FALTAM EXTRAS EM HOLLYWOOD

A criação de uma CPI para investigar as ações da PETROBRAS é típico procedimento de tucanos diante da perspectiva de uma disputa eleitoral em 2010, na qual estarão em jogo além da presidência da República, os governos estaduais de todo o País, dois terços das vagas do Senado Federal, a totalidade da Câmara dos Deputados e das assembléias legislativas.

Tucanos são como esses alienígenas de filmes de terror e ficção, que sugam o sangue dos mortais comuns e “realiza” os lucros em fortunas nos bancos e negócios que caracterizaram o governo FHC.

Por que não uma CPI das privatizações? Saber como foram feitas ou como o governo de Fernando Henrique conduziu o processo?

Numa democracia, em tese, o que essa gente chama de povo, deve, também em tese, ter conhecimento das ações de governo e participação no processo de construção do Brasil.

O desprezo e o asco que FHC revelava e revela por pessoas comuns são repugnantes. É só olhar o seu programa de candidato em 1998, os tais cinco dedos e perceber que na prática, quando presidente, cinco dedos era dez para a rapinagem do tucanato e entrega do patrimônio público.

Não tem diferença nenhuma de José Serra e muito menos de um tresloucado como Aécio Neves, incapaz de dar dois passos e falar alguma coisa conseqüente, exceto nos momentos de lucidez que são cada vez menores.

“Piirlimpimpim” não deixa. O dele não tem nada a ver como o de Monteiro Lobato. Habla outra língua.

É essa gente que governar o Brasil.

CPI da PETROBRAS num momento de crise internacional de suma gravidade, em que a empresa apresenta um desempenho acima da média, dispõe de um quadro de extraordinários servidores e na perspectiva do pré-sal, tudo depois do decreto de FHC que acabou com o monopólio estatal do petróleo, tem um único objetivo.

Jogo de cena para as eleições de 2010 e preparativos para entrega definitiva, privatização, da empresa caso a quadrilha tucana vença as eleições.

Aqueles antigos faroestes em que a cavalaria norte-americana atacava os índios e prometia mundos e fundos se deixassem suas terras e fossem para as reservas onde morreriam de fome, frio e doenças, na tal ordem natural do progresso da “grande nação”, volta e meia envolviam batalhas em campo aberto com mais de três mil índios e no máximo 500 soldados do general Custer – para mostrar a valentia dos guerreiros norte-americanos -. Dizia-se que nesses momentos faltavam extras em Hollywood, paravam todos os outros filmes até que o general Custer eliminasse os índios.

Nesse jogo tucano o cidadão comum brasileiro é o extra. Mas não falta. Some na esteira de uma mídia perversa e podre que vende a idéia que é preciso moralizar por moralizar, o estilo udenista, enquanto preparam as reservas semelhantes àqueles onde americanos abrigavam sioux, chyennes e outros, depois da farsa eleitoral. Serra com pose de sério – o que nunca foi – e Aécio aparentando ser um sujeito equilibrado, o que definitivamente não é.

Ao contrário dos estúdios de Hollywood que saiam contratando extras para o papel de índio e treinavam os caras para morrer ao primeiro estampido dos rifles das tropas de Custer – muitos dos extras criavam um estilo pessoal de morrer ao serem “atingidos” na esperança do diretor perceber e imaginar que ali estivesse um Marlon Brando em potencial – os tucanos ludibriam os extras via GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE SÃO PAULO, a mídia regional, cada qual cumprindo sua parte dentro do amplo espectro de extras.

Os que querem morrer de forma diferente imaginando uma grande chance, os que morrem resignados e se plantam diante do BBB com o celular à mão para decidir, imaginando que decidem alguma coisa, quem vai ser eliminado.

Daí a aceitar e adorar Pedro Bial e seus heróis, William Bonner e suas mentiras, no histerismo econômico da vetusta anciã Miriam Leitão, ou seguir os passos da setentona Susana Vieira ao lado da cobaia – para plásticas – Ana Maria Braga, é um passo mínimo.

