Web X TV 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Informatica.Tags: aplicativos, Banda Larga, internet, Microsoft, velozes, Web 2.0
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Uma pesquisa realizada pela Deloitte e divulgada nesta sexta-feira afirma que os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à Internet do que assistindo à televisão.
O estudo “O Futuro da Mídia” está na terceira edição, mas esta foi a primeira em que o Brasil foi inserido entre os outros países pesquisados: Estados Unidos, Japão, Alemanha e Grã-Bretanha. Dos 9 mil entrevistados, 1.022 eram brasileiros.
De acordo com a pesquisa, os consumidores brasileiros gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e de entretenimentos tecnológicos, como o celular. Para a maioria dos consumidores, o computador superou a televisão em termos de entretenimento.
A maior parcela dos participantes (81 por cento) apontou o computador como o meio de entretenimento mais importante em relação à TV. Entre os ouvidos, 58 por cento disseram que videogames, jogos no computador e online são importantes fonte de diversão.
Metade dos entrevistados estão atentos aos lançamentos tecnológicos e tentam adquirir rapidamente esses equipamentos. Além disso, 47 por cento dos pesquisados usam o celular como um dispositivo de entretenimento.
O levantamento ouviu pessoas com entre 14 e 75 anos de idade.
A faixa etária de 26 a 42 anos é a mais envolvida com atividades interativas na Internet, como assistir a programas de TV ou usar o computador para chamadas telefônicas.
Em todas as faixas de idade, a atividade mais realizada na Internet é a criação de conteúdos pessoais para serem acessados por outras pessoas, como Web sites, fotos, vídeos, músicas e blogs, diz o estudo.
DISPOSTO A PAGAR MAIS
Outro dado detectado pela pesquisa da Deloitte foi que os brasileiros se sentem limitados na Internet pela velocidade de sua conexão.
Por isso, 85 por cento dos ouvidos afirmaram estar dispostos a pagar mais para ter conexões mais velozes. As pessoas da faixa etária acima de 43 anos são as mais dispostas a pagar mais caro por mais velocidade.
Entre todos os entrevistados, 92 por cento possuem celular. Entre os aplicativos deste tipo de aparelho, as mensagens de texto são as mais utilizadas (92 por cento), seguidas da câmera digital (78 por cento), jogos (67 por cento) e a câmera de vídeo (62 por cento).
Cansado, decepcionado, cambaleando mas sem desistir. É assim que me sinto 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Artigos.Tags: diplomação, Heráclito Fortes, José Serra, Kassab, Renan, senado, Sequestro Relampago, STF
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Segue mais um email interessante que eu recebi, e boa leitura
O nosso senado e a nossa câmara estão parados desde dezembro de
2008. Nossos senadores e deputados confundem a diplomação com um
“cheque em branco”. Gastam, gastam e desperdiçam. Em nome
da presunção de inocência nada se faz. A não ser investigar.
Não é por demais sintomático que as falcatruas só pipoquem
nessas casas?
Para “mostrar serviço”, depois de cinco anos aprovaram uma
modificação tipificando o “sequestro relâmpago”, mas a
progressão de pena continua existindo indiscriminadamente. Ou seja,
o crime continuará compensando.
Querem também perpetuar a impunidade para ministros, deputados,
senadores e governadores, para em nome do preceito constitucional de que
todos são iguais perante a lei, deslocarem o foro para instância
inferior, onde segundo o presidente do STF levará os processos a
serem julgados somente em 2099…!!!
Agora o imortal Sarney diz que a “coisa” caiu no seu colo.
E o Renan caiu no colo dele ou ele caiu no colo de Renan?
Assisti estarrecido um ex-senador e ex-governador, dizer que necessita
dos reembolsos(direito de ex-senadores) de despesas médicas (R$
144.806,72). “A saúde integral é um direito universal. Esteja
onde estiver, o cidadão deve ser coberto”, argumenta a anta
democrata. Vai trabalhar vagabundo!
E como ficarão as “verbas indenizatórias”?
Temos mais de duas centenas de processos, todos envolvendo deputados
federais, senadores e governadores. Todos pelos mesmos crimes… Que
são quase todos de no mínimo peculato!
