9ª Mostra do Filme Livre 2009/11/26
Posted by edsonjrodrigues in Geral.Tags: apresentação de curtas, centro cultural banco do brasil, cineastas, concurso de curta, Cultura, curta metragem, mostra de filmes, oficina, produção de filmes
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A MFL 2010 / 9ª Mostra do Filme Livre recebe até o dia 12 de dezembro de 2009 filmes de todos os formatos, gêneros, durações e feitos em qualquer época. Por essas características a MFL é considerada o evento audiovisual mais democrático do Brasil. Em suas oito edições anteriores a MFL exibiu 2 mil filmes que foram assistidos por 30 mil pessoas, seja em seu evento completo, no Rio de Janeiro, seja em mostras itinerantes ocorridas em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e no Maranhão.
“A característica ímpar da MFL”, explica o curador Guilherme Whitaker, “é a valorização de filmes independentes, ou seja, feitos sem apoio estatal – 90% dos inscritos e selecionados são livres (do Estado).”
Apesar da preferência por filmes livres do estado, obras que tenham sido feitas com recursos públicos podem se inscrever normalmente e os selecionados concorrem ao troféu ‘Caríssima Liberdade’. Já os filmes livres concorrem ao troféu ‘Filme Livre’ e ‘Oficinando’, este focado aos filmes feitos em escolas, oficinas e cursos audiovisuais.
Além de competitiva, a MFL também faz sessões especiais e informativas, como: “Mundo Livre”, com filmes feitos por brasileiros no exterior e por estrangeiros no Brasil, “Sexuada”, de temática sexual, “Infantil” e “Invísível”, com alguns dos filmes rejeitados pela curadoria. O evento também faz retrospectivas especiais e homenagens para pessoas e ações que fizeram e/ou fazem filmes livres (mesmo que nem saibam disso).
Já foram homenageados na MFL os cineastas Fernando Spencer (PR), Eliseu Visconti, Luiz Rosemberg Filho, Andrea Tonacci (SP), Helena Ignez, Joel Pizzini e Sergio Ricardo, além de uma sessão especial do documentarista holandês Johan Van Der Kueken, em 2005.
As produtoras e ou movimentos já destacados foram: Mosquito (MG), PEPA (RJ), RAÇA (RJ), A Organização (RJ), Canibal (SC), Circuito ASCINE de Cineclubes (RJ), Feijoada ABDEC-RJ, Angu TV (RJ), CMI, Curta o Curta, Nem só o que anda é móvel (MG), A produtora (MG), Tv Morrinho (RJ), Paulo Halm (RJ), Plus Ultra (RJ), Lançamento do Guia dos Festivais (SP), Godot Quincas, Philippe Barcinski (SP) Cinema de Poesia (RJ), Cavídeo (RJ), Arquivo Nacional (RJ), Cinema Sensível (PR), Cachaça Cinema Clube, Eduardo Nunes (RJ), Petter Baiestorf e Nilson Primitivo.
Em 2009 a MFL exibiu 370 filmes no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, onde nasceu em 2002.
Mais informações e inscrições pelo site da MFL
Carta da JPT à juventude brasileira 2009/11/06
Posted by edsonjrodrigues in Artigos, Geral, Juventude, PT.Tags: América Latina, CONJUVE, Cultura, democracia, Ditadura, ECA, FMI, jovem, Jovens, JPT, Juventude, Meio Ambiente, movimento juvenil, políticas públicas, PPJ, privatização, PT, qualificação profissional
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O mundo está mudando. A velha ordem mostra sinais de cansaço, enquanto a novidade ganha fôlego na América Latina. É um momento decisivo para inverter regras ultrapassadas, dizer que os tempos de ditadura do mercado precisam chegar ao fim e afirmar que para transformar esta época de mudanças em uma mudança de época, a hora é agora
O Brasil está mudando. Se antes ficávamos em silêncio, hoje o mundo quer nos ouvir. Se antes qualquer vento nos derrubava, hoje enfrentamos ciclones e temos condições de sair mais fortes da tempestade: o mundo sabe disso. Por outro lado, os que teimam em enxugar o Estado e apostar no mercado não param de afundar.
Mas a partida só acaba quando termina, e ainda temos muito jogo pela frente. Os que defendem os monopólios e privatizações querem entregar as riquezas do povo brasileiro a acionistas e especuladores. São os mesmos que multiplicaram a dívida pública e baixavam a cabeça para o FMI. Está aí a aliança demo-tucana que representa os interesses da minoria elitista que quer impor seu projeto de concentrar riqueza e lucrar sempre mais.