Ou achar que FOLHA DE SÃO PAULO é um jornal que por ser capaz de explicar tudo por infográfico, mostra e fala a verdade.

É a “verdade” deles, FIESP/DASLU.

Por que não uma CPI sobre o caso da entrega da VALE? Ou dos desmandos do governo Serra em São Paulo? As questões relativas à segurança pública, obras públicas, saúde pública, educação pública?

Ou sobre as “viagens interplanetárias” do governador de Minas, que nem em Minas mora e ainda de quebra é parceiro de Gérson Camata em cavernas úmidas, hoje abertas à visitação geral, e com algumas teias de aranhas venenosas e morcegos perigosos?

A PETROBRAS malgrado os governos sucessivos e empenhados no processo de entrega do petróleo brasileiro, é um exemplo da capacidade do povo brasileiro de dar uma cara brasileira ao País, como era a VALE, antes de um presidente corrupto e venal como FHC doar a um grupo de bandidos/empresários internacionais.

Tucanos são assim em qualquer lugar. Espécie de praga devastadora. Seja no governador Serra, seja no “governador” Aécio Neves, na governadora Yeda Crusius, no deputado fulano, ou beltrano, o senador Artur Virgílio ou até num simples prefeito banana, corrupto e venal como o da cidade mineira de Juiz de Fora, Custódio Matos, o homem que buscava a mala do mensalão do banana, corrupto e venal Eduardo Azeredo.

Os crimes que cometem contra o Brasil e os brasileiros podem ser sintetizados na forma de ser de Fernando Henrique Cardoso, o principal gangster do grupo. Arrogante, por isso repugnante. Desumano, por isso não reconhece o filho com a jornalista Miriam Dutra e compra o silêncio com o dinheiro público como o fez. Corrupto, venal no processo de entrega/doação do patrimônio público e com pretensões a faraó com direito a pirâmide e outras coisas mais, naquilo que o jornalista Millôr Fernandes definiu com perfeição – “FHC pensa que é superlativo de PhD”.

É só um bandido sem caráter ou entranhas a guiar todo esse processo do alto de seu trono. O alvo da CPI? Preparar o caminho para o caso de vencendo as eleições chegar aos brasileiros e dizer que a PETROBRAS é um incômodo e deve ser entregue aos donos do mundo.

É assim que agem.

Os extras aqui, o povo, só é chamado para depositar o voto nas urnas criadas por Jobim e sujeitas a fraudes absolutas – não dá para recontar se necessidade houver – e depois pagar as contas.

Não adiante nem querer morrer de jeito especial tentando chamar a atenção do diretor. É um clube fechado. Para entrar ali é preciso no mínimo ter vendido a mãe antes e exibir o comprovante.

Tucano é isso – não há exceção -. Nem nos que ainda estão por nascer.

Exagero? Um servidor da Prefeitura de Juiz de Fora permaneceu internado num hospital da cidade em estado de coma durante vários dias. Para sobreviver, entre outros procedimentos foi submetido a uma traqueotomia. Dias depois, liberado pelos médicos e com um laudo indicando a necessidade de aposentadoria, foi intimado a apresentar-se no trabalho e assumir suas funções caso contrário seria demitido. O laudo foi recusado e segundo a corrupta e venal secretária Suely Reis, são medidas para equilibrar as contas e poupar despesas desnecessárias. A despesa necessária para ela deve ser a vida humana.

É só multiplicar esse tipo de monstro devorador de dinheiro público pelo número de tucanos no Brasil inteiro e imaginar o que querem com a CPI da PETROBRAS.

Querem passar a escritura definitiva do Brasil.

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Desafios para a educação de jovens e adultos é tema de encontro na Câmara

Criar cursos atrativos para quem quer retornar às salas de aula é um dos principais desafios da educação de jovens e adultos (EJA) no Brasil. O tema está sendo discutido hoje (24) na Câmara dos Deputados por parlamentares e representantes do governo, de organizações internacionais e da sociedade civil.