Serra e Kassab continuam investigando, e “colaborando com as
investigações”, sobre o superfaturamento da merenda – de
má qualidade. Sem falar nos cadernos com dois Paraguais…!
No senado da república, as horas-extras durante as
“férias” e o batalhão de “apadrinhados-diretores”
mostram bem o zelo que eles tem pelo dinheiro do contribuinte.
Heráclito Fortes quando fala parece que sempre está de boca cheia,
e vive revisando a quantidade de cargos comissionados. Tudo em nome da
moralidade administrativa.
FHC entregou um país quase que quebrado, e agora inventa o neologismo
de “cupinização” da máquina estatal.
Vamos abrir os olhos porque eles continuam de olho na PETROBRAS, no
BANCO DO BRASIL e na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, dentre tantas outras
lucrativas instituições de propriedade do povo brasileiro.
E no dia 1º de abril completaremos 45 anos da bendita redentora, para
alguns “ditabranda”…
Grafite muda de nome e vira ‘nova arte pública 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: Arte, Arte pública, Grafite, Grafiteiro, Lei Cidade Limpa, Muro, Pública, pintura
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Arte Publica
Aqueles desenhos coloridos que volta e meia aparecem no muro de alguma rua cinzenta da cidade – para deixá-la (geralmente) mais interessante – não se chamam mais ‘grafite’. Seu nome agora é ‘nova arte pública’. Não quer dizer que os grafiteiros passaram a sair por aí dizendo que são ‘novos artistas públicos’, é verdade. Mas esse foi o jeito que a turma da arte achou para se referir a um conjunto de trabalhos que incorpora técnicas variadas, tem estilo apurado e se relaciona tanto com o passado do grafite quanto com a pintura tradicional.
Este ‘muralismo’ – representado por nomes como Osgemeos, Titi Freak, Zezão, Speto, Daniel Melim, Stephan Doitschinoff, Nunca, Ramon Martins e Onesto – vive um de seus melhores momentos, que coincide também com o início do processo de profissionalização da atividade. É uma mudança de perspectiva: no ano passado, a Lei Cidade Limpa levou a Prefeitura a cobrir de tinta cinza várias destas obras – o que reeditou um confronto com os artistas que se repete desde os anos 70.
Depois disso, porém, os dois lados entraram em um acordo e ficou definido que os grafites não seriam mais apagados. Aproveitamos que hoje, 27, é o Dia do Grafite e ‘grafitamos’ nossas páginas com vários destes trabalhos – quase todos recentes. Para vê-los ao vivo, basta circular pela cidade com olhos atentos.
Para os artistas, a data não tem grande importância – até porque a arte de rua não costuma se ater a formalidades. Ainda assim, o dia 27 de março relembra a obra de Alex Vallauri, que morreu em 1987 e ainda é considerado um dos principais precursores da arte urbana no Brasil.
Márcio Thomaz Bastos assume defesa da construtora Camargo Corrêa 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: Camargo Correia, Castelo de Areia, Doações, josé sarney, Márcio Tomaz, Ministerio Publico, Planalto, Policia Federal
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O advogado criminalista Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça do governo Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a defesa da construtora Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. A operação, deflagrada na quarta-feira (25), resultou na prisão de dez pessoas, sendo quatro executivos e duas secretárias da construtora. Bastos atuará em conjunto com o advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, que já estava no caso. Ontem, a defesa da construtora ajuizou um pedido de habeas corpus para libertar os funcionários presos pela PF. Folha Imagem O ex-ministro Márcio Thomaz Bastos assumiu a defesa da construtora Camargo Corrêa O ex-ministro Márcio Thomaz Bastos assumiu a defesa da construtora Camargo Corrêa O ex-ministro, substituído em março de 2007 por Tarso Genro, afirma que não houve influência do Palácio do Planalto para que assumisse o caso. “Tenho amigos pessoais lá dentro [da Camargo Corrêa] e eles que me procuraram. Nada de Planalto. Tive com o presidente, mas só por cinco minutos, só para cumprimentá-lo no meio de uma reunião que ele estava tendo”, afirmou Bastos à Folha Online As investigações da PF apontam suspeitas de