Do lado de cá estão os de baixo, que sobreviveram ao chumbo grosso da repressão e lutam para desconcentrar a riqueza e o poder. É a aliança entre petistas, comunistas, socialistas e demais setores democráticos e populares que colocam o ser humano e o meio ambiente no centro das atenções e preferem dar as mãos aos vizinhos latinos a lamber as botas dos gigantes.
O projeto de país que definirmos hoje, enquanto somos jovens, é o divisor de águas para lançar as bases de nossas condições de amanhã. O que está em jogo é o futuro do Brasil e das nossas vidas. Não existe alternativa para o povo brasileiro sem investir nos jovens agora, afinal, só seremos o futuro se estiver garantido o nosso presente. O desenho do Brasil e do mundo que queremos ver emergir deste tempo de incertezas depende da nossa situação hoje.
Por isso, não podemos abrir mão de que a riqueza extraída da exploração do petróleo, patrimônio do povo brasileiro, seja propriedade pública investida nos jovens e nas crianças. É por esse motivo que devemos garantir aos jovens do campo a possibilidade de permanecer onde estão, sem precisar migrar para as cidades, a partir da expropriação das terras que não cumprirem com índices de produtividade mais altos, visando a reforma agrária. É com esse horizonte que devemos lutar pela a redução da jornada de trabalho sem redução dos salários (citar a tramitação), criando mais empregos, combatendo a precarização da mão de obra e gerando mais tempo livre para que a juventude tenha acesso a uma formação integral, com direito à cultura e ao lazer.
O governo do Presidente Lula, representa um avanço sem igual para nós jovens. As diversas políticas públicas para a juventude como o ProUni, Reuni, Pro-jovem, a ampliação das escolas técnicas, dentre outras, são importantes iniciativas de inclusão da juventude que precisam ser cada vez mais aprofundadas.
Mas é preciso dar continuidade a isso e ir além, mudar a vida da juventude. Nós jovens devemos ter garantido o nosso direito ao trabalho. Apesar das mudanças em curso, a juventude ainda é a parcela que mais sofre com o desemprego e a precarização dos salários e condições de trabalho. Aliás, a forma como entramos no mundo do trabalho tem forte influência sobre nossa trajetória profissional. No entanto, mais que um acesso decente ao mundo do trabalho, precisamos também ter o direito de não precisar trabalhar tão cedo como ocorre atualmente e poder nos desenvolver cultural e intelectualmente.
Mas para isso é preciso que a escola passe a dialogar com as nossas diferentes realidades e dilemas. Só conseguiremos dar conta de nossos deveres se o nosso direito à educação, sempre pública, nos for garantido desde a creche até a pós-graduação, sem filtros anti-democráticos e que privilegiem minorias, como é o vestibular. Não queremos contribuir com a produção de ciência e tecnologia para ampliar os lucros de poucos, mas para auxiliar no atendimento das necessidades do ser humano e do desenvolvimento ambientalmente sustentável.
Queremos que os meios de comunicação monopolizados pela iniciativa privada e a indústria cultural que destrói nossas raízes populares percam espaço para uma produção autônoma e democrática das nossas jovens revelações que surgem de nossas periferias e pequenas cidades. Não aceitamos que empresários tratem nosso patrimônio cultural histórico como mercadoria a ser vendida e comprada, trazendo segregação no acesso à produção cultural de acordo com a renda das pessoas.
Dizemos em alto e bom som: somos as principais vítimas da repressão policial e do crime organizado. Está em curso um verdadeiro genocídio da juventude, sobretudo dos jovens negros, pobres e moradores das periferias dos grandes centros urbanos. Parece óbvio, mas é preciso dizer que não é esse o futuro que queremos. Somos muito melhores que este destino traçado para nós. Temos potencial e queremos a oportunidade de aproveitá-lo.
Quem quiser se unir a essa luta venha conosco! Não temos tempo a perder. Para construir um mundo socialista que nos permita a felicidade, a hora é agora.
Juventude do Partido dos Trabalhadores
25 de setembro de 2009.