O encontro é preparatório para a 6ª Conferência Internacional de Educação de Adultos (Confintea), que ocorrerá de 19 a 22 de maio em Belém (PA). O evento, que só é realizado a cada 12 anos, já tem confirmada a participação de 85 Estados membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e 51 ministros de Educação de todo o mundo.
A última edição do evento foi realizada em 1997 em Hamburgo, na Alemanha. Segundo o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland, existem hoje no mundo mais de 700 milhões de analfabetos, dos quais 35 milhões estão na América Latina.

“A educação de jovens e adultos é um reflexo da oferta insuficiente de escolas para a criança. A educação, ao longo de sua história, muitas vezes mais exclui do que inclui. A alfabetização tem um papel central para atingir metas de desenvolvimento e na garantia de outros direitos humanos”, apontou Ireland.
A deputada Maria do Rosário (PT-RS), presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, ressaltou que as turmas de EJA precisam estar conectadas ao mundo do trabalho para atrair os alunos para a sala de aula. “É positivo que a EJA tenha sido incluída no Fundeb, mas demoramos muito para fazer isso e agora temos que correr atrás. Precisamos trabalhar de um lado para que os jovens não abandonem a escola, e por outro, para que os adultos que não freqüentaram a escola tenham acesso à educação, porque precisamos acreditar na possibilidade de aprendizagem dessas pessoas.”

De acordo com o secretário de Educação, Alfabetização e Educação Continuada do Ministério da Educação, André Lázaro, o Brasil vai levar à Confintea a maior delegação. “Nós tivemos um forte processo de debate no país, com conferências estaduais, regionais e uma nacional. A educação de jovens e adultos é um desafio para o país”, afirmou.

 

Fonte Agencia Brasil

CCJ da Câmara aprova aumento de número de vereadores no país

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta quarta-feira relatório do deputado Flávio Dino (PC do B-MA) favorável à promulgação do aumento imediato do número de vereadores no país –dos atuais 51.748 para 59.791, conforme prevê a chamada PEC dos Vereadores.

CCJ da Câmara dos Deputados aprova aumento de número de vereadores no país
CCJ da Câmara dos Deputados aprova aumento de número de vereadores no país

O parecer da comissão será submetido ao plenário, podendo ser aprovado por maioria simples (metade mais um dos presentes). Neste caso, a Câmara fica obrigada a promulgar a PEC. Entretanto, esse assunto só será levado ao plenário da Câmara depois que o Senado se manifestar sobre os gastos das Câmaras municipais.

Em dezembro passado, o Senado aprovou a proposta, originária da Câmara, mas retirou do texto o limite de gastos com as Câmaras municipais. A Mesa da Câmara decidiu, então, não promulgar a proposta, por entender que o texto havia sido modificado de forma substancial.

A decisão da Mesa foi questionada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que apresentou recurso para que a CCJ se manifestasse.

Dino argumentou que os dois temas –aumento na quantidade de vereadores e redução de despesas das Câmaras municipais– são “dissociáveis”, o que obrigaria a Câmara a promulgar o que foi aprovado pelo Senado.

“A decisão da CCJ, na prática, foi um golpe, porque obriga a Câmara a aprovar com maioria simples [no caso do relatório de Flávio Dino], o que deveria ser analisado com quorum qualificado [3/5 dos deputados, conforme a tramitação de PECs]”, afirmou o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP).

Câmara dos deputados limitam verba idenizatorio

A Mesa Diretora da Câmara decidiu nesta terça-feira limitar os gastos dos 513 deputados com a verba indenizatória, que é de R$ 15 mil ao mês. Ficou definido que as despesas com combustíveis, locação de veículos e contratação de segurança estão limitados, cada um, a 30% do valor mensal.

De acordo com o entendimento do comando da Câmara ficará proibido o uso da verba para pagar pesquisas, consultorias e alimentação. A nova regra passa a valer em 30 dias. O texto com as alterações para a utilização do benefício deve ser finalizado e publicado na tarde de hoje.

Segundo o primeiro-secretário da Mesa Diretora, Rafael Guerra (PSDB-MG), o novo sistema vai permitir total transparência e controle dos gastos. “O que a gente espera é que a norma ficando bastante clara, explícita, não haja duvida em relação ao parlamentar e não haja duvida para aqueles que forem ter acesso a internet, para ter informação dos gastos de cada deputado” disse Guerra.