que a construtora tenha feito doações irregulares a partidos políticos. A polícia encontrou menções de doações a PSDB, DEM, PPS, PSB, PDT, PP e PMDB. Os partidos negam as doações irregulares. Bastos afirma que já começou a estudar o caso para poder se inteirar sobre quais serão os próximos passos tomados no caso. A Operação Castelo de Areia visa desarticular uma suposta quadrilha que atuava dentro da construtora. As suspeitas são de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Castelo de Areia A Operação Castelo de Areia visa desarticular uma suposta quadrilha que atuava dentro da construtora. As suspeitas são de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Segundo reportagem da Folha desta sexta-feira, transcrição de conversas telefônicas de diretores da construtora aponta que a empreiteira fez doações ilegais a partidos políticos, segundo interpretação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Apesar de a operação ter atingido partidos de oposição, as investigações, segundo informou o “Painel”, da Folha, também preocupa membros do PT. Também há indícios da participação de um dirigente da Fiesp no suposto esquema. Ele foi citado em uma das conversas grampeadas pelos investigadores. A entidade nega qualquer “distribuição de dinheiro para funcionários públicos”, “pagamentos por fora” ou “obtenção de benefícios indevidos em obras públicas”. Senadores citados nos documentos da PF trataram de comprovar a legalidade de doações recebidas da construtora. O PSDB já solicitou ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), que ele peça à Justiça acesso aos relatórios da PF.
Entrevista com a filha FHC 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in 1.Tags: senado, DEM, FHC, Monica BErgamo, Folha SP
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LUCIANA CARDOSO é filha do ex-presidente FHC. Funcionária do Senado Federal, foi entrevistada pela Monica Bergamo. Suas respostas devem constar do Manual do Funcionário Público Cara de Pau como o Pai. É um primor de sinceridade, ousadia e “cuidado” com o dinheiro público. Tirem as crianças da sala:(texto escrito por anânimo)
Mônica Bergamo (Folha de SP)
LUCIANA CARDOSO
“O Senado é uma bagunça”
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
LUCIANA CARDOSO – Eu cuido de umas coisas pessoais do senador. Coisas de campanha, organizar tudo para ele.
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
LUCIANA – É, então, faz parte dessas coisas. Esse projeto não termina nunca. Enquanto uma pessoa dessa é política, é política. O arquivo é inacabável. É um serviço que eternamente continuará, a não ser que eu saia de lá.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
LUCIANA – Não sei te dizer se eu recebi em janeiro, se não recebi em janeiro. Normalmente, quando o gabinete recebe, eu recebo. Acho que o gabinete recebeu. Se o senador mandar, devolvo [o dinheiro]. Quem manda pra mim é o senador.
FOLHA – E qual é o seu salário?
LUCIANA – Salário de secretária parlamentar, amor! Descobre aí. Sou uma pessoa como todo mundo. Por acaso, sou filha do meu pai, não é? Talvez só tenha o sobrenome errado.
FOLHA – Cumpre horário?
LUCIANA – Trabalho mais em casa, na casa do senador. Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando. Você já entrou no gabinete do senador? Cabe não, meu filho! É um trem mínimo e a bagunça, eterna. Trabalham lá milhões de pessoas. Mas se o senador ligar agora e falar “vem aqui”, eu vou lá.
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA – “Cê” não acha que eu vou te contar o que eu tô fazendo pro senador! Pensa bem, que eu não nasci ontem! Preste bem atenção: se eu estou te dizendo que são coisas particulares, que eu nem faço lá porque não é pra ficar na boca de todo mundo, eu vou te contar?
7 tendências tecnológicas para os próximos dois a cinco anos 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Informatica.Tags: Microsoft, E-consulting, Tecnologias, Web 2.0, TI, CIO, Frameworks, Nokia, IP, CRM
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Consultoria E-Consulting indica quais tecnologias serão relevantes para os negócios no futuro próximo.
A consultoria E-Consulting estabeleceu uma lista de sete tendências tecnológicas para os próximos dois a cinco anos.