Nós fazemos a nossa História 2009/10/29
Posted by edsonjrodrigues in Governador Valadares, Imagens, Informatica, Nos Bastidores, PPJ, programas.Tags: CONJUVE, coordenadoria, Cultura, desafio, Elisa Costa, Governador Valadares, Jovens, Juventude, Meio Ambiente, Pública, politica de juventude, PPJ, Prefeitura, protagonismo juvenil, saúde, secualidade
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Juventude, é preciso acreditar 2009/10/24
Posted by edsonjrodrigues in Artigos, Juventude, O Mundo, PPJ, Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: CONJUVE, conselho nacional, cooperativa, cooperativismo, Cultura, economia, Educação, empreendedor, formação profissional, ideológia, Jovens, Juvenil, Juventude, liberalismo, neoliberal, políticas públicas, PPJ, primeiro emprego, protagonismo, sexual
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Por. Luciano Menezes
O desenvolvimento de nossa personalidade se dá no conflito e no confronto diário de nossas relações intrapessoais e interpessoais tais como: comigo mesmo; com os outros; com o mundo e com o Transcendente.
Devemos descobrir e apontar quais são os nossos sonhos, ideais e utopias que carregamos. Questionarmos em que mundo estamos? Darmos conta quais são as razões concretas de nossas esperanças? Digamos que esse é o primeiro passo para identificar e enfocar os nossos princípios básicos. O que realmente acreditamos para fazermos a diferença na sociedade.
Não é fácil desenvolver o caminho da construção do eu, ou seja, de nossa identidade juvenil. A pergunta que fazemos qual é o sentido do autoconhecimento? Às vezes confundimos como: uma pessoa, um indivíduo, um cidadão, um sujeito, não sabemos qual é o melhor conceito? Ou tudo é mesma coisa? Será que todos estão comprometidos com a vida do ser humano?
A auto-realização se dá na interação do sujeito e com o objeto. Quanto mais intensificarmos os significados de nossa existência, a experiência do sentido terá mais lucidez e eficácia.
Ser jovem hoje exige busca de informação de tudo o que acontece no mundo pós-moderno e globalizado. O grande desafio hoje está nos valores e estes, estão em crise. A alternativa da crise é tirar o “s” da crise e crie uma possibilidade fiel e criativa de fazer a mesma coisa de modo diferente de ser mais ousado e empreendedor.
A pós-modernidade nos faz pensar e nos organizar para que tenhamos cada vez mais direcionamento vocacional e exige capacitação e competência profissional na formação de valores tanto morais, éticos, estéticos, culturais, sociais, econômicos, políticos e religiosos com argumentos comprometidos coerentes e fiéis às potencialidades que possuímos e queremos desenvolver, com filosofia própria de vida e no serviço do resgate da cidadania.
O sistema capitalista está aí com sistema de ideologia própria, total e única com seus próprios interesse de apropriação, exploração e dominação de tudo e de todos, um só “céu” e uma só “terra” tanto dos recursos materiais e humanos, uma dimensão sem fronteiras, sem divisões e sem limites, liberdade individual (liberalismmo) e sem oposição ideológica. Seu maior objetivo é formar no mundo um único bloco econômico capitalista, que todos sejam “iguais” e que na verdade alguns são mais “iguais” do que outros. Isso é injustiça e o poder fica na mão apenas de alguns. Onde mais ou menos 20% da população mundial retêm 80% da riqueza do mundo e sendo que 80% da população têm 20% da riqueza.
O sistema NEOLIBERAL está aí. Um novo para ratificar o “novo” que vem e pronto. O que vamos fazer, juventude!?Nossa atitude muda o mundo; o modo como vemos o mundo é muito mais importante do modo do que o mundo é. O mundo vai ser melhor quando eu for melhor
Juventude, a concepção de mundo que eu tenho é muito importante. Qual é a sua? O que fazer? Quais as razões e ações para fazer a diferença? Mudar o sistema não resolve, fazer revolução não soluciona, derrubamos o capitalismo e oferecer o que em troca? Começarmos de pequeno no exercício participativo, cooperativo e solidário, que seja um processo democrático que comece na família entre pais e filhos, depois para comunidade e sociedade.
Os jovens sentem-se mais apoiados e seguros quando os adultos se dispõem a conversar e a dar conselhos; ficam mais autônomos quando são chamados a dar opinião sobre questões importantes; aprendem noções de ética se são incentivados a discutir valores pessoais; e constroem melhor a própria identidade quando aprendem sobre tradições com os mais velhos. Eis uma solução.