Atualmente, a verba indenizatória é utilizada pelos parlamentares para ressarcir gastos –incluindo nos seus Estados de origem. Os gastos de cada parlamentar com a verba, na Câmara e no Senado, estão disponíveis nos sites das Casas Legislativas –mas não são detalhados. É possível saber genericamente como o deputado ou senador gastou o valor da verba, mas sem detalhes de onde os recursos foram aplicados.

Por este motivo, a Mesa Diretora da Câmara decidiu que vai divulgar no site da Casa a partir do próximo mês as cópias das notas fiscais que comprovam os gastos com a verba. Os deputados que acusarem gastos de R$ 14 mil, terão que colocar no site as notas fiscais dos estabelecimentos onde executaram os gastos para dar maior transparência ao processo.

Passagens

Os integrantes da Mesa Diretora informaram que deixaram para fechar uma proposta em relação a mudanças nos gastos de passagens aéreas na reunião da próxima terça-feira. No encontro de hoje, os parlamentares não entraram em consenso em torno das propostas apresentas. O primeiro-secretário, no entanto, adiantou que haverá alterações para impedir que a cota seja usada irregularmente.

Serão estabelecidos critérios permitindo a utilização das passagens para familiares que sejam dependentes e assessores. “Não é possível que fique de livre utilização e aplicação do deputado. Podemos colocar um limite, usar pelo próprio deputado, para mulheres e filhos e seus assessores. Fora isso nenhuma outra utilização se justifica”, afirmou Guerra.

Criada originalmente para permitir ao congressista quatro deslocamentos mensais ao Estado, a cota aérea é paga conforme o Estado do parlamentar e se ele ocupa ou não posto de destaque nas duas Casas e pode ser usada também por congressistas do Distrito Federal, que não precisam viajar. Na atual legislatura, o valor varia de R$ 4.700 a R$ 33 mil. Há denúncias de que parlamentares estariam utilizando indevidamente a cota repassando passagens para amigos.

Brasil é penúltimo na América do Sul em participação da mulher na política, diz ONU

O Brasil é o penúltimo colocado no ranking que mede a participação feminina nas câmaras federais entre os países da América do Sul. A Argentina lidera o levantamento, com 40% de mulheres parlamentares. A última posição é da Colômbia, com 8,4% de assentos ocupados por mulheres. O Brasil, como penúltimo, tem apenas 9% das cadeiras.

Os números foram divulgados hoje (30) pela Organização das Nações Unidas (ONU), que lançou no Rio de Janeiro o relatório Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009. No mundo, o país com maior representatividade da mulher na política é a Suécia, com 47%. Depois vem Cuba, com 43%, Finlândia, com 41%, e Dinamarca.

A diretora da ONU do Fundo para a Mulher (Unifem), Inês Alberdi, comentou a posição brasileira em relação aos países sul-americanos. “Quanto à presença de mulheres nos parlamentos nacionais, o Brasil está muito atrás, tem um percentual muito baixo. Por outro lado, é líder nas iniciativas de combater as desigualdades e a violência”, disse.

Para a deputada estadual Inês Pandeló (PT), presidente da Comissão de Defesa das Mulheres da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), não basta a legislação brasileira prever cota de 30% de candidatas mulheres nas eleições. “Onde tem cotas, foi ampliada a participação feminina em espaços de poder, incluindo na política. Mas estamos vendo que não basta só ter a vaga na chapa. São precisos outros instrumentos, como a reforma política, com o financiamento público de campanha e a possibilidade de mais mulheres assumirem esse espaço”, afirnou.

A Secretária Especial de Políticas Públicas para as Mulheres, a ministra Nilcéa Freire, também ressaltou a necessidade das mulheres assumirem maior poder político no país. “O Brasil figura quase como o lanterninha da representação das mulheres noParlamento. Nós acabamos de instituir uma comissão tripartite – Executivo, Parlamento e sociedade civil – para fazer uma revisão da legislação sobre cotas eleitorais”, informou. Segundo a ministra, o objetivo é examinar por que os 30% da cota obrigatória de candidatas não se transformam em um percentual semelhante de mulheres eleitas.