A lista busca prever quais tecnologias estarão em pauta em médio prazo. Ainda que elas possam ser, atualmente, “mercadologicamente imaturas ou comercialmente inviáveis, certamente serão aquelas que no prazo de dois a cinco anos impactarão radicalmente a forma como as empresas conduzem seus negócios”, ressalta a consultoria.
De acordo com a E-Consulting, dizer hoje que governança de Tecnologia da Informação, outsourcing, Web 2.0 ou TI como serviços serão destaques não traz um valor diferenciado para o CIO ou para o interessado/investidor em tecnologia. As 7 “hot trends” apontadas pela consultoria são:
1- Cloud Customization – A customização de aplicativos e funcionalidades interativas vai acontecer remotamente, segundo a consultoria, e será realizada pelo usuário. A E-Consulting chama isso de self-technologies.
2- Proactive Stakeholder Networks (redes proativas de partes interessadas) – Apoiado na evolução do conceito 2.0, o conceito defende que as diversas partes interessadas (stakeholders) das empresas vão se organizar em grupos, redes e comunidades de interesse, manifestando opinião e defesa de direitos, assumindo papel de protagonistas na gestão das empresas (de suas marcas e produtos). Isso valerá para as redes de clientes, colaboradores, acionistas, fornecedores, etc. Assim, caberá às corporações absorver essas redes integrando-as aos seus modelos de negócios.
3- Customized Application Frameworks (framework de aplicações customizadas) – A idéia está em maximizar o valor da estrutura de tecnologia existente, acelerando a oferta dos aplicativos e serviços de tecnologia para os usuários de forma prática e rápida. A existência de frameworks maduros deverá criar mercados importantes para plataformas de venda de serviços de software/sistemas pautados no aluguel destes frameworks, que serão customizados em função das necessidades dos diferentes clientes.
4- Enterteinment Content Components (componentes de conteúdo de entretenimento) – O mercado de conteúdo de entretenimento aumenta muito com o crescimento da convergência e da penetração do celular com maior capacidade de manipulação de dados, da TV Digital e de outros aparelhos integrados em plataforma digital. Assim, a componentização dos aplicativos de conteúdo e entretenimento gerará novos produtos em escala deste tipo de serviço, áreas de interesse de empresas como Nokia, Microsoft e Google
5- Multichannel IP Points (gestão multicanal) – A convergência nos canais digitais e da Web 2.0 e de suas integrações com os canais físicos (ex. lojas de varejo, agências bancárias, representantes comerciais, etc) vai obrigar as empresas a adotarem uma abordagem multicanal, com a revisão das dinâmicas dos modelos de interação com clientes e demais stakeholders.
Toda a arquitetura de canais da companhia deverá ser revisada com vistas à integração online, tanto de canais físicos como digitais. Neste momento, conceitos como single sign on, CRM analítico, visão única do cliente, clusterização de redes e comunidades (e não segmentação de clientes), etc, ganham espaço.
6- Open Remote Libraries (bibliotecas remotas de acesso qualificado) – O conhecimento em uma empresa ganha mais valor com a sua disseminação em grupos e comunidades capazes de tirar beneficio dele, além de agregar novas informações e disseminá-las. Assim, abre espaço para bibliotecas remotas de acesso qualificado que vão estruturar o conhecimento de maneira que possa ser compartilhado e agregado dentro da Internet, em comunidades abertas ou corporativas.
7- GAT (Gestão dos Ativos de TI) – O gestor de tecnologia tem o dever de comprovar o valor gerado e/ou protegido pela tecnologia (infraestrutura, sistemas, arquiteturas, plataformas, conhecimento, metodologias, modelos, gestão, etc) para empresa e para os acionistas. Desta forma, com o tratamento dos ativos intangíveis como ativos de valor (movimento iniciado pela revisão das prerrogativas da Governança Corporativa – fruto da pressão da atual crise econômica – e pelo advento de novos padrões contábeis), caberá ao CIO aprender a gerenciar os ativos tecnológicos como ativos corporativos, de fato.