Outro desafio e ter uma visão integradora e solidária. Saber organizar e cooperar com responsabilidade e com comprometimento, pensar naquilo que acreditamos e sonhamos para a melhor qualidade de vida. Sem drogas, sem doenças sexualmente transmissíveis – aids… ter saúde física, mental e espiritual.
O nosso olhar crítico dever ser alargado e dizer não para os canais abertos de TV ou outros meios de comunicação social, que incitam os jovens a se tornarem consumidores compulsivos e afetivos – sexuais dependentes.
Que a juventude seja unida nas diversas diferenças culturais e sociais. Pensarmos globalmente e agir localmente. Ter a permanente humildade de nossas convicções e está assessorando-se no intuito de unir forças, necessidades, desejos, sonhos e esperanças. Ninguém é melhor do que todos nós juntos. Cativando-se e deixando-se cativar por aqueles que nos querem bem e por aqueles que nos desafiam na oportunidade de crescer. A nossa missão é estimular outros jovens que por vezes perderam os seus referenciais e o seu sentido de vida. Que todos tenham mais vida e vida em plenitude.
Pensemos que hoje nós podemos fazer o melhor de nós, para que amanhã ao olharmos o passado, chegarmos à conclusão de que a nossa vida realmente valeu a pena ter sido vivida. Mas o que fazer para mudar? Tomemos hoje a decisão de mudar a nossa vida. Definir quais são os nossos objetivos, sonhos mais ardentes, ambições e lutemos por eles. Usemos as ferramentas que temos à mão. Aproveitemos as oportunidades.
[Por Luciano Osmar Menezes. Texto produzido durante o curso de Especialização em Juventude Contemporânea - Unisinos]
Seminário debate políticas para populações tradicionais 2009/10/06
Posted by edsonjrodrigues in Artigos, Geral, Informação, PPJ, Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: agricultura familiar, CONJUVE, Conselho Nacional de Juventude, Cultura, Desenvolvimento, gt, identidade cultural, Jovens, Juventude, povos, Sebrae, secretaria nacional
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O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), por meio do GT Juventude e Povos e Comunidades Tradicionais, realiza, no próximo dia 9 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o I Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Populações Tradicionais. Sob a coordenação do Instituto Raízes da Tradição e apoio da Secretaria Nacional de Juventude, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Sebrae, o evento vai reunir representantes das comunidades e povos tradicionais, do poder público e da sociedade civil, além de acadêmicos e especialistas sobre o tema. O secretário adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, Danilo Moreira, participará do debate “ Políticas Públicas de Comunidades e Povos Tradicionais e de Juventude”, que acontece às 13h.
O Seminário vai permitir uma discussão aprofundada das questões levantadas durante a 1ª Conferência Nacional de Juventude, realizada em Brasília, em abril de 2008. O debate servirá também de base para a II Consulta Nacional aos Povos e Comunidades Tradicionais, previsto para ocorrer durante a VI Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo, que acontecerá em São Paulo no próximo ano. A I Consulta Nacional aos Povos Tradicionais foi uma das etapas eletivas da Conferência Nacional de Juventude, quando jovens quilombolas, indígenas, ciganos, pomeranos, das comunidades de terreiro e outros puderam se manifestar, discutindo e apresentando propostas para as questões específicas dessas juventudes.
Na próxima sexta-feira o seminário vai reunir também sertanejos, extrativistas, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu e outros segmentos que também buscam o reconhecimento e a inclusão definitiva de suas demandas na agenda das políticas públicas.
Veja, abaixo, a programação completa do evento:
Local e Data: Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2009
Centro de Referência do Artesanato Brasileiro – Sebrae
Praça Tiradentes, nº 71 – Centro- Rio de Janeiro, RJ
Sexta – Feira – 09 de Outubro de 2009
8h – Abertura do Credenciamento
9h – Reunião da Sociedade Civil – GT de Comunidades e Povos Tradicionais do Conjuve e convidados
9h45 – Coffe break
10h – Formação de Grupos de Trabalho
11h – Avaliação e Análise dos Resultados dos Grupos de Trabalho
12h – Almoço
13h – Mesa Redonda: Políticas Públicas de Comunidades e Povos Tradicionais e de Juventude
Secretário Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, Danilo Moreira, Coordenador da I Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude; representante do governo do estado do RJ; representante da Prefeitura do RJ ; representante do Conjuve; representante dos Ministérios da Cultura; Desenvolvimento Agrário; MDS e Sebrae.