“Há que se verificar também a questão do financiamento, a capacitação das mulheres nos partidos políticos, destinação de recursos do fundo partidário para as candidaturas femininas, tempo nos programas eleitorais, se há proporcionalidade. Ou seja, trabalhar a questão da igualdade de oportunidades e tratamento, para que o percentual estabelecido como ação afirmativa possa ser garantido na prática”, disse.

Além de abordar a participação política das mulheres, o relatório também trata de questões como violência e saúde. A versão integral, em português, pode ser acessada no site www.unifem.org/progress/2008.

Façam as suas apostas. As eleições de 2010 começam a esquentar.

A semana politica começou quente. Primeiro com as eleições no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Ali estavam em jogo muito mais do que o status de dirigir as duas principais casas legislativa do Brasil e que tem em mãos um orçamento de mais de 6 bilhões de reais. E sim o de interferir diretamente nos rumos políticos do Brasil, prioritariamente as ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2010.

Após sair fortalecido das eleições municipais, se consolidando como o maior partido do Brasil o PMDB aumenta o seu poderio com o poder nas duas casas. O presidente Lula conta como aliado de primeira hora o PMDB para essa empreitada, a de eleger Dilma a sua sucessora. Só que mais difícil de convencer a CÚPULA DO PMDB, o presidente Lula tem um desafio maior de todos, que é unificar todo o PMDB, principalmente por mais do que um partido nacional no PMDB o que prevalece de fato são os interesses locais, é quase que COMBINAR COM OS ZAGUEIROS DA EQUIPE ADVERSARIA EM LHE DEIXAR FAZER UM GOL. Vamos ver os próximos capítulos desta queda de braço.

Na outra ponta tempo também uma verdadeiro duelo de TITAS, entre José Serra e mineiro Aécio Neves, que disputam a indicação do PSDB para concorrer a presidência da republica. Serra saiu fortalecido do último embate eleitoral, já o seu concorrente saiu enfraquecido apesar de seu candidato ter ganho a prefeitura de BH. Os dois já anunciaram que começam a rodar o Brasil em busca de votos dos convencionais do partido e de projeção nacional. Quem vai dar mais.

Por fim o imbatível PRESIDENTE LULA, novamente bate recorde de sua popularidade no mês de janeiro com nada mais nada menos que 84% de aprovação. Entra crise, sai escândalo, aparece o mensalão e o LULA continua numa boa.

 

Um grande abraço.

Será que vai…

Na reta final da campanha pela presidência da Câmara, os candidatos Ciro Nogueira (PP-PI), Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Osmar Serraglio (PMDB-PR) mantêm as esperanças de levar a disputa para o segundo turno contra Michel Temer (PMDB-SP), que conta com apoio formal de 14 partidos e calcula ter 340 dos 513 votos da Casa. Para vencer em primeiro turno, são necessários 257 votos.

Ciro Nogueira, que passa o dia na Câmara ao telefone com os deputados-eleitores, diz-se confiante no segundo turno e, no momento, imagina ter entre 180 e 200 votos. Já Aldo Rebelo, que também está na Câmara em reuniões, nega-se a prever número de votos, mas afirma estar trabalhando pela disputa exclusiva com Temer.

Serraglio foi o único que optou por fazer campanha de casa, fazendo apenas uma rápida visita ao Congresso. O peemedebista avulso diz ser difícil medir o tamanho de sua base de apoio, já que o “rolo compressor” da candidatura oficial de Temer impediria manifestações explícitas. Ele disse, entretanto, acreditar na ida ao segundo turno:

– Porque se for para o segundo turno, eu acredito. Todo mundo gosta do meu programa, elogia como eu fiz. Agora como fica se o Ciro tem um partido, o Aldo tem um partido e eu tenho um rolo compressor? Ninguém se identifica. O meu pessoal é o pessoal da catacumba.