A rainha do luxo amanhece no Carandiru 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: Carandiru, Daslu, Eliana Tranchesi, Luxo, Minsterio Publico, Policia Federal
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Eliana Tranchesi, dona da Daslu, pega 94 anos e meio de prisão por sonegar R$ 1 bi
São Paulo – Dos salões de luxo da capital paulista para as celas superlotadas da Penitenciária Feminina do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. A empresária Eliana Tranchesi, dona da maior loja de alto luxo do País, foi condenada pela 2ª Vara Federal de São Paulo a 94 anos e meio de prisão. A sentença expedida na quarta-feira motivou, ontem às 6h, a prisão, pela segunda vez, da dona da Daslu e de outros dois acusados em crimes de formação de quadrilha, falsificação de documentos e fraudes em importações.
Ontem mesmo a advogada de Eliana, Joyce Roysen, entrou com recurso contra a decisão e pedido de habeas corpus e prisão domiciliar. A alegação da defesa é de que a empresária tem câncer no pulmão e nos ossos e, atualmente, precisa de tratamento radioterápico e quimioterápico. No entanto, de acordo com o procurador Matheus Baraldi Magnani, do Ministério Público Federal, o fato de os réus serem acusados de integrar uma organização criminosa faz com que eles percam o direito de recorrer em liberdade. “Trata-se de um grupo articulado, muito confiante em sua condição social, nos contatos políticos e em seus padrinhos”, afirmou Magnani.
Em nota, a advogada afirmou que a prisão de Eliana é “inconstitucional” e “excêntrica”. Ironicamente, a excentricidade está em cada detalhe dos últimos quatro anos da Daslu, cuja história começou a ser revelada a partir da Operação Narciso, da Polícia Federal. Auditores e policiais descobriram subfaturamento de até 9.000% nas importações.
A decisão da juíza Maria Isabel do Prado usa um exemplo para demonstrar as fraudes do grupo: “Verifica-se que o valor de uma calça da Marc Jacobs é de 150 dólares. Todavia, o valor declarado para importação foi de apenas 20 dólares”, explicou a magistrada.
A sentença inclui sete denunciados, todos com mandados de prisão expedidos. Foram presos ontem Antônio Carlos Piva de Albuquerque, irmão de Eliana e ex-diretor da loja, também condenado a 94 anos e meio, e Celso de Lima, da importadora Multimport, uma das empresas usadas pelo grupo.
Em uma carta manuscrita divulgada ontem, Eliana se defende: “Não vejo sentido em estar presa novamente. Não represento perigo para a sociedade”, diz um trecho da mensagem. Para a juíza do caso, porém, Eliana “merece ainda maior reprovação, posto que a conduta da acusada,proveniente da cobiça em busca da acumulação de riqueza proveniente de meios ilícitos”. Ao decidir pela prisão, a juíza diz que os réus são uma ameaça à ordem pública, “sendo certo que, se ficarem em liberdade, certamente voltarão a delinquir”.
Desde ontem, Eliana frequenta os mesmos espaços onde já estiveram Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella Nardoni, acusada de matar a menina, a cantora mexicana Glória Trevi, acusada de rapto, violação e corrupção de menores, e Suzane Louise Von Richthofen, condenada pela morte dos pais.
Ministério da Justiça recomendará veto a projeto de lei que tipifica sequestro relapagom 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Um Giro por MInas e o BraSil.Tags: Ministério da Justiça, OAB, Projeto de Lei, PSDB, senado, Sequestro Relampago
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Brasília – O projeto de lei que tipifica o sequestro relâmpago como crime no Código Penal, aprovado na última terça-feira (24) pelo Senado Federal, corre o risco de ser vetado. O Ministério da Justiça recomendará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a suspensão do projeto. A pena estabelecida pelo delito é de seis a trinta anos de prisão.
De acordo com o secretário de Assuntos Legislativos do ministério, Pedro Abramovay, o projeto de lei cria uma modalidade nova de extorsão com restrição de liberdade. Entretanto, isso não muda a situação jurídica atual. “Isso vai gerar uma série de confusões, de interpretações novas e complicadas”, disse.
Uma das críticas feitas pelo secretário ao projeto é que o texto pode conferir ao sequestro relâmpago uma punição mais grave que a prevista para os crimes de homicídio simples. “Esse tipo de desproporção também atrapalha muito a efetividade do sistema penal”, afirmou.