15h – Mesa Redonda: Compartilhando Experiências de Políticas Públicas de Juventude e de Comunidades e Povos Tradicionais no setor Privado e no Setor Público – no Brasil e no mundo.
Universidade Nacional Autônoma do México, Cidade do México; Instituto de Investigações Sociais; Instituto Etnia – Cultura e Desenvolvimento, de Lisboa/Portugal; representante da Petrobrás; e Fundação Vale.
Mediação: Diretora – Presidente do Instituto Raízes da Tradição, Ana Paula Jones.
17h – Premissas e Proposições da Sociedade Civil Para Políticas
Públicas de Comunidades e Povos Tradicionais – Apresentação do Relatório Final, Planejamento do Cronograma do GT até o ano de 2010.
18:30h – Coffee break e Confraternização Final
Apresentações Artísticas dos Grupos de Comunidades e Povos Tradicionais na VI Feira da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo na Marina da Glória, Aterro do Flamengo
16h – Quebradeiras de Coco de Babaçu – (da Bahia)
17h – Cavalo Marinho Boi Pintado de Aliança – (Pernambuco)
19h – Boi de Maracanã – (Maranhão)
23h – Cortejo dos Grupos de Comunidades e Povos Tradicionais com Nana Vasconcellos na Lapa: Maracatu Nação Estrela Brilhante de Recife – PE, Boi de Maracanã – MA e Rio Maracatu- RJ
(*programação sujeita a confirmação)
Mais Informações – Instituto Raízes da Tradição
www.raizesdatradicao.com.br
Informações: +55 21 8452 2793/ 21 9553 3323/ 21 8212 8724/ 21 22949551
Icapuí (CE) sedia VIII Acampamento Latino-Americano da Juventude 2009/07/12
Posted by edsonjrodrigues in Juventude.Tags: acampamento, acampamento juvenil, americano, artes plásticas, assembléia, Banco do Brasil, banco do nordeste, ceará, conferênica, Cultura, dom hélder, Encontro, Jovens, Juventude, latino, latino-americano, lesgislativa, ministério do turismo, oficinas temáticas, pluralidade, politica, Revolução Cubana, teatro
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Música, teatro, cinema, esportes, debates, oficinas, exposições e conferências. Esses são os ingredientes do VIII Acampamento Latino Americano da Juventude, que acontece de 16 a 19 de julho, em Icapuí, no Litoral Leste do Ceará. Mais de 40 mil pessoas deverão participar, durante os quatro dias, do evento, que terá como temas principais de debate os centenários de Patativa do Assaré e de Dom Hélder Câmara e os 50 anos da Revolução Cubana, além da celebração dos 25 anos de emancipação de Icapuí. Entre as mais de 20 atrações musicais, com artistas internacionais e nacionais, Tribo de Jah, O Rappa, Nando Reis e Beto Barbosa vão animar o público a cada noite.
Os jovens que desejam participar do VIII Acampamento podem se organizar em grupos, caravanas ou individualmente. As inscrições devem ser feitas no site,www.acampamentoicapui.com.br.
Realizado nos anos de 1997, 1999, 2000, 2002, 2003, 2004 e 2007, o Acampamento da Juventude é uma iniciativa que se apóia em princípios universais como a democracia, participação, respeito às diferenças, meio ambiente, pluralidade cultural e política. Toda a programação, disponível na página do acampamento na internet, é gratuita e voltada para os interesses dos jovens, propiciando a troca de experiências entre participantes de vários locais do Brasil e de outros países latinos. As artes e os esportes também fazem parte do encontro.
Outro destaque do Acampamento é a realização de oficinas temáticas variadas. No dia 17, sexta, pela manhã, serão realizadas oficinas de Fotografia, Patativa do Assaré, Peixe Boi Marinho, Meio Ambiente, Turismo Comunitário e Permacultura. No dia 18, sábado, no mesmo período, ocorrerão as oficinas de Teatro, Memória, Cultura Corporal, Artes Plásticas e Latinid´AIDS.
