estourar a borracha você tá fodido!!!"
>
> 10. "O homem pensa demais porque tem 2 cabeças, entao será que..
> a mulher fala demais porque tem 4 lábios???"
>
> 14. "Amor é aquilo que começa com um príncipe beijando um anjo e acaba
> com um careca olhando para uma gorda."
>
> 15. "Velho é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros
> flexíveis e um duro.
> Agora tem quatro duros e um flexível"
>
> 17. "Feliz é aquele que é tão bonito quanto a mãe dele acha que é, tem
> tanto dinheiro quanto o filho dele acha que tem, tem tantas mulheres
> quanto a mulher dele acha que ele tem e é tão bom de cama como ele acha
> que é."
>
> 18. "Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco.
> Quem não trabalha não erra.
> E quem não erra… é promovido."
>
> 21. "A verdadeira bravura está em chegar em casa bêbado, de madrugada,
> todo cheio de batom, ser recebido pela mulher com uma vassoura na mão e
> ainda ter peito pra perguntar: vai varrer ou vai voar?"
>
> 22. "Casamento é igual piscina gelada: depois que o primeiro tonto
> entra, fica falando para os outros:- Pula que a água tá boa."
>
> 23. "Eu li que fumar fazia mal, então parei de fumar…
> Li que beber fazia mal, então parei de beber….
> Li que comer gordura fazia mal, então parei de comer…
> Li que sexo fazia mal, então parei de LER!!!"
>
> 24. "Um cigarro encurta a vida em 2 minutos…
> Uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos…
> Um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas!"
>
> 25.. "Mulheres são como piscinas: o custo da manutenção é muito elevado
> se comparado ao tempo que passamos dentro delas."
>
> 26. "Se você sentir duas bolinhas encostando na sua bunda, não se
> preocupe: o pior já passou."
>
> 27. "Quem enxerga mais longe é o ginecologista. .. porque enxerga lá na
> casa do car…o!"
>
> 29. "Se você é capaz de sorrir quanto tudo deu errado, é porque já
> descobriu em quem pôr a culpa.."
>
> 30. "A posição sexual que os casais mais usam é a de cachorrinho: o
> marido senta e implora; a mulher rola e finge de morta!!!"
>
> 36. "A diferença entre uma mulher na TPM e um sequestrador, é que com o
> sequestrador ainda existe uma possibilidade de negociação."
> 45. "Nas horas difíceis da vida você deve levantar a cabeça, estufar o
> peito e dizer de boca cheia: Agora fodeu…!!!"
>
> 47. "Mulher feia é que nem muro alto: primeiro dá um medo… mas depois
> a gente acaba trepando."
>
> 54. ‘Mulher feia é que nem pantufa: dentro de casa até que é gostoso,
> mas pra sair na rua dá uma vergonha…"
>
> 55. "Filho é igual peido: você só agüenta o seu… e olha lá’!"

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Intolerancia religiosa afasta pessoas

A dona-de-casa Dulcinéia dos Santos, de 45 anos, não foi ao casamento de dois de seus cinco filhos. Jamais conversa com as noras e só conseguiu pegar a neta no colo uma vez, porque a encontrou por acaso na rua. Tamanha indiferença não foi causada por nenhuma briga ou disputa familiar. A intolerância religiosa desatou todos os laços que uniam a mãe aos filhos. Candomblecista, ela se magoa ao lembrar que a mulher de seu filho a acusa de carregar “77 demônios” por pertencer à religião de matriz africana.

– Ela diz que se eu for à casa dela, deixarei um demônio lá. Se a menina ficar doente, a culpa é minha. São mentes atrasadas, eles repetem o que escutam na igreja deles. Criticam porque não conhecem. Nossa religião não é macumba nem feitiçaria. – afirma a dona-de-casa.

Dulcinéia se iniciou na religião, por amor ao filho mais jovem que ficou doente de forma repentina. Condenado pela medicina tradicional, o garoto ficou curado dentro de um barracão de candomblé. A conversão lhe custou os mais velhos.

– No Natal e no meu aniversário, não recebo nenhum telefonema. Às vezes, minha neta acena para mim da janela. Ela nem me reconhece como avó. Meu maior sonho é recuperar minha família – desabafa Dulcinéia.

Veja fotos e vídeos exclusivos sobre o tema

Governo federal criará delegacias especializadas Joana (nome fictício), 44 anos, também é mãe e sofre como Dulcinéia. Mas seu problema não é a distância da filha, de 11 anos. Mas o problema de saúde da menina, que sofre de síndrome do pânico desde que o pai a levou para uma cerimônia de exorcismo.

Na época do casamento, Joana tinha a mesma religião que o marido. Após a separação, um grupo de religiosos invadiu sua casa para “retirar o demônio”. Ela os expulsou. Mais tarde, tornou-se umbandista e sua filha passou a fazer parte de um grupo de evangelização de um centro kardecista. O pai decidiu “exorcizá-la”.

Pânico e trauma

– Minha filha acorda gritando e tem pesadelos. Ela ficou traumatizada porque o grupo de religiosos gritava pelo “capeta” com as mãos na cabeça dela. Na época da separação, também disseram que eu estava endemoniada, mas eu não podia delatar, porque era da religião e não podia levar “irmão em juízo” – diz Joana.

A partir deste ano, denunciar crimes de intolerância, como o vivido pela família, ficará mais fácil. A secretaria especial de políticas de promoção da igualdade racial firma uma parceria com o Ministério da Justiça para criação de delegacias especializadas em intolerância religiosa e crimes étnico-raciais no País. O objetivo é potencializar a unidade de São Paulo, que já existe, e implementar ainda esse ano no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

Novas delegacias

Nas delegacias, trabalharão policiais especialmente treinados para identificar todo tipo de ofensa. E também psicólogos e assistentes sociais que possam ajudar nos casos. A secretaria trabalha na elaboração de uma lei específica sobre intolerância para apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é que ele apresente o projeto de lei no Congresso Nacional.

– O preconceiuto é pre-histórico, não coaduna com nosso tempo. É aberração, horror que um aluno sofra preconceito do professor na escola.

Inquérito tem que seguir o curso, não pode ficar na gaveta – diz o secretário-adjunto do órgão Eloy Ferreira. [i]