O Ministério da Justiça argumenta que o sequestro relâmpago já está previsto no Código Penal desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo ao criminoso que restringir a liberdade da vítima. “Sequestro relâmpago é crime e é punido no Brasil. É um crime grave, que vem aumentando a sensação de insegurança”, disse Abramovay.
O secretário acredita que o projeto não vai possibilitar uma punição mais efetiva. “Pelo contrário, é um projeto que cria novos problemas e está sendo colocado para a população como um solução mágica”, criticou.
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, concorda com a recomendação. “No Brasil, uma das causas da violência é a impunidade. A certeza de que a pena não será aplicada, o que não muda com a tipificação do sequestro relampago”, argumentou Britto.
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), relator da emenda ao projeto, discorda de Abramovay. Segundo ele, o projeto não está confuso e só punirá com mais rigor se houver morte. “O Congresso tinha que agir. Quando o secretário diz que dificulta a Justiça, eu discordo, porque o projeto vem em sentido contrário”, disse.
Para ele, as consequências ultrapassam as perdas materiais e afetam também o lado psicológico. “Além da extorsão, é grave a questão psicológica das vítimas, elas podem ter traumas e até síndrome do pânico”, argumentou.
O projeto está em tramitação desde 2004 e, de acordo com o senador, o Ministério da Justiça vem se posicionando de forma contrária desde o início. “Espero que o presidente Lula esteja em comunhão com a sociedade para que possa refletir sobre isso”, finalizou.
Secretário defende empresa pública de banda larga no Brasil 2009/03/27
Posted by edsonjrodrigues in Informatica.Tags: Banda Larga, Linux, NIC.br, Operadoras, Telebrás, Telefonia, Windows
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SÃO PAULO (Reuters)
O secretário de logística e tecnologia da informação do Ministério do Planejamento, Rogério Sant’Anna, defendeu nesta quinta-feira a criação de uma empresa pública de banda larga que estimule a concorrência com o setor privado.
“Venho defendendo no governo que nós devemos utilizar melhor a infraestrutura já dispomos –7 mil quilômetros de fibra óptica pagas pelo governo brasileiro”, afirmou ele, através de videoconferência com a imprensa nesta quinta-feira.
Segundo ele, “a Telebrás é uma possibilidade, mas ainda não há uma posição do governo” para o uso dessa companhia no comando desse projeto.
A estatal que abrigava as operadoras de telefonia antes da privatização do setor, há 10 anos, ainda existe como figura jurídica, mas já não tem operações de telecomunicações.
No final do ano, a autorização do governo federal para que a Telebrás promovesse um aumento de capital de 200 milhões de reais reacendeu a discussão sobre a reativação da companhia, levando seus papéis, quase sem liquidez, a altas de 30 por cento na Bovespa.
Nesta quinta-feira, os papéis da empresa na Bovespa subiam 3,7 por cento, enquanto o Ibovespa exibia valorização de 1,5 por cento.
CONDENADOS À DESCONEXÃO ETERNA
Na avaliação do secretário, se o governo utilizar sua infraestrutura para prestar acesso à população, “vai influenciar a concorrência com as empresas privadas, para que elas enxerguem mercado onde hoje não enxergam”, afirmou, citando as cidades com menor concentração populacional e o público de baixa renda.
Segundo ele, “há um conjunto de pessoas condenadas à desconexão eterna, um verdadeiro apartheid digital, e o mercado já mostrou que não vai resolver o problema das pessoas de baixa renda ou que estão no interior do Brasil”, disse.
Sant’Anna reiterou que “a Telebrás é uma das possibilidades, mas não é a única, há outras empresas públicas com licença de SCM”, referindo-se à licença obtida junto à Anatel para prestação de serviços de comunicação multimídia.
Segundo a pesquisa TIC Domicílios divulgada nesta quinta-feira pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), 20 por cento dos domicílios brasileiros têm acesso à Internet. Mais da metade (54 por cento) dos entrevistados que não têm acesso à Web em casa alegam o alto preço para não fazê-lo.
Para 16 por cento da população urbana e 27 por cento da população rural, há outra dificuldade: a falta de provedores em sua região, de acordo com a pesquisa.




