O VIII Acampamento Latino-Americano da Juventude é uma realização das organizações não-governamentais Solar, Fundação Brasil Cidadão, Caiçara, Associação Aratu, Câmara Municipal de Icapuí, Centro de Desenvolvimento Municipal Vento Leste e mandato do deputado estadual Dedé Teixeira (PT), com patrocínio do Ministério do Turismo, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Governo do Estado do Ceará e Cagece, apoio da Assembléia Legislativa do Ceará, Agrícola Famosa, Ponte&Caminha Consultoria e Festival Curta Canoa. Sesc e Sebrae são parceiros da iniciativa.
Mais informações:
Associação Solar – Coordenação Geral e Produção Executiva
Fone: (85) 3226-1189
Jovens pesquisadores mapeam iniciativas de arte e cultura em SP 2009/07/09
Posted by edsonjrodrigues in Juventude.Tags: Arte, centro cultural da juventude, centro de estudos, Cultura, estudantes, Jovens, Juventude, mic, mobilização, políticas públicas, pontos de cultura, protagonismo juvenil
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Nos próximos 4 meses dezesseis jovens vão se dedicar a uma pesquisa em todo estado para identificar iniciativas de arte e cultura desenvolvidas por nós ou para nós, jovens paulistas.
As experiências serão enviadas para um banco de dados que futuramente será divulgado em todo estado.
Para realização desta pesquisa a Coordenadoria Estadual da Juventude, firmou convênio com o Centro de Estudos de Políticas Públicas – CEPP e a primeira etapa deste trabalho consistiu na capacitação dos jovens pesquisadores.
O Projeto
"Protagonismo Juvenil: Mapeando a Arte e a Cultura no Estado de São Paulo". Fique ligado pois contaremos tudo pra você!
Objetivo
Mapear em todo Estado de São Paulo iniciativas de arte e cultura desenvolvidas por jovens e/ou voltadas para os jovens.
Justificativa
Inúmeras iniciativas envolvendo a arte e a cultura são desenvolvidas pela galera jovem em todo Estado de São Paulo. Porém, elas são, em sua maioria, pouco conhecidas e consequentemente pouco valorizadas e apoiadas.
Assim, é muito importante mapear as iniciativas existentes e tornar público o resultado desse mapeamento contribuindo com o aperfeiçoamento das políticas públicas da área e o intercâmbio entre diversos atores envolvidos.
Além disso, o mapeamento potencializa a divulgação das iniciativas em curso.
O mapeamento
Para o desenvolvimento do projeto, foram selecionados 16 jovens pesquisadores. Destes, 11 ficarão na capital e serão divididos assim: 6 no Aprendiz (organização da sociedade civil com sede na Vila Madalena, zona oeste da capital) e 5 no CCJ – Centro Cultural da Juventude – equipamento da Secretaria Municipal de Cultura que fica na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da capital); além disso haverá 1 jovem em Ribeirão Preto; 1 em Sorocaba, 2 em Sertãozinho e mais 1 em São Vicente.
Em todos os casos o espaço físico e os computadores são oferecidos pela organização e/ou pelas prefeituras parceiras das respectivas cidades.
Durante 4 meses (de maio a agosto de 2009) os jovens vão dedicar meio-período diário à identificação dos grupos e projetos, encaminhamento e fechamento dos questionários e inclusão on-line das informações no banco de dados. Nesta fase, eles serão acompanhados por um coordenador local.
Resultados
O Banco de dados resultante deste mapeamento será divulgado pela Coordenadoria Estadual da Juventude no nosso Portal. Também serão produzidos folders e catálogos com o resultado do mapeamento em São Paulo.
Paralelamente, a base de dados do Estado de São Paulo será integrada ao Banco de Experiências do Programa Juventude Transformando com Arte (www.juventudearte.org.br), somando-se à dos outros estados já mapeados, gerando assim, um grande banco de dados nacional.

s na Guerra do Vietnã. Cerca 40 mil soldados americanos morreram num ataque ao exército norte-vietnamita, em 1968. O episódio ficou conhecido como
PARIS, março de 1968. Estudantes parisienses descontentes com a disciplina rígida, os currículos escolares e a estrutura acadêmica conservadora organizam protestos que levam a ocupação da Universidade de Nanterre. A atitude agressiva da polícia para conter os estudantes gera revolta que contamina a Universidade de Sorbone e a população. Os motivos de protesto ganham dimensão nacional. Os manifestantes contestam o governo de Charles de Gaulle. Uma greve geral mobilizou 10 milhões de franceses. O país parou: não havia mais trens, metrô, combustível e as fábricas fecharam as portas.
