Desenho ‘South Park’ tem presidente Lula para salvar a Terra

A popularidade do presidente Lula no exterior está cada vez maior. Após ser chamado de "o cara" pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Lula caiu nas graças dos cartunistas

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Lula tem rápidas aparições no episódio, com duas pequenas falas ("no, no" e "no changes"). O presidente faz parte de uma comissão formada pelos principais chefes de Estado do mundo para livrar a Terra da invasão de um bandido intergaláctico.

Stan, um dos personagens da série, acaba esfaqueando o ladrão alienígena. Assim o dinheiro que estava com o criminoso espacial termina sendo dividido entre as potências mundiais, em vez de ser devolvido a Polícia Espacial. No fim, o planeta é ‘enjaulado’ por não ter sido honesto. Este é o sexto episódio da 13ª temporada do desenho.

No desenho, os personagens também recebem apoio dos maiores líderes mundiais. "O cara", na opinião do presidente Obama, fica ao lado de personalidades como a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

South Park foi criado em 1997 por Matt Stone e Trey Parker e ficou famosa pelo humor negro e as críticas impiedosas que costuma dirigir à sociedade americana. O desenho foi criado por Matt Stone e Trey Parker e desde seu início, em 1997, é exibido pelo canal de televisão estadunidense Comedy Central.

A série se passa na pequena e gelada cidade fictícia de South Park, Colorado, e é estrelada por quatro garotos que falam palavrões a todo momento. São eles: Eric Cartman, Stan Marsh, Kenny McCormick e Kyle Broflovski.

Desde o dia em que foi estreado, em 13 de agosto de 1997, o desenho exibiu 181 episódios, em 12 temporadas. A décima terceira temporada começou a ser exibida no início de 2009. O desenho está contratado para produzir novos episódios até a décima quinta temporada, em 2011.

– Assista o episódio ‘Pinewood Derby’ na íntegra (em inglês)

Obama conquista jovens na França ao admitir arrogância dos EUA

Barack Obama Capitol

Estrasburgo (França), 3 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conquistou hoje um público de três mil pessoas que o aplaudiu com entusiasmo especial quando admitiu, com pesar, que, "às vezes, a América se mostrou arrogante e diminuiu, e até mesmo ridicularizou", seus aliados europeus.
Em uma reunião na qual se submeteu a perguntas dos cidadãos, Obama também reagiu com entusiasmo quando falou sobre o fechamento de Guantánamo, a prisão americana em território cubano para detentos suspeitos de terrorismo internacional.

Em um clima relaxado, os presentes, em sua maioria estudantes alemães e franceses, explodiram em gritos e aplausos quando Obama e sua mulher, Michelle apareceram no pavilhão esportivo.
A primeira-dama cumprimentou os jovens no palco e depois passou a ouvir atentamente seu marido na primeira fila.
O presidente primeiro fez um discurso de meia hora no qual estabeleceu como meta um mundo sem armas nucleares, e assegurou que os Estados Unidos e a Europa enfrentarão, com sucesso, os desafios do século XXI sempre que estiverem juntos.

Depois, dedicou 30 minutos a responder a perguntas do público sobre o legado que sua Presidência quer deixar, o que espera dos europeus na "guerra contra o terror", se alguma vez se arrependeu de concorrer à Presidência e, em um tom mais pessoal e leve, o processo de escolha de um cachorro para a Casa Blanca.
Sobre seu legado, insistiu na esperança de um panorama mais pacífico e ecológico; aos europeus, pediu mais esforço no Afeganistão; admitiu que sente saudades da privacidade que tinha antes e, por último, assegurou que, "em breve", se resolverá a dúvida sobre o animal de estimação que prometeu às filhas.