don e recebeu uma delegação que reivindicava pela liberação de estudantes presos, a reabertura do restaurante Calabouço e o fim da repressão policial e de toda espécie de censura. “Saímos daquela passeata com a certeza da vitória, achando que a ditadura iria recuar”, lembra Ernandes Fernandes que assina o projeto gráfico do livro 68 Destinos do fotógrafo
política da população. Foram tomadas medidas polêmicas como o fechamento do Congresso Nacional por tempo indeterminado, a suspensão da possibilidade de qualquer reunião de cunho político e a censura prévia que se estendeu aos meios de comunicação, a música, ao teatro e ao cinema. O AI-5 vigorou até 1978 e produziu uma série de ações arbitrarias que davam ao governo o "direito" de punir os que fossem considerados “inimigos” do regime. O enfrentamento entre a esquerda armada e os militares tornou-se mais constante e violento nesse período. A expressão Anos de Chumbo foi usada pela Imprensa da época para designar o período da “linha dura” que foi inaugurado com o AI-5. A designação é uma paráfrase do título de um filme em português da cineasta alemã, Margareth Von Trota, sobre a repressão de um grupo revolucionário nos anos 70, conhecido como Facção do Exército Vermelho.
ional foram dados nos palanques de sindicatos, nas salas de aula das Universidades e em sítios clandestinos no interior de São Paulo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um exemplo. Em 1968 ele se filia ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Com o passar dos anos, a sua atuação como sindicalista o tornaria uma figura nacionalmente conhecida. Outro exemplo foi em Ibiúna, interior de São Paulo, onde ocorreu o 30° Congresso da União Nacional dos Estudantes. Na época José Dirceu foi preso e incluído na lista dos que foram trocados pelo embaixador americano Charles Burke Ellbrick. Sociólogo de influência marxista e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, acabou impedido de lecionar no curso de Ciência Política na USP, foi aposentado e exilado pelo AI-5.
consciência pelas drogas, a luta pela paz, a liberdade sexual, o amor livre e a valorização da natureza. Esses foram apenas alguns dos itens defendidos pelo movimento mais expressivo da contracultura, que revolucionou a maneira de pensar e agir dos jovens de todo o mundo. Com trajes que chocavam os americanos médios da época, barbas e cabelos compridos, diversos jovens de diferentes níveis sociais rejeitavam a sociedade de consumo norte-americana e passavam a viver em comunidades rurais ou em bairros separados onde todos os “ditames” capitalistas eram deixados de lado. Os
rtístico sem limites. Cinema, música e teatro tornaram-se os primeiros meios a compreender a nova forma de expressão dos calorosos jovens de 68. Na música,
slogans como: “Sejam realistas. Peçam o impossível”. Se de um lado Jimi Hendrix fazia o inimaginável nos palcos, do outro Godard desconstruia o cinema clássico narrativo com montagens descontínuas e dilemas do século XX. Os jovens franceses se identificavam muito com o cinema chamado de
amento com o disco-manifesto “Tropicália ou panis et circense” em 1968, participaram do movimento Gil, Nara Leão, Caetano, Os Mutantes e Tom Zé. A mistura do clássico com o baião, do progresso com o atraso e a polêmica causada pelo movimento começou em 1967 durante o III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. As apresentações de Domingo no parque (Gilberto Gil) e Alegria, Alegria (Caetano Veloso), não agradaram nem um pouco a “linha dura” do movimento estudantil que considerou a guitarra elétrica e o rock símbolos do imperialismo norte-americano.
Em 68 Glauber Rocha já era o maior cineasta brasileiro, no entanto o longa-metragem mais emblemático da contracultura pertence a
Roda Viva em 68, começa a dar os primeiros passos rumo à música. Durante os Anos de Chumbo, Chico destaca-se pelo tom político que empresta a sua obra. Músicas como Apesar de você e Cálice (parceria com Gilberto Gil) afrontaram a Ditadura militar e o presidente Médici. Para driblar a censura que endureceu a tal ponto de vetar qualquer publicação que tivesse o nome Chico Buarque, o compositor passou a assinar as músicas com o pseudônimo de Julinho da Adelaide, composições como Jorge maravilha e Acorda Amor nos anos 70 passaram pelos censores sem restrições, só anos depois foi descoberto o verdadeiro autor